Sei lá...
Os 2 'Ora, Bolas!' que escrevemos nessa semana já ultrapassaram a marca de 1.100 visualizações.
Isso mexe com o ego da gente.
A qualidade das pessoas que curtiram... e comentaram... é impressionante.
Acho que a chama está reacendendo.
Já escrevi que as finais do Campeonato Carioca de Basquete estão mexendo comigo.
Anda passando um filme na minha cabeça.
O Basquete do RJ dos anos 2.000 foi mágico.
Naquela época... tinha Maracanãzinho lotado... duas torcidas no ginásio... e tv ao vivo em todas as partidas.
Isso gerava recursos para financiar a base... e o basquete feminino.
Uma das coisas que mais me agradou nesses 2 jogos foi a arbitragem.
Não consigo me acostumar com a 'tal' modernidade.
Não consigo engulir uma teoria que diz para a arbitragem deixar de apitar faltas... para contribuir com a dinâmica do jogo.
Falta é falta... e sempre será.
Sempre que um jogador levar algum tipo de vantagem com uma atitude faltosa...
isso deve ser apitado.
Se o jogo ficar muito truncado... isso não é problema da arbitragem.
O basquete moderno tem orgasmos com os tocos sensacionais.
Não importa se houve falta... ou não.
Teve gente reclamando da 5a. falta do Marquinhos no segundo jogo.
Teve gente desprezando a mão na cintura... impedindo o atacante de saltar.
Mesmo no NBB... sempre fico com a impressão de que vai chegar o dia que um árbitro vai gritar 'TOCO'... ou 'MOOONSTRO'...
num lance desses.
O efeito colateral disso... é que estão acabando os grandes pivôs.
Um Caio Torres, ou um Murilo da vida... não sofrem mais falta.
A solução ofensiva passa a se resumir em chutes de fora.
Ninguém quer mais fazer bandeja.
O Basquete sempre foi uma eterna briga por posição.
Agora... deixou se ser.
O jogador que ficou atrás... pode chargear a vontade... desde que alcance a bola.
Mas com Eduardo Augusto, Ewaldo Ramos e Maurício Serour, não.
São árbitros que possuem muita história no Basquete.
Sabem que a falta falta... tem que ser apitada.
Isso me deixou muito feliz.
Assim como me alegra ver o Christiano trabalhar no Vasco.
Ele é do tempo em que os técnicos não usavam pranchetinha.
Os assistentes só entregavam uma prancheta como apoio.
O Hélio Rubens sempre trabalhou com apenas 1 padrão de jogo contra cada tipo de defesa.
Um padrão para cada formação que possuísse.
Jamais esquecerei uma experiência numa cerimônia de premiação na Federação Paulista de Basketball.
O Hélio Rubens tinha acabado de conduzir Franca ao título de campeão brasileiro e paulista.
Com um time renovado... aquele do Dexter Shouse.
Mestre Hélio me confidenciou que... na segunda temporada com o mesmo plantel...
iria começar a lançar mais jogadinhas táticas.
Quase caí para trás.
Perguntei como é que ele tinha vencido tudo... com apenas 1 padrão contra cada tipo de defesa.
Ele me respondeu... calmamente...
que no primeiro ano de trabalho... com um novo jogador...
o importante era ensinar ele a jogar.
Lapidar os detalhes do jogo...
e criar movimentações 2 a 2.
O Edvar era a mesma coisa. A Maria Helena, idem.
Mas nossos jovens grandes técnicos pensam diferente.
Pedem tempo apenas para selecionar a jogadinha do próximo ataque.
Como se a equipe não tivesse treinado exaustivamente cada jogada.
E como se armador não devesse selecionar... em função do posicionamento defensivo... e do quinteto que estiver na quadra.
O armador é quem tem que saber para quem vai jogar.
Enfim...
tenho escrito que acredito que grandes mudanças irão acontecer no ano que vem.
Acredito que o melhor técnico do Brasil não pode ficar 1 ano desempregado.
Acredito que os jovens técnicos merecem conviver com grandes mestres... para que possam crescer.
Acredito que nossos futuros craques mereçam ter treinadores que os ensinem os complexos fundamentos do jogo.
E acredito que os movimentos faltosos... sejam considerados como ilegais...
mesmo que isso torne o jogo truncado.
PS. A foto ilustrativa de hoje é em homenagem ao campeão Mogi... que apostou num grande técnico... para conseguir conquistar um título mais do que merecido.
Na foto, o registro do momento em que o craque Guerrinha ofertava o 'Ora, Bolas!' com uma camisa histórica da conquista do Pan de 1987, em Indianapolis.
sábado, 29 de outubro de 2016
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
Vasco domina a página 11... Guerrinha brilha em Mogi... e Globo Esporte salva o basquete carioca
Essa série final do Campeonato Carioca de Basquete está mexendo comigo.
Afinal de contas, administrei os melhores campeonatos da história do nosso estado.
Não pretendo voltar a escrever o 'Ora, Bolas!'.
Mas como técnico em basquete... e jornalista... posso falar o que penso.
O segredo do sucesso de um produto... está na sua distribuição.
Ao contrário das publicações anteriores... estou postando apenas nas minhas páginas.
Somente para meus amigos lerem.
Mesmo assim, o 'Ora, Bolas!' anterior obteve uma quantidade de visualizações muito expressiva.
Ontem, mais um Vasco x Flamengo.
Tivemos mais uma decisão sem público... e dessa vez, sem televisão.
A bagunça é total.
Não consegui entender bem a causa da ausência de público.
Ouvi na transmissão... que São Januário está sem laudo dos bombeiros.
Como assim?
Como o Eurico permitiu isso?
Li em algum lugar... que os ingressos estavam sendo devolvidos.
Como a federação permite isso?
Historicamente... o mando de quadra das partidas decisivas... é da federação.
O atual presidente da federação disse, antes do jogo... que os clubes deveriam se reunir, depois do jogo em São Januário... para decidir quando, e aonde, será o terceiro jogo.
Ele não conhece Flamengo x Vasco.
Péra ai!
Ele não é o síndico desse encontro?
Quer saber?
Deixa para lá.
Só sei que o Flamengo, com o elenco mais caro do Brasil, não está tendo vida fácil contra o Vasco.
O Flamengo, que tem uma diretoria boa para captar recursos...
optou por um plantel concentrado na qualidade de alguns craques.
O Vasco, com menos dinheiro... preferiu a quantidade;
Tenho um mantra... aqui no 'Ora, Bolas!', para tentar explicar o que define um grande técnico.
Existem problemas que qualquer bom técnico consegue resolver.
Existem situações que os jovens técnicos talentosos conseguem administrar.
Só que o esporte é repleto de situações inusitadas.
Essas situações constituem aquilo que denomino de 'além da página 10'.
Poucos técnicos sabem resolver situações depois da página 10.
O Flamengo perdeu do Vasco por 104 x 98.
A direção do rubro-negro alega que só tem 6 jogadores experientes.
Essa é uma questão que se encontra depois da página 10, com certeza.
O Vasco, que é dirigido pelo talentoso Christiano Pereira, que está acostumado a trabalhar com técnicos que tiravam de letra esse tipo de problema...
conviveu, ontem... com o pior dos problemas.
Seus principais jogadores (Nezinho e Murilo) tiveram atuações pífias.
Só que o Christiano soube resolver seus problemas.
Hélio e David Jackson arrebentaram.
e olha que o Vasco ainda não soube explorar... na totalidade... a presença de jovens rubro-negros despersonalizados na quadra.
Sim, despersonalizados.
Colocar em quadra não significa confiar em ninguém.
Eles estavam excessivamente nervosos... e sem função ofensiva.
Não é assim que se lança talentos.
Enquanto isso... em São Paulo... ou melhor, em Mogi...
mais uma grande festa do basquete brasileiro.
Os deuses do basquete primam pela fina ironia.
O Guerrinha, que é o melhor técnico em atividade no país...
e que esse 'Ora, Bolas!' sempre afirmou que tinha a 'cara' de Mogi...
era protagonista de mais uma grande conquista na sua carreira...
exatamente contra o clube que o dispensou... sem nenhuma causa aceitável.
Aliás... a um ano atrás... afirmamos que... se Mogi contratasse Guerrinha e Giovanonni... conquistava o NBB.
Agora só falta o Giovanonni.
Mogi, que andou tentando a sorte com um técnico jovem talentoso...
se rendeu as evidências... e preferiu trabalhar com quem sabe resolver qualquer tipo de problema.
Para fechar... não posso deixar de comentar sobre as transmissões via internet.
Em São Paulo, a federação optou por romper o contrato com a RedeTv... que desrespeitou o basquete.
O Enio (presidente da federação paulista) é do ramo.
Então... foi um enorme prazer assistir ao Frederico Batalha... que tem uma vida ligada ao basquete.
No Rio, a federação foi quem desrespeitou a televisão.
Mudar a grade de uma decisão de campeonato... não é para qualquer um.
A salvação foi assistir ao GloboEsporte.com
Muita ironia e humor fino na transmissão.
Até que foi divertido.
Mas continuo pensando que uma partida dessa envergadura...
merece uma qualidade televisiva muito melhor.
Afinal de contas, administrei os melhores campeonatos da história do nosso estado.
Não pretendo voltar a escrever o 'Ora, Bolas!'.
Mas como técnico em basquete... e jornalista... posso falar o que penso.
O segredo do sucesso de um produto... está na sua distribuição.
Ao contrário das publicações anteriores... estou postando apenas nas minhas páginas.
Somente para meus amigos lerem.
Mesmo assim, o 'Ora, Bolas!' anterior obteve uma quantidade de visualizações muito expressiva.
Ontem, mais um Vasco x Flamengo.
Tivemos mais uma decisão sem público... e dessa vez, sem televisão.
A bagunça é total.
Não consegui entender bem a causa da ausência de público.
Ouvi na transmissão... que São Januário está sem laudo dos bombeiros.
Como assim?
Como o Eurico permitiu isso?
Li em algum lugar... que os ingressos estavam sendo devolvidos.
Como a federação permite isso?
Historicamente... o mando de quadra das partidas decisivas... é da federação.
O atual presidente da federação disse, antes do jogo... que os clubes deveriam se reunir, depois do jogo em São Januário... para decidir quando, e aonde, será o terceiro jogo.
Ele não conhece Flamengo x Vasco.
Péra ai!
Ele não é o síndico desse encontro?
Quer saber?
Deixa para lá.
Só sei que o Flamengo, com o elenco mais caro do Brasil, não está tendo vida fácil contra o Vasco.
O Flamengo, que tem uma diretoria boa para captar recursos...
optou por um plantel concentrado na qualidade de alguns craques.
O Vasco, com menos dinheiro... preferiu a quantidade;
Tenho um mantra... aqui no 'Ora, Bolas!', para tentar explicar o que define um grande técnico.
Existem problemas que qualquer bom técnico consegue resolver.
Existem situações que os jovens técnicos talentosos conseguem administrar.
Só que o esporte é repleto de situações inusitadas.
Essas situações constituem aquilo que denomino de 'além da página 10'.
Poucos técnicos sabem resolver situações depois da página 10.
O Flamengo perdeu do Vasco por 104 x 98.
A direção do rubro-negro alega que só tem 6 jogadores experientes.
Essa é uma questão que se encontra depois da página 10, com certeza.
O Vasco, que é dirigido pelo talentoso Christiano Pereira, que está acostumado a trabalhar com técnicos que tiravam de letra esse tipo de problema...
conviveu, ontem... com o pior dos problemas.
Seus principais jogadores (Nezinho e Murilo) tiveram atuações pífias.
Só que o Christiano soube resolver seus problemas.
Hélio e David Jackson arrebentaram.
e olha que o Vasco ainda não soube explorar... na totalidade... a presença de jovens rubro-negros despersonalizados na quadra.
Sim, despersonalizados.
Colocar em quadra não significa confiar em ninguém.
Eles estavam excessivamente nervosos... e sem função ofensiva.
Não é assim que se lança talentos.
Enquanto isso... em São Paulo... ou melhor, em Mogi...
mais uma grande festa do basquete brasileiro.
Os deuses do basquete primam pela fina ironia.
O Guerrinha, que é o melhor técnico em atividade no país...
e que esse 'Ora, Bolas!' sempre afirmou que tinha a 'cara' de Mogi...
era protagonista de mais uma grande conquista na sua carreira...
exatamente contra o clube que o dispensou... sem nenhuma causa aceitável.
Aliás... a um ano atrás... afirmamos que... se Mogi contratasse Guerrinha e Giovanonni... conquistava o NBB.
Agora só falta o Giovanonni.
Mogi, que andou tentando a sorte com um técnico jovem talentoso...
se rendeu as evidências... e preferiu trabalhar com quem sabe resolver qualquer tipo de problema.
Para fechar... não posso deixar de comentar sobre as transmissões via internet.
Em São Paulo, a federação optou por romper o contrato com a RedeTv... que desrespeitou o basquete.
O Enio (presidente da federação paulista) é do ramo.
Então... foi um enorme prazer assistir ao Frederico Batalha... que tem uma vida ligada ao basquete.
No Rio, a federação foi quem desrespeitou a televisão.
Mudar a grade de uma decisão de campeonato... não é para qualquer um.
A salvação foi assistir ao GloboEsporte.com
Muita ironia e humor fino na transmissão.
Até que foi divertido.
Mas continuo pensando que uma partida dessa envergadura...
merece uma qualidade televisiva muito melhor.
![]() |
| Hélio anotou 36 pontos e teve uma atuação de gala. O técnico Christiano Pereira sabe que precisará dos craques Nezinho e Murilo para vencer a terceira partida |
terça-feira, 25 de outubro de 2016
Basquete Carioca, com tv... sem público, num ginásio de treinamento... luta para voltar aos grandes dias
Estou escrevendo esse 'Ora, Bolas!' sem pensar no que estou fazendo.
A decisão de tirar o basquete da minha vida parecia irreversível.
Só sei que conseguimos sair do basquete... mas ele não sai de dentro de nós.
Quem me conhece... sabe que sou visceral.
Só sei viver numa intensidade alucinante.
E sempre considerei o Basquete como uma verdadeira religião.
Ontem, assisti no Sportv, o jogo entre Flamengo x Vasco, primeira decisão do Campeonato Carioca.
Aconteceram coisas que mexeram muito comigo.
Flamengo x Vasco na Gávea?
Isso é surreal.
Flamengo x Vasco com somente uma torcida?
Sem comentários.
Flamengo x Vasco, até com portões fechados, não pode ser disputado num ginásio de treinamento.
Ainda mais sendo uma decisão de campeonato.
Estou lendo na internet... que o pessoal do basquete paulista está indignado com o Sportv.
Eles não entendem a razão das finais do Paulista não terem transmissão do canal campeão.
Só sei que nos anos 2000... todos os principais jogos do Campeonato Carioca eram televisionados.
e o orçamento gerado com isso... subvencionava as categorias de base.
Por falar nos anos 2000...
estou escrevendo esse crônica recebendo a notícia do falecimento do Capitão Carlos Alberto Torres.
Vocês sabiam que ele é benemérito da Federação de Basquete do Rio?
Quando ele exerceu a Secretaria de Esportes do Rio... ajudou demais o nosso Basquete.
Infelizmente, nossa cultura não exercita muito a memória.
Sempre afirmei que a grande crise do basquete brasileiro é a falta de dirigentes.
Todas as outras crises são consequência dessa.
Ontem, vi o Fernando Lima sentado no banco do Vasco.
Não tenho dúvidas que o basquete carioca precisa de dirigentes desse naipe.
Um grande dirigente sabe que um grande trabalho começa na escolha de um grande técnico.
O Vasco acertou em cheio ao convidar o Christiano para dirigir esse projeto.
O Christiano simboliza o que deve ser um grande técnico.
Ele viveu, intimamente, o Basquete dos grandes técnicos.
Sabe que o Basquete é um esporte de dominação.
Aliás... gostaria de entender quando foi que um técnico de basquete se transformou num selecionador de jogadinhas.
Pedir tempo... significa desenhar na pranchetinha a jogada do próximo ataque?
Aliás... vendo as entrevistas antes e após o jogo... fiquei com a impressão que o orçamento do Vasco é superior ao do Flamengo.
Ouvi que o Flamengo tem 6 jogadores adultos... enquanto o Vasco tem 12.
Penso que não.
Penso que os 6 super craques do Flamengo somam um investimento muito superior do que o orçamento do Vasco.
Enfim... posso estar errado.
Só sei que gostei muito de ver o Basquete carioca reviver.
Ver Eduardo Augusto,com sua maravilhosa veia artística (há muito tempo que não via um árbitro dar uma falta técnica somente com o olhar), demonstrando que aqueles que defendem a arbitragem robotizada, não entendem de esporte.
Estou muito confiante na virada que o basquete brasileiro dará no próximo ano.
A próxima eleição da CBB está sinalizando para mudanças essenciais.
Acho que muitos estão começando a entender o que defendi nas eleições passadas... mas deixa isso para lá.
Mesmo de muito longe... sempre estarei torcendo para que o Basquete volte para o lugar de onde nunca deveria ter saído.
A decisão de tirar o basquete da minha vida parecia irreversível.
Só sei que conseguimos sair do basquete... mas ele não sai de dentro de nós.
Quem me conhece... sabe que sou visceral.
Só sei viver numa intensidade alucinante.
E sempre considerei o Basquete como uma verdadeira religião.
Ontem, assisti no Sportv, o jogo entre Flamengo x Vasco, primeira decisão do Campeonato Carioca.
Aconteceram coisas que mexeram muito comigo.
Flamengo x Vasco na Gávea?
Isso é surreal.
Flamengo x Vasco com somente uma torcida?
Sem comentários.
Flamengo x Vasco, até com portões fechados, não pode ser disputado num ginásio de treinamento.
Ainda mais sendo uma decisão de campeonato.
Estou lendo na internet... que o pessoal do basquete paulista está indignado com o Sportv.
Eles não entendem a razão das finais do Paulista não terem transmissão do canal campeão.
Só sei que nos anos 2000... todos os principais jogos do Campeonato Carioca eram televisionados.
e o orçamento gerado com isso... subvencionava as categorias de base.
Por falar nos anos 2000...
estou escrevendo esse crônica recebendo a notícia do falecimento do Capitão Carlos Alberto Torres.
Vocês sabiam que ele é benemérito da Federação de Basquete do Rio?
Quando ele exerceu a Secretaria de Esportes do Rio... ajudou demais o nosso Basquete.
Infelizmente, nossa cultura não exercita muito a memória.
Sempre afirmei que a grande crise do basquete brasileiro é a falta de dirigentes.
Todas as outras crises são consequência dessa.
Ontem, vi o Fernando Lima sentado no banco do Vasco.
Não tenho dúvidas que o basquete carioca precisa de dirigentes desse naipe.
Um grande dirigente sabe que um grande trabalho começa na escolha de um grande técnico.
O Vasco acertou em cheio ao convidar o Christiano para dirigir esse projeto.
O Christiano simboliza o que deve ser um grande técnico.
Ele viveu, intimamente, o Basquete dos grandes técnicos.
Sabe que o Basquete é um esporte de dominação.
Aliás... gostaria de entender quando foi que um técnico de basquete se transformou num selecionador de jogadinhas.
Pedir tempo... significa desenhar na pranchetinha a jogada do próximo ataque?
Aliás... vendo as entrevistas antes e após o jogo... fiquei com a impressão que o orçamento do Vasco é superior ao do Flamengo.
Ouvi que o Flamengo tem 6 jogadores adultos... enquanto o Vasco tem 12.
Penso que não.
Penso que os 6 super craques do Flamengo somam um investimento muito superior do que o orçamento do Vasco.
Enfim... posso estar errado.
Só sei que gostei muito de ver o Basquete carioca reviver.
Ver Eduardo Augusto,com sua maravilhosa veia artística (há muito tempo que não via um árbitro dar uma falta técnica somente com o olhar), demonstrando que aqueles que defendem a arbitragem robotizada, não entendem de esporte.
Estou muito confiante na virada que o basquete brasileiro dará no próximo ano.
A próxima eleição da CBB está sinalizando para mudanças essenciais.
Acho que muitos estão começando a entender o que defendi nas eleições passadas... mas deixa isso para lá.
Mesmo de muito longe... sempre estarei torcendo para que o Basquete volte para o lugar de onde nunca deveria ter saído.
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Prata que Vale Ouro
Saí do Serra Macaense... mas ele não saiu de mim.
Tenho um carinho absurdo pelos meninos que vestem aquela linda camisa.
Ontem, fui ao Moacyrzão... para assistir duas grandes equipes.
Agora posso falar.
O jogo não valia nada para nós.
Para o Serra Macaense conquistar o acesso direto...
era necessário derrotar o São Gonçalo... e torcer contra ele na última rodada.
Cá entre nós...
o São Gonçalo tem a melhor campanha entre todos os times do campeonato.
Eles têm um time ensaboado.
Um jogador diferenciado pesa muito no nosso futebol.
Aliás, nesse quesito, esse final de semana foi histórico no Estádio Cláudio Moacyr.
Apesar da ausência do zagueiro Brandão, no Serra (o considero muito acima da média)...
pude contemplar 2 craques especiais.
Sábado, o Marcelinho Paraíba (ele mesmo)... com 41 anos...
deu uma aula de competência e talento...
jogando pelo Ypiranga, de Erechim (RS).
Estreando na Série C do Brasileirão...
e contratado a peso de ouro...
tinha gente duvidando da sua capacidade antes do jogo.
Ele entrou aos 20 minutos do segundo tempo...
quando o jogo ainda estava 0 x 0...
e desequilibrou a partida.
Marcou o primeiro gol do seu time...
e construiu uma vitória por 2 x 0, fora de casa...
qualificando o time gaúcho como um dos favoritos para disputar a Série B do Brasileirão 2017.
Ontem, foi dia de Sabão.
Agora entendi o apelido.
Com a bola nos pés... é muito difícil marcá-lo.
Levou muito perigo ao gol macaense...
e foi protagonista na vitória do São Gonçalo por 1 x 0...
que garantiu lugar ao time gonçalense na Série B do Cariocão do ano que vem.
As Olimpíadas demonstraram que tem medalha de prata que vale ouro.
O Serra Macaense conquistou o segundo lugar do grupo (num grupo dificílimo, que tinha Barcelona e Mesquita)...
e vai decidir o acesso contra o terceiro colocado do outro grupo...
com a vantagem de decidir em casa...
podendo empatar duas vezes.
Penso que o Serra Macaense é a segunda melhor equipe do campeonato.
O Macaé Esporte tem que recuperar sua auto-estima.
A Portuguesa (SP) perdeu ontem...
e continuamos fora da zona de rebaixamento.
Vamos jogar em Guaratinguetá, sábado que vem...
e precisamos de uma vitória heroica.
O momento em Macaé é político.
Tenho convicção que o Macaé Esporte virá muito forte na próxima temporada.
A vida é um grande jogo.
Temos que saber jogar.
Grandes vitórias estão reservadas para quem tem mérito.
Tenho convicção que as derrotas desse final de semana se transformarão em grandes conquistas.
Vamos fazer de tudo para que o mérito esteja sempre do nosso lado.
Tenho um carinho absurdo pelos meninos que vestem aquela linda camisa.
Ontem, fui ao Moacyrzão... para assistir duas grandes equipes.
Agora posso falar.
O jogo não valia nada para nós.
Para o Serra Macaense conquistar o acesso direto...
era necessário derrotar o São Gonçalo... e torcer contra ele na última rodada.
Cá entre nós...
o São Gonçalo tem a melhor campanha entre todos os times do campeonato.
Eles têm um time ensaboado.
Um jogador diferenciado pesa muito no nosso futebol.
Aliás, nesse quesito, esse final de semana foi histórico no Estádio Cláudio Moacyr.
Apesar da ausência do zagueiro Brandão, no Serra (o considero muito acima da média)...
pude contemplar 2 craques especiais.
Sábado, o Marcelinho Paraíba (ele mesmo)... com 41 anos...
deu uma aula de competência e talento...
jogando pelo Ypiranga, de Erechim (RS).
Estreando na Série C do Brasileirão...
e contratado a peso de ouro...
tinha gente duvidando da sua capacidade antes do jogo.
Ele entrou aos 20 minutos do segundo tempo...
quando o jogo ainda estava 0 x 0...
e desequilibrou a partida.
Marcou o primeiro gol do seu time...
e construiu uma vitória por 2 x 0, fora de casa...
qualificando o time gaúcho como um dos favoritos para disputar a Série B do Brasileirão 2017.
Ontem, foi dia de Sabão.
Agora entendi o apelido.
Com a bola nos pés... é muito difícil marcá-lo.
Levou muito perigo ao gol macaense...
e foi protagonista na vitória do São Gonçalo por 1 x 0...
que garantiu lugar ao time gonçalense na Série B do Cariocão do ano que vem.
As Olimpíadas demonstraram que tem medalha de prata que vale ouro.
O Serra Macaense conquistou o segundo lugar do grupo (num grupo dificílimo, que tinha Barcelona e Mesquita)...
e vai decidir o acesso contra o terceiro colocado do outro grupo...
com a vantagem de decidir em casa...
podendo empatar duas vezes.
Penso que o Serra Macaense é a segunda melhor equipe do campeonato.
O Macaé Esporte tem que recuperar sua auto-estima.
A Portuguesa (SP) perdeu ontem...
e continuamos fora da zona de rebaixamento.
Vamos jogar em Guaratinguetá, sábado que vem...
e precisamos de uma vitória heroica.
O momento em Macaé é político.
Tenho convicção que o Macaé Esporte virá muito forte na próxima temporada.
A vida é um grande jogo.
Temos que saber jogar.
Grandes vitórias estão reservadas para quem tem mérito.
Tenho convicção que as derrotas desse final de semana se transformarão em grandes conquistas.
Vamos fazer de tudo para que o mérito esteja sempre do nosso lado.
![]() |
| Marcelinho Paraíba desequilibrou o jogo de sábado |
sexta-feira, 15 de julho de 2016
Desagravo à Administração do Moacyrzão. Simples Assim...
Há 9 anos que vivo em Macaé.
Defendi o nome da cidade no basquete masculino, e tenho consciência que colecionei alguns desafetos.
Defendi as cores do Macaé Esporte, no futebol, e penso que não ganhei desafeto nenhum.
Hoje, estou implementando o Projeto Serra Macaense, e venho recebendo apoio dos mais diversos segmentos da sociedade macaense.
Aprendi a amar Macaé e considerá-la como o local aonde quero morar. É onde tenho minha casa, meus filhos, meus amigos, meus cachorros, minha piscina...
Mas estou sempre aprendendo que Macaé é uma cidade exagerada.
Principalmente nos períodos eleitorais.
Ontem, no site oficial do Serra Macaense, manifestei que não concordo com o fato da torcida adversária ter um local privilegiado no Moacyrzão. Simples assim.
Penso que os funcionários do estádio devem cuidar do patrimônio público, mas, dentro dos padrões morais e éticos, acredito que eles devem se preocupar em transformar nosso estádio numa 'casa macaense'. Somente isso.
Percebi que magoei pessoas que não queria magoar.
Quero enaltecer o trabalho e a parceria que temos com a administração do Estádio Cláudio Moacyr.
Meu pouco tempo de convivência com o Bruno Ribeiro, administrador, já me possibilitou a visão de que ele cuida com muito carinho do nosso estádio. Sua parceria foi fundamental para que se viabilizasse os laudos de liberação do estádio, possibilitando que tanto Serra Macaense, como Macaé Esporte, pudessem jogar diante das suas torcidas na atual temporada.
Professor de educação física, e experiente no trabalho com crianças, Bruno é uma pessoa admirável. Jamais imaginei perdê-lo como parceiro.
Aproveito para enaltecer o trabalho do Secretário Thales Coutinho, jovem esportista, que vem fomentando inúmeros esportes tradicionalmente menos apoiados, proporcionando à Macaé, mesmo com orçamento limitado, a oportunidade de vivenciar esporte de qualidade.
Quero deixar bem claro que a grande motivação para escrever essas linhas (fazia tempo que o Ora, Bolas! estava adormecido) foi a exagerada repercussão causada pela reportagem veiculada nos jornais Diário e Debate.
Tenho uma longa história no esporte e sou muito orgulhoso de ser integrante da Calçada da Fama do Flamengo... e ser Emérito no Botafogo. Dirigi Seleção Brasileira por 4 anos e estou entre os profissionais mais vitoriosos do nosso esporte.
Mas nunca estive tão motivado como agora. Quero ver o Serra Macaense vencedor. Quero me doar para assistir a grandes vitórias macaenses na nossa casa. Simples assim.
Qualquer coisa diferente disso é um enorme exagero.
Defendi o nome da cidade no basquete masculino, e tenho consciência que colecionei alguns desafetos.
Defendi as cores do Macaé Esporte, no futebol, e penso que não ganhei desafeto nenhum.
Hoje, estou implementando o Projeto Serra Macaense, e venho recebendo apoio dos mais diversos segmentos da sociedade macaense.
Aprendi a amar Macaé e considerá-la como o local aonde quero morar. É onde tenho minha casa, meus filhos, meus amigos, meus cachorros, minha piscina...
Mas estou sempre aprendendo que Macaé é uma cidade exagerada.
Principalmente nos períodos eleitorais.
Ontem, no site oficial do Serra Macaense, manifestei que não concordo com o fato da torcida adversária ter um local privilegiado no Moacyrzão. Simples assim.
Penso que os funcionários do estádio devem cuidar do patrimônio público, mas, dentro dos padrões morais e éticos, acredito que eles devem se preocupar em transformar nosso estádio numa 'casa macaense'. Somente isso.
Percebi que magoei pessoas que não queria magoar.
Quero enaltecer o trabalho e a parceria que temos com a administração do Estádio Cláudio Moacyr.
Meu pouco tempo de convivência com o Bruno Ribeiro, administrador, já me possibilitou a visão de que ele cuida com muito carinho do nosso estádio. Sua parceria foi fundamental para que se viabilizasse os laudos de liberação do estádio, possibilitando que tanto Serra Macaense, como Macaé Esporte, pudessem jogar diante das suas torcidas na atual temporada.
Professor de educação física, e experiente no trabalho com crianças, Bruno é uma pessoa admirável. Jamais imaginei perdê-lo como parceiro.
Aproveito para enaltecer o trabalho do Secretário Thales Coutinho, jovem esportista, que vem fomentando inúmeros esportes tradicionalmente menos apoiados, proporcionando à Macaé, mesmo com orçamento limitado, a oportunidade de vivenciar esporte de qualidade.
