sexta-feira, 19 de setembro de 2025

CHORO DE VENCEDOR

O Flamengo é um time europeu jogando na América do Sul. A afirmação do Carpini, jovem técnico do Juventude, ontem, foi mais verdadeira do que nunca. O problema é que o Estudiantes é um time sul-americano jogando na América do Sul. E para piorar, o árbitro colombiano também era, ontem, um árbitro sul-americano apitando na América do Sul. Amei a responsável declaração do Filipe Luís afirmando que não existe roubo no esporte. O que existem são erros graves, imperdoáveis. E, ontem, vimos uma das equipes de arbitragem mais despreparadas da história da Libertadores. A prepotência passou até pelo 4º árbitro, que pensou que poderia alertar o técnico argentino sobre a necessidade de substituir um lateral que seria expulso na próxima falta excessiva. A verdade é que, no futebol, o fator ‘imponderável’ costuma ser decisivo. A cultura argentina prega a disputa por espaço por cada centímetro do campo. O mental deles é fortíssimo. E jamais darão nada de graça para ninguém. Outra verdade é que sempre temi vencer uma partida antes da hora. Quando se consegue ampla vantagem no primeiro terço da partida, a tendência é puxar o freio de mão na sequência do jogo. E não iremos parar de falar que futebol se decide somente nos últimos trinta minutos jogados. Voltando a falar sobre arbitragem, o que foi a expulsão do Plata? No lance, mão do argentino e pênalti para o Flamengo. O Var, infelizmente, deveria estar no banheiro nessa hora. Na sequência, o Plata interceptou a bola e foi chutado por outro argentino, em lance que seria falta para o Flamengo e cartão amarelo para o defensor adversário. O árbitro? Vocês já sabem o final dessa novela colombiana. O gol do Estudiantes? A bola bateu na mão do atacante argentino, o que, pela regra europeia, anularia a sequência do lance. Por falar em regra europeia, na Espanha se julga cartões amarelos. Em Madrid, o Plata seria absolvida e poderia participar da 2ª mão em La Plata. Enfim... Vamos falar um pouco do futebol ponderável? O início da partida me lembrou aquelas lutas do Mike Tyson. Com os argentinos representando o Maguila. No segundo tempo, os Hermanos voltaram com duas linhas de 6... Com o árbitro na primeira linha, atuando de líbero... E o 4º árbitro na segunda, orientando com uma liderança invejável. É... tá difícil falar só de futebol. Péra aí. O Carrascal não é o substituto do Arrascaeta? Será que foi o 4º árbitro que soprou na orelha do Filipe para colocar o Luíz Araújo? Pronto! Já estou eu falando de arbitragem de novo. Vou tentar falar só do ponderável novamente. Que partida dos laterais do Flamengo. A alternância entre direita e esquerda é uma enorme novidade. Ayrton Lucas e Varella vão brilhar muito no resto dessa temporada. Ontem, o cruzamento do Ayrton para o golaço do Varela premiou esse novo comando do Filipismo. E o gol que o Pedro não fez porque resolveu não chapar cruzado? Revi o lance e acho que ele foi genial. O problema é que o Muslera, que já andou fazendo milagres defendendo o gol uruguaio contra a Argentina, ontem, com 39 anos de idade, realizou uma defesa improvável. Por falar em goleiros geniais, como o Rossi melhora sua colocação a cada jogo. Ele está sempre no lugar certo. No centímetro correto. Tem hater rubro-negro que não gosta disso. Prefere aquelas defesas que, pelo fato do arqueiro estar fora da posição ideal, tem que fazer movimentos circenses para não levar o gol.

segunda-feira, 15 de setembro de 2025

Fonte Infinita de Sabedoria e Carinho

Poder criar um filho no esporte de rendimento é uma dádiva divina. Quando a criança tem um avô que é referência no esporte, então... Afinal de contas, essa avô significará uma fonte infinita de sabedoria e carinho. Nesse final de semana, fomos prestigiar o VI Circuito de Natação Petiz do Rio de Janeiro, que tem como gestor o diferenciado Celso Oliveira. Como é de praxe, nas arquibancadas, grandes nomes do esporte do Rio se emocionando com a sequência de gerações. Na piscina, Luiza Passos (11 anos), brilhando sob o olhar atento do seu avô, Eleandro Jannibelli. "Foi muito legal. Nadei 100 peito para 1'34'' na piscina de 50 metros. Prefiro a de 25. Já tenho 1'31'' na piscina curta", afirmou Luiza, abraçada ao exigente vovô. "Ela tem boa virada. Por isso, se destaca nas provas em piscinas curtas", emendou Eleandro. "Escolhi, preferencialmente, o nado de peito por ter mais facilidade de execução, mas ainda terino todos os estilos. É muito cedo para qualquer especialização", prosseguiu Luiza. "Foi um sonho desfilar no gramado do Maracanã diante da torcida do Flