Eu tenho uma personalidade muito forte e marcante...
e sou professoral...
mexer com a cabeça de adultos é algo que me proporciona extremo prazer...
saber que minhas críticas alteraram seus comportamentos...
sábado passado, fui tomar uma cerveja num local muito especial do basquete carioca...
o Bar do Azeitona reúne grandes cabeças pensantes do nosso esporte...
e um dos temas me fascinou...
foi dito, em alto e bom tom, que os basqueteiros não aceitam críticas...
que levam para o lado pessoal...
que se você comentar que alguém jogou mal...
esse alguém se torna seu inimigo pessoal para o resto da vida...
será?
Será que é por isso que tenho tantos inimigos?
Assumo que não poupo meus amigos...
critico a quem tenho que criticar...
na intenção de melhorá-los...
até porque eu elogio...
quando são dignos de elogios...
meu elogio nunca foi fácil...
vou fazer um teste...
o Olivinha não jogou nada ontem...
pronto...
será que ele virou meu inimigo?
mas eu sempre elogiei ele...
como a vida inteira elogiei o Renatinho...
como a vida inteira elogiei o Pacheco...
será que basta uma crítica construtiva para o basqueteiro se afetar tanto?
pobre basquete brasileiro...
em tempo...
eu ainda não enlouqueci...
ainda não chegou o dia em que o Olivinha não deu um show de atitude e eficiência...
sou seu fã número 01...
ele jogou muito ontem...
mas se, numa aberração da natureza, um dia, ele jogar mal...
segunda-feira, 20 de maio de 2013
domingo, 19 de maio de 2013
A Teimosinha
Eu poderia ser um homem muito rico...
se houvesse, no basquete, alguma loteria...
desde os anos 90, quando conheci de perto o trabalho do Hélio Rubens...
que falei para ele que sempre apostaria na sua vitória.
Quem assiste à uma preleção do Hélio tem vontade de aquecer junto com o time...
quem vê o time dele aquecer após uma catastrófica derrota, imagina que a equipe acabou de conquistar um título.
Sua capacidade motivacional é estratosférica...
seu conhecimento sobre os conceitos do basquete são estratosféricos...
sua bagagem sobre o imponderável, que é o que rege uma partida de basquete, é estratosférica.
Ele já conquistou títulos com super-equipes, aonde era necessário um super-técnico que fosse mais estrela do que os jogadores...
ele já conquistou títulos fáceis, aonde só foi necessário conduzir o leme com sabedoria e cuidado...
ele já conquistou títulos difíceis, aonde foi necessário mexer com a atitude dos atletas durante a temporada...
ele já conquistou títulos impossíveis. quando foi necessária, além da evolução da sua própria equipe, e da queda das equipes adversárias, uma pequena intervenção do Mestre Pedroca, que sempre estará de plantão, lá em cima, para ajudar seu pupilo, que tanto se esforça para sucedê-lo.
Jamais esquecerei de uma declaração, muito tranquila, do Mestre Hélio Rubens, após a conquista de um grande título: "Esse time foi montado nesse ano. Apesar da conquista, meu trabalho só vai começar agora. Fizemos o básico para sermos campeões. A lapidação só acontece a partir do segundo ano de trabalho".
O pessoal da Loteria da Caixa bem que podia me dar uma força...
mas o pessoal do basquete de Uberlândia sabe das coisas...
uma Teimosinha no Hélio Rubens é dinheiro em caixa.
se houvesse, no basquete, alguma loteria...
desde os anos 90, quando conheci de perto o trabalho do Hélio Rubens...
que falei para ele que sempre apostaria na sua vitória.
Quem assiste à uma preleção do Hélio tem vontade de aquecer junto com o time...
quem vê o time dele aquecer após uma catastrófica derrota, imagina que a equipe acabou de conquistar um título.
Sua capacidade motivacional é estratosférica...
seu conhecimento sobre os conceitos do basquete são estratosféricos...
sua bagagem sobre o imponderável, que é o que rege uma partida de basquete, é estratosférica.
Ele já conquistou títulos com super-equipes, aonde era necessário um super-técnico que fosse mais estrela do que os jogadores...
ele já conquistou títulos fáceis, aonde só foi necessário conduzir o leme com sabedoria e cuidado...
ele já conquistou títulos difíceis, aonde foi necessário mexer com a atitude dos atletas durante a temporada...
ele já conquistou títulos impossíveis. quando foi necessária, além da evolução da sua própria equipe, e da queda das equipes adversárias, uma pequena intervenção do Mestre Pedroca, que sempre estará de plantão, lá em cima, para ajudar seu pupilo, que tanto se esforça para sucedê-lo.
Jamais esquecerei de uma declaração, muito tranquila, do Mestre Hélio Rubens, após a conquista de um grande título: "Esse time foi montado nesse ano. Apesar da conquista, meu trabalho só vai começar agora. Fizemos o básico para sermos campeões. A lapidação só acontece a partir do segundo ano de trabalho".
O pessoal da Loteria da Caixa bem que podia me dar uma força...
mas o pessoal do basquete de Uberlândia sabe das coisas...
uma Teimosinha no Hélio Rubens é dinheiro em caixa.
sábado, 18 de maio de 2013
A Super Liga
O basquete, de forma inteligente, batizou de Novo Basquete Brasil...
ficam todos comemorando a classificação para o NBB...
quem não é do ramo, não entende bem o que significa essa sigla...
as outras modalidades preferem chamar de Superliga...
não é fácil administrar uma Superliga...
equacionar as questões técnicas com o produto Basquete...
o produto tem que gerar lucro.
A Liga Nacional de Basquete (LNB) é uma empresa...
o NBB é um produto dela...
ela vende franquias...
e vende publicidades...
e vende direitos de transmissões.
A LNB foi criada após um enorme desgaste gerado pela então CBB com a primeira Liga de Clubes...
a Nossa Liga, presidida pelo ídolo Oscar Schmidt, foi quem enfrentou o sistema e trouxe a cultura atual...
a atual LNB teve que fazer concessões para poder nascer...
salvo engano, Vitória Basquete e Iguaçú BC possuem franquias e retornam na hora que desejarem...
péra aí...
se eles voltam na hora que quiserem, como é que a Superliga tem decesso e acesso?
confuso...
ontem, terminou o bizarro Triangular de Acesso...
assisti à um show de direção do técnico do Tijuca TC...
meu amigo Éldio Meireles está, a cada dia, melhor...
vocês sabiam que técnico de basquete fica, a cada dia, melhor?
olha o Hélio Rubens indo para mais uma final de Campeonato Brasileiro...
só a CBB não sabe disso...
Tijuca TC e Macaé conquistaram, em quadra, suas vagas...
péra aí...
o Tijuca TC tem uma franquia...
que confusão...
mas o que eu quero falar é outra coisa...
numa boa...
em 2013...
no mundo dos negócios do esporte...
não se pode nem pensar em se deixar o Fluminense de fora da Superliga...
ele é garantia de faturamento para todo mundo...
ele é garantia de aumento de cotas de televisão...
ele é garantia de aumento de bilheteria...
ele é garantia de aumento de verbas publicitárias...
o basquete tem que começar a provar que não é antropofágico...
realizem essa Superliga com a fórmula que for necessária...
mas que tenha Fla x Flu...
mas que tenha Palmeiras...
e que tenha uma Liga B estruturada no ano que vem...
com televisão...
com Leis de Incentivo ao Esporte...
com mais times se estruturando para gerar lucro ao basquete brasileiro.
ficam todos comemorando a classificação para o NBB...
quem não é do ramo, não entende bem o que significa essa sigla...
as outras modalidades preferem chamar de Superliga...
não é fácil administrar uma Superliga...
equacionar as questões técnicas com o produto Basquete...
o produto tem que gerar lucro.