Quero deixar bem claro que a grande motivação para escrever essas linhas (fazia tempo que o Ora, Bolas! estava adormecido) foi a exagerada repercussão causada pela reportagem veiculada nos jornais Diário e Debate.
Tenho uma longa história no esporte e sou muito orgulhoso de ser integrante da Calçada da Fama do Flamengo... e ser Emérito no Botafogo. Dirigi Seleção Brasileira por 4 anos e estou entre os profissionais mais vitoriosos do nosso esporte.
Mas nunca estive tão motivado como agora. Quero ver o Serra Macaense vencedor. Quero me doar para assistir a grandes vitórias macaenses na nossa casa. Simples assim.
Qualquer coisa diferente disso é um enorme exagero.
terça-feira, 5 de abril de 2016
Caxias defende, como tem que defender... sabe que Basquete é sinônimo de Play Offs... e a dupla Guidi - Renatinho brilha novamente
Já escrevemos nesse espaço... que o Caxias Basquete nos faz lembrar de Franca, nos bons tempos.
Uma torcida muito quente... independente da temperatura na Serra Gaúcha...
e um time que defende... como tem que defender.
Muito contato físico... e um sistema defensivo sem dobras, nem rotações mirabolantes.
Tipo... "você vai lá e acaba com aquele cara".
"É você contra ele!"
O Marcão é um símbolo desse trabalho.
O Brasília... que apostou num trabalho sem atletas estrangeiros...
e num técnico iniciante na carreira...
está pagando um preço caro... na hora em que não poderia pagar.
Um time que derrotou o campeão da Liga das Américas... na casa dele... duas vezes...
tinha que chegar voando nos play offs.
Aliás... por falar nisso...
essa garotada que pensa que ser técnico de basquete...
é ficar rabiscando jogadinhas... em lindas pranchetinhas...
ainda não foi informada...
que Basquete é sinônimo de play offs.
Toda a fase de classificação serve...
para ir avaliando,,, erros e acertos...
acrescentando elementos técnicos... físicos... e táticos...
para chegar no ponto máximo da curva de trabalho... nesse momento.
Até a definição do plantel ocorre nesse instante.
O melhor técnico de um NBB...
é aquele que consegue chegar nessa fase... voando.
Só sei que Caxias largou na frente na fase oitavas-de-final...
ao derrotar Brasília... por 101 x 78.
O placar final foi interessante.
Tem uma garotada que cria objetivos em cima dos números.
Caxias não jogou com volume centenário.
Os 100 pontos aconteceram porque Brasília utilizou a estratégia de cometer faltas... muito cedo...
na esperança de reverter o placar.
E o Caxias, inteligentemente... aceitou a troca de cestas.
Basquete é assim.
Seus deuses são muito loucos... e gostam de brincar com quem gosta de simplificar... suas análises.
Voltando ao Caxias...
é muito legal ver o Gustavinho jogar.
Ele enfrentou o armador mais genial do Brasil (Fúlvio)... e marcou muito bem.
O Betinho também está demonstrando ser um jogador decisivo.
O Henrique Guidi, narrador do Sportv... batizou o Alex de 'Azucrinador de Defesas'.
Por falar no Guidi...
como é gostoso ver uma transmissão... com a dobradinha Guidi - Renatinho.
Eles entendem de basquete... são ousados... e muito bem humorados.
Toda transmissão deveria ser assim.
Caxias dominou os rebotes (39 x 29).
Isso é fruto de uma defesa igualada... e determinada.
"Muito contato legal na defesa de Caxias... e isso irrita o adversário", narrou Gudi.
Ainda bem que não somos só nos... que vemos isso.
Nunca é demais repetir
que tem treineiro achando legal... exagerar nas dobras e rotações alucinadas...
sem reparar que isso causa desequilíbrio... naquilo que deve ser equilibrado.
"Eles estão num momento mais favorável", declarou o genial Fúlvio.
"Camisa e nome não ganham jogo", continuou.
Como assim?
Brasília jogou a Liga das Américas...
e tinha que chegar voando nesse momento.
Camisa e nome ajudam demais a vencer campeonatos.
Desde que a performance seja compatível com a fama adquirida.
A verdade é que o Fúlvio estava impaciente.
Brasília começou o NBB... sem pick'n rolls.
O Fúlvio foi formatando... ao longo da temporada.
Mas ontem...
com a pressão dos play offs... da torcida que lotou o Vascão...
e do Rafael Stábile... que comete faltas definitivas...
os pick'n rolls candangos, simplesmente, desapareceram.
Uma torcida muito quente... independente da temperatura na Serra Gaúcha...
e um time que defende... como tem que defender.
Muito contato físico... e um sistema defensivo sem dobras, nem rotações mirabolantes.
Tipo... "você vai lá e acaba com aquele cara".
"É você contra ele!"
O Marcão é um símbolo desse trabalho.
O Brasília... que apostou num trabalho sem atletas estrangeiros...
e num técnico iniciante na carreira...
está pagando um preço caro... na hora em que não poderia pagar.
Um time que derrotou o campeão da Liga das Américas... na casa dele... duas vezes...
tinha que chegar voando nos play offs.
Aliás... por falar nisso...
essa garotada que pensa que ser técnico de basquete...
é ficar rabiscando jogadinhas... em lindas pranchetinhas...
ainda não foi informada...
que Basquete é sinônimo de play offs.
Toda a fase de classificação serve...
para ir avaliando,,, erros e acertos...
acrescentando elementos técnicos... físicos... e táticos...
para chegar no ponto máximo da curva de trabalho... nesse momento.
Até a definição do plantel ocorre nesse instante.
O melhor técnico de um NBB...
é aquele que consegue chegar nessa fase... voando.
Só sei que Caxias largou na frente na fase oitavas-de-final...
ao derrotar Brasília... por 101 x 78.
O placar final foi interessante.
Tem uma garotada que cria objetivos em cima dos números.
Caxias não jogou com volume centenário.
Os 100 pontos aconteceram porque Brasília utilizou a estratégia de cometer faltas... muito cedo...
na esperança de reverter o placar.
E o Caxias, inteligentemente... aceitou a troca de cestas.
Basquete é assim.
Seus deuses são muito loucos... e gostam de brincar com quem gosta de simplificar... suas análises.
Voltando ao Caxias...
é muito legal ver o Gustavinho jogar.