A Liga Nacional de Basquete (LNB) é uma empresa...
o NBB é um produto dela...
ela vende franquias...
e vende publicidades...
e vende direitos de transmissões.
A LNB foi criada após um enorme desgaste gerado pela então CBB com a primeira Liga de Clubes...
a Nossa Liga, presidida pelo ídolo Oscar Schmidt, foi quem enfrentou o sistema e trouxe a cultura atual...
a atual LNB teve que fazer concessões para poder nascer...
salvo engano, Vitória Basquete e Iguaçú BC possuem franquias e retornam na hora que desejarem...
péra aí...
se eles voltam na hora que quiserem, como é que a Superliga tem decesso e acesso?
confuso...
ontem, terminou o bizarro Triangular de Acesso...
assisti à um show de direção do técnico do Tijuca TC...
meu amigo Éldio Meireles está, a cada dia, melhor...
vocês sabiam que técnico de basquete fica, a cada dia, melhor?
olha o Hélio Rubens indo para mais uma final de Campeonato Brasileiro...
só a CBB não sabe disso...
Tijuca TC e Macaé conquistaram, em quadra, suas vagas...
péra aí...
o Tijuca TC tem uma franquia...
que confusão...
mas o que eu quero falar é outra coisa...
numa boa...
em 2013...
no mundo dos negócios do esporte...
não se pode nem pensar em se deixar o Fluminense de fora da Superliga...
ele é garantia de faturamento para todo mundo...
ele é garantia de aumento de cotas de televisão...
ele é garantia de aumento de bilheteria...
ele é garantia de aumento de verbas publicitárias...
o basquete tem que começar a provar que não é antropofágico...
realizem essa Superliga com a fórmula que for necessária...
mas que tenha Fla x Flu...
mas que tenha Palmeiras...
e que tenha uma Liga B estruturada no ano que vem...
com televisão...
com Leis de Incentivo ao Esporte...
com mais times se estruturando para gerar lucro ao basquete brasileiro.
![]() |
| Fluminense é garantia de grandes públicos aonde jogar |
sexta-feira, 17 de maio de 2013
3 pra 2
Eu sei que a culpa é toda de Suzano...
eu sei que ano que vem não vai ter mais essa bizarra Seletiva para decidir quem joga o próximo NBB...
eu sei que estão acontecendo inúmeras reuniões no sentido de se criar um 2a. Divisão do Novo Basquete Brasil...
e que sendo comandada pelo competente Paulo Bassul...
ele se tornará um sucesso total...
e a partir daí...
o acesso e decesso...
passarão a ter critérios justos e harmoniosos...
mas os desse ano...
fazer cruzar equipes que pararam de jogar há um mês e meio...
obrigando-os a manter suas folhas salariais sem atividades...
para enfrentar equipes que estão jogando, praticamente, todos os dias...
é surreal.
Tijuca x Fluminense, hoje, às 18h, para podermos assistir ao jogão na Arena HSBC...
o Tijuca enfrentará o acúmulo de ácido lático, proporcionado pelo jogo de anteontem, após 45 dias sem jogar...
e o Fluminense enfrentará o desgaste psicológico e das pequenas lesões que vêm se acumulando ao longo dos sucessivos jogos que vem realizando na sua maratona...
o confronto não é igual...
como tem que ser qualquer competição...
mas o pior não é isso...
competição de 3 equipes...
jogando todas contra todas...
para classificar duas...
a situação está criada...
o Tijuca TC venceu o Macaé por 3 pontos de diferença...
o Macaé derrotou o Fluminense por 1 ponto...
o Tijuca TC tem saldo +3
o Macaé tem déficit -2
o Fluminense tem déficit -1
se no final do jogo de hoje, Tijuca TC x Fluminense...
o Fluminense estiver vencendo por 2 pontos...
a bola estiver com o Tijuca TC...
ele tentará a cesta?
para o jogo ir para a prorrogação?
quando a vitória do Fluminense, por 2 pontos, classifica as duas equipes para o NBB...
cada cabeça, uma sentença...
eu sempre militei no esporte para fazer história...
sempre defendi uma tese...
defendo, com minha alma, o resultado que me interessa...
mas dou o dobro, quando estou defendendo o interesse de outras pessoas...
eu arriscaria...
tenho certeza que não seria punido por tentar vencer sempre...
e não entraria para a história como tendo sido a equipe que se classificou ao perder propositalmente.
eu sei que ano que vem não vai ter mais essa bizarra Seletiva para decidir quem joga o próximo NBB...
eu sei que estão acontecendo inúmeras reuniões no sentido de se criar um 2a. Divisão do Novo Basquete Brasil...
e que sendo comandada pelo competente Paulo Bassul...
ele se tornará um sucesso total...
e a partir daí...
o acesso e decesso...
passarão a ter critérios justos e harmoniosos...
mas os desse ano...
fazer cruzar equipes que pararam de jogar há um mês e meio...
obrigando-os a manter suas folhas salariais sem atividades...
para enfrentar equipes que estão jogando, praticamente, todos os dias...
é surreal.
Tijuca x Fluminense, hoje, às 18h, para podermos assistir ao jogão na Arena HSBC...
o Tijuca enfrentará o acúmulo de ácido lático, proporcionado pelo jogo de anteontem, após 45 dias sem jogar...
e o Fluminense enfrentará o desgaste psicológico e das pequenas lesões que vêm se acumulando ao longo dos sucessivos jogos que vem realizando na sua maratona...
o confronto não é igual...
como tem que ser qualquer competição...
mas o pior não é isso...
competição de 3 equipes...
jogando todas contra todas...
para classificar duas...
a situação está criada...
o Tijuca TC venceu o Macaé por 3 pontos de diferença...
o Macaé derrotou o Fluminense por 1 ponto...
o Tijuca TC tem saldo +3
o Macaé tem déficit -2
o Fluminense tem déficit -1
se no final do jogo de hoje, Tijuca TC x Fluminense...
o Fluminense estiver vencendo por 2 pontos...
a bola estiver com o Tijuca TC...
ele tentará a cesta?
para o jogo ir para a prorrogação?
quando a vitória do Fluminense, por 2 pontos, classifica as duas equipes para o NBB...
cada cabeça, uma sentença...
eu sempre militei no esporte para fazer história...
sempre defendi uma tese...
defendo, com minha alma, o resultado que me interessa...
mas dou o dobro, quando estou defendendo o interesse de outras pessoas...
eu arriscaria...
tenho certeza que não seria punido por tentar vencer sempre...
e não entraria para a história como tendo sido a equipe que se classificou ao perder propositalmente.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
O Cronista Carente
O coração desse cronista-técnico, ou técnico-cronista, transbordou de alegria...
e de esperança...
eu sempre acreditei na Liga Nacional de Basquete...
e no Novo Basquete Brasil...
me perguntaram, outro dia, por quanto tempo, ele permanecerá novo...
eu penso que para sempre...
porque ele sempre estará sendo repensado e repaginado...
ontem, tive uma emoção diferente...
fui assistir ao jogo Tijuca TC x Macaé...
e levei um Choque de Basquete...
visível...
perguntei qual era a diferença daquele jogo para os jogos que eu tinha assistido em Macaé
Prestem atenção!
Perguntei...
perguntei porque não sabia...
a resposta foi óbvia...
essa competição é da Liga...
a outra, em Macaé, era da CBB.
Meu Deus...
a importância dos jogos era a mesma...
mas o nível da arbitragem...
mas a maior diferença foi outra...
A Liga convocou o Arnaldo Szpiro para representá-la..
decisão mais do que acertada...
já escrevi, nesse mesmo espaço, que ele é um dos melhores dirigentes do basquete brasileiro...
e que jogos de basquete não podem ser administrados pelas equipes locais...
a equipe mandante tem que se preocupar, somente, com a sua própria equipe...
e querer vencer o jogo...
toda a logística do jogo é responsabilidade da Liga...
e ninguém é melhor do que o Arnaldo para administrar tudo isso.