Ele enfrentou o armador mais genial do Brasil (Fúlvio)... e marcou muito bem.
O Betinho também está demonstrando ser um jogador decisivo.
O Henrique Guidi, narrador do Sportv... batizou o Alex de 'Azucrinador de Defesas'.
Por falar no Guidi...
como é gostoso ver uma transmissão... com a dobradinha Guidi - Renatinho.
Eles entendem de basquete... são ousados... e muito bem humorados.
Toda transmissão deveria ser assim.
Caxias dominou os rebotes (39 x 29).
Isso é fruto de uma defesa igualada... e determinada.
"Muito contato legal na defesa de Caxias... e isso irrita o adversário", narrou Gudi.
Ainda bem que não somos só nos... que vemos isso.
Nunca é demais repetir
que tem treineiro achando legal... exagerar nas dobras e rotações alucinadas...
sem reparar que isso causa desequilíbrio... naquilo que deve ser equilibrado.
"Eles estão num momento mais favorável", declarou o genial Fúlvio.
"Camisa e nome não ganham jogo", continuou.
Como assim?
Brasília jogou a Liga das Américas...
e tinha que chegar voando nesse momento.
Camisa e nome ajudam demais a vencer campeonatos.
Desde que a performance seja compatível com a fama adquirida.
A verdade é que o Fúlvio estava impaciente.
Brasília começou o NBB... sem pick'n rolls.
O Fúlvio foi formatando... ao longo da temporada.
Mas ontem...
com a pressão dos play offs... da torcida que lotou o Vascão...
e do Rafael Stábile... que comete faltas definitivas...
os pick'n rolls candangos, simplesmente, desapareceram.
segunda-feira, 28 de março de 2016
Marcelinho arma, Robinson decide... Flamengo não peca na última bola... Mogi usa o Low Low... e a curiosidade fica guardada para os play offs
"Isso é a coisa que menos pensamos!"
Essa foi a resposta que o bom técnico do basquete do Flamengo, José Neto...
deu ao repórter do Sportv... ao ser indagado sobre o cansaço da sua equipe.
O time rubro-negro vinha de um jogo muito duro... fora de casa (em São José dos Campos)...
com menos de 48 horas de intervalo...
e jogava em Mogi... enfrentando uma das torcidas mais quentes do Brasil.
E olha que o Flamengo teve uma sequência de 4 derrotas... no momento mais importante da temporada (a decisão da Liga das Américas, aonde terminou em quarto lugar).
Acho que o Muricy deveria fazer um curso com o Neto.
Nunca imaginei ver um comandante falando em cansaço antes de uma partida decisiva.
Só sei que o Flamengo colheu mais uma vitória (88 x 85)... e garantiu a primeira colocação da fase de classificação do NBB.
A reabilitação do time... passa pelo crescimento do craque Marquinhos.
Ele andou fazendo as piores partidas da sua carreira...
mas, sexta... estava on fire.
19 pontos assinalados... e 18 de eficiência.
O titular Robinson anotou 18 pontos... 4/6 em bolas de 3... e obteve 17 de eficiência.
Chamei ele de titular... porque, dessa vez... ele terminou o jogo em quadra.
No basquete... titular não é quem começa o jogo...
e, sim... quem termina.
Já critiquei, aqui... o fato do Flamengo não ter time titular.
Dessa vez, o Robinson fez a cesta de 3... da vitória.
Recebendo uma assistência do Marcelinho Machado... que estava armando.
Péra aí...
Marcelinho Machado armando?
No final do jogo?
Rafa Luz no banco... e Marcelinho armando?
Foi isso mesmo?
Só sei que deu certo...
e o Flamengo derrotou Mogi... novamente na última bola.
Por falar em Mogi...
o jovem técnico Padovani...
no momento em que Mogi perdia por 10 x 0... com 5 minutos de jogo...
pediu tempo... e escreveu na prancheta: "Acordar".
Acho que os jovens técnicos estão acordando para que servem as pranchetas.
Tenho saudades de ver o Guerrinha... jogando sua prancheta no chão.
Por falar em Padovani...
ele passou grande parte do jogo dirigindo sua equipe... de dentro da quadra.
Acho que a convivência com o milongueiro Néstor Garcia... trouxe algum aprendizado.
O jogo foi realizado na Sexta-Feira da Paixão.
Por falar nisso...
nunca entendi bem uma coisa.
Tem uns caras que pecam muito... todos os dias do ano.
Quando chega nesse dia... não comem carne... porque é pecado!
Só sei que o Flamengo não pecou na última bola.
Mogi bem que tentou provocar o pecado.
Shamell anotou 34 pontos.
Aliás, depois que seus filhos começaram a puxar sua orelha...
ele aumentou sua pontuação.
Acho que Mogi deveria colocá-los no banco de reservas.
Teve um momento em que o Renatinho... que é muito melhor do que o Tyrone (em todos os sentidos)...
disse que o Paulão povoava mais o garrafão mogiano.
Só sei que o Paulão anotou apenas 2 pontos... e recebeu poucas bolas na posição 5.
Tem uma faixa pendurada na arquibancada de Mogi...
que chama a cidade de 'Dunk City'.
Sexta, só teve uma... e olhe lá!
Estou gostando demais da evolução do Lucas Mariano.
Costumo dizer que o Ronald (de Brasília)... é o maior talento brasileiro para brilhar na NBA.
Acho que o Lucão é o segundo.
Por falar em performances individuais...
o Renatinho disse que... com a lesão do Ricardo Fischer... o Rafael Luz poderia garantir sua vaga na Rio-2016.
Não sei não...
acho que o Rafa Luz tem vaga garantida... de qualquer maneira.
Seu vigor físico... sua capacidade de sair marcando pivôs...
sua habilidade (que o tornou campeão do final de semana das Estrelas)... e suas assistências...
o credenciam como jogador diferenciado.
Confesso que não entendi sua ausência no final do jogo.
O Renatinho disse que ele ainda estava se adaptando ao Flamengo.
Adaptando?
Mas concordo que ele precisa de gente produzindo ao seu lado.
Ele é armador armador.
Daqueles que jogam em função dos craques que estão ao seu lado.
Por falar em Renatinho...
acho que os comentaristas não podem ser burocráticos.
Eles têm que divertir... e emocionar.
O momento mais divertido do jogo...
foi quando o narrador Henrique Guidi, do Sportv... disse que um jogador tinha andado.