Conversar com o Paulinho Bassul também foi muito bom...
ele tem total domínio sobre as questões técnicas referentes ao basquete brasileiro...
ele debateu comigo as questões televisivas com muita lucidez e sabedoria...
é um grande Diretor-Técnico...
Descobri, ontem, que a idade está me amolecendo...
que estou carente...
que sou apaixonado pelo Bassul e pelo Szpiro...
mas afinal de contas...
eu já havia perdoado, de verdade, o Grego...
que havia demonstrado, para mim, uma enorme sinceridade...
mas a grande descoberta é óbvia...
e que a maioria dos basqueteiros ainda desconhece...
é que é bom demais ser tratado com carinho e respeito...
saber que seu curriculum tem valor...
e que as questões técnicas estão sendo tratadas por técnicos
para que leigos (ex-atletas e técnicos de outras modalidades) não invadam e apequenem a entidade-mãe...
transformando o basquete numa modalidade esportiva menor no contexto nacional.
e de esperança...
eu sempre acreditei na Liga Nacional de Basquete...
e no Novo Basquete Brasil...
me perguntaram, outro dia, por quanto tempo, ele permanecerá novo...
eu penso que para sempre...
porque ele sempre estará sendo repensado e repaginado...
ontem, tive uma emoção diferente...
fui assistir ao jogo Tijuca TC x Macaé...
e levei um Choque de Basquete...
visível...
perguntei qual era a diferença daquele jogo para os jogos que eu tinha assistido em Macaé
Prestem atenção!
Perguntei...
perguntei porque não sabia...
a resposta foi óbvia...
essa competição é da Liga...
a outra, em Macaé, era da CBB.
Meu Deus...
a importância dos jogos era a mesma...
mas o nível da arbitragem...
mas a maior diferença foi outra...
A Liga convocou o Arnaldo Szpiro para representá-la..
decisão mais do que acertada...
já escrevi, nesse mesmo espaço, que ele é um dos melhores dirigentes do basquete brasileiro...
e que jogos de basquete não podem ser administrados pelas equipes locais...
a equipe mandante tem que se preocupar, somente, com a sua própria equipe...
e querer vencer o jogo...
toda a logística do jogo é responsabilidade da Liga...
e ninguém é melhor do que o Arnaldo para administrar tudo isso.
Conversar com o Paulinho Bassul também foi muito bom...
ele tem total domínio sobre as questões técnicas referentes ao basquete brasileiro...
ele debateu comigo as questões televisivas com muita lucidez e sabedoria...
é um grande Diretor-Técnico...
Descobri, ontem, que a idade está me amolecendo...
que estou carente...
que sou apaixonado pelo Bassul e pelo Szpiro...
mas afinal de contas...
eu já havia perdoado, de verdade, o Grego...
que havia demonstrado, para mim, uma enorme sinceridade...
mas a grande descoberta é óbvia...
e que a maioria dos basqueteiros ainda desconhece...
é que é bom demais ser tratado com carinho e respeito...
saber que seu curriculum tem valor...
e que as questões técnicas estão sendo tratadas por técnicos
para que leigos (ex-atletas e técnicos de outras modalidades) não invadam e apequenem a entidade-mãe...
transformando o basquete numa modalidade esportiva menor no contexto nacional.
![]() |
| Paulinho Bassul é um profissional extremamente capacitado para exercer o cargo de Diretor-Técnico da Liga Nacional de Basquete |
quarta-feira, 15 de maio de 2013
O play-off justo
Só existe uma fórmula de play-off (melhor de 5) justa.
1a, 3a e 5a partida na casa do melhor colocado na fase anterior...
2a e 4a partida na casa do que tiver pior colocação na fase de classificação.