O Renatinho emendou:
"De andada você entende... você andava muito quando jogava (o Guidi foi jogador de basquete e o Renatinho apitou muitos jogos dele)".
Acho que o Guidi não gostou muito do comentário.
Voltando para as quadras...
Gostei de uma formação de Mogi...
com Lucas Mariano e Gérson dentro do garrafão.
O Renatinho chamou de jogadas 'Hi-Low'.
Os passes eram tão curtos... e próximos à cesta...
que não eram 'Hi-Low'.
Eram 'Low-Low'.
Mas Mogi tem time titular.
E o Tyrone voltou para a quadra.
Só sei que o Flamengo, sem os titulares em quadra... venceu o jogo.
E fica a curiosidade guardada para os play offs.
Quem deve jogar os minutos finais?
O time titular pré-estabelecido?
Ou quem estiver melhor naquele momento?
Essa foi a resposta que o bom técnico do basquete do Flamengo, José Neto...
deu ao repórter do Sportv... ao ser indagado sobre o cansaço da sua equipe.
O time rubro-negro vinha de um jogo muito duro... fora de casa (em São José dos Campos)...
com menos de 48 horas de intervalo...
e jogava em Mogi... enfrentando uma das torcidas mais quentes do Brasil.
E olha que o Flamengo teve uma sequência de 4 derrotas... no momento mais importante da temporada (a decisão da Liga das Américas, aonde terminou em quarto lugar).
Acho que o Muricy deveria fazer um curso com o Neto.
Nunca imaginei ver um comandante falando em cansaço antes de uma partida decisiva.
Só sei que o Flamengo colheu mais uma vitória (88 x 85)... e garantiu a primeira colocação da fase de classificação do NBB.
A reabilitação do time... passa pelo crescimento do craque Marquinhos.
Ele andou fazendo as piores partidas da sua carreira...
mas, sexta... estava on fire.
19 pontos assinalados... e 18 de eficiência.
O titular Robinson anotou 18 pontos... 4/6 em bolas de 3... e obteve 17 de eficiência.
Chamei ele de titular... porque, dessa vez... ele terminou o jogo em quadra.
No basquete... titular não é quem começa o jogo...
e, sim... quem termina.
Já critiquei, aqui... o fato do Flamengo não ter time titular.
Dessa vez, o Robinson fez a cesta de 3... da vitória.
Recebendo uma assistência do Marcelinho Machado... que estava armando.
Péra aí...
Marcelinho Machado armando?
No final do jogo?
Rafa Luz no banco... e Marcelinho armando?
Foi isso mesmo?
Só sei que deu certo...
e o Flamengo derrotou Mogi... novamente na última bola.
Por falar em Mogi...
o jovem técnico Padovani...
no momento em que Mogi perdia por 10 x 0... com 5 minutos de jogo...
pediu tempo... e escreveu na prancheta: "Acordar".
Acho que os jovens técnicos estão acordando para que servem as pranchetas.
Tenho saudades de ver o Guerrinha... jogando sua prancheta no chão.
Por falar em Padovani...
ele passou grande parte do jogo dirigindo sua equipe... de dentro da quadra.
Acho que a convivência com o milongueiro Néstor Garcia... trouxe algum aprendizado.
O jogo foi realizado na Sexta-Feira da Paixão.
Por falar nisso...
nunca entendi bem uma coisa.
Tem uns caras que pecam muito... todos os dias do ano.
Quando chega nesse dia... não comem carne... porque é pecado!
Só sei que o Flamengo não pecou na última bola.
Mogi bem que tentou provocar o pecado.
Shamell anotou 34 pontos.
Aliás, depois que seus filhos começaram a puxar sua orelha...
ele aumentou sua pontuação.
Acho que Mogi deveria colocá-los no banco de reservas.
Teve um momento em que o Renatinho... que é muito melhor do que o Tyrone (em todos os sentidos)...
disse que o Paulão povoava mais o garrafão mogiano.
Só sei que o Paulão anotou apenas 2 pontos... e recebeu poucas bolas na posição 5.
Tem uma faixa pendurada na arquibancada de Mogi...
que chama a cidade de 'Dunk City'.
Sexta, só teve uma... e olhe lá!
Estou gostando demais da evolução do Lucas Mariano.
Costumo dizer que o Ronald (de Brasília)... é o maior talento brasileiro para brilhar na NBA.
Acho que o Lucão é o segundo.
Por falar em performances individuais...
o Renatinho disse que... com a lesão do Ricardo Fischer... o Rafael Luz poderia garantir sua vaga na Rio-2016.
Não sei não...
acho que o Rafa Luz tem vaga garantida... de qualquer maneira.
Seu vigor físico... sua capacidade de sair marcando pivôs...
sua habilidade (que o tornou campeão do final de semana das Estrelas)... e suas assistências...
o credenciam como jogador diferenciado.
Confesso que não entendi sua ausência no final do jogo.
O Renatinho disse que ele ainda estava se adaptando ao Flamengo.
Adaptando?
Mas concordo que ele precisa de gente produzindo ao seu lado.
Ele é armador armador.
Daqueles que jogam em função dos craques que estão ao seu lado.
Por falar em Renatinho...
acho que os comentaristas não podem ser burocráticos.
Eles têm que divertir... e emocionar.
O momento mais divertido do jogo...
foi quando o narrador Henrique Guidi, do Sportv... disse que um jogador tinha andado.
O Renatinho emendou:
"De andada você entende... você andava muito quando jogava (o Guidi foi jogador de basquete e o Renatinho apitou muitos jogos dele)".
Acho que o Guidi não gostou muito do comentário.
Voltando para as quadras...
Gostei de uma formação de Mogi...
com Lucas Mariano e Gérson dentro do garrafão.
O Renatinho chamou de jogadas 'Hi-Low'.
Os passes eram tão curtos... e próximos à cesta...
que não eram 'Hi-Low'.
Eram 'Low-Low'.
Mas Mogi tem time titular.
E o Tyrone voltou para a quadra.
Só sei que o Flamengo, sem os titulares em quadra... venceu o jogo.
E fica a curiosidade guardada para os play offs.
Quem deve jogar os minutos finais?
O time titular pré-estabelecido?
Ou quem estiver melhor naquele momento?
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