As outras fórmulas já foram discutas exaustivamente...
e ninguém chegou a conclusão nenhuma...
é claro que, num play-off equilibrado, qualquer um pode vencer qualquer um...
em qualquer lugar...
mas o desgaste do jogo fora de casa é sempre maior.
Ninguém no mundo usa a fórmula justa por causas econômicas...
principalmente televisivas...
da logística da televisão...
e sei que é muito difícil mexer nisso...
só escrevi essa crônica porque adoro fazer pensar...
mas que seria legal o primeiro jogo no Rio...
o segundo, em São José dos Campos...
o terceiro, no Rio...
segunda-feira, 13 de maio de 2013
A Televisão
Já me perguntaram se eu acho que a minha opinião está sempre certa...
e eu respondi que tenho que defender a minha opinião...
é óbvio...
e que ela muda...
e, que se ela mudar, passo a defender a nova opinião...
com a mesma veemência que defendia a opinião anterior.
Agora...
gostaria muito de saber quem pensa o basquete brasileiro...
quem pensa a grade de televisão dos campeonatos brasileiros...
adoro o NBB...
mas sempre fico com a sensação que o Sportv escolhe o jogo errado para transmitir...
escolhe sempre o jogo mais morno...
na Super Copa Brasil foi demais...
o regulamento da competição rezava que tínhamos duas decisões nas semifinais...
tivemos um Fluminense 108 x 106 Universo (GO), na prorrogação, que definia quem seguiria no sonho de alcançar o NBB...
e ninguém contou isso para o programador do Sportv...
ninguém contou que a finalíssima não valia muita coisa...
aliás...
mudando de assunto...
é sério que o jogo que decide o classificado para o próximo NBB é na mesma cidade e na mesma hora que Flamengo x São José?...
o basquete é antropofágico...
por falar em Sportv...
ele vai transmitir essa Seletiva?...
mas eu fiquei com uma dúvida...
coisa de quem tem a mania de pensar...
se rasgaram o regulamento...
se permitiram que a Assembléia Paraense investisse na Copa Norte acreditando que teria as passagens aéreas para a Fase Final...
se correram todos os riscos de que a equipe paraense entrasse com uma liminar e paralisasse a competição dentro do seu direito...
o Sportv não deveria, no mínimo, garantir umas 10 passagens aéreas para o time paraense para poder transmitir essa competição?
e eu respondi que tenho que defender a minha opinião...
é óbvio...
e que ela muda...
e, que se ela mudar, passo a defender a nova opinião...
com a mesma veemência que defendia a opinião anterior.
Agora...
gostaria muito de saber quem pensa o basquete brasileiro...
quem pensa a grade de televisão dos campeonatos brasileiros...
adoro o NBB...
mas sempre fico com a sensação que o Sportv escolhe o jogo errado para transmitir...
escolhe sempre o jogo mais morno...
na Super Copa Brasil foi demais...
o regulamento da competição rezava que tínhamos duas decisões nas semifinais...
tivemos um Fluminense 108 x 106 Universo (GO), na prorrogação, que definia quem seguiria no sonho de alcançar o NBB...
e ninguém contou isso para o programador do Sportv...
ninguém contou que a finalíssima não valia muita coisa...
aliás...
mudando de assunto...
é sério que o jogo que decide o classificado para o próximo NBB é na mesma cidade e na mesma hora que Flamengo x São José?...
o basquete é antropofágico...
por falar em Sportv...
ele vai transmitir essa Seletiva?...
mas eu fiquei com uma dúvida...
coisa de quem tem a mania de pensar...
se rasgaram o regulamento...
se permitiram que a Assembléia Paraense investisse na Copa Norte acreditando que teria as passagens aéreas para a Fase Final...
se correram todos os riscos de que a equipe paraense entrasse com uma liminar e paralisasse a competição dentro do seu direito...
o Sportv não deveria, no mínimo, garantir umas 10 passagens aéreas para o time paraense para poder transmitir essa competição?
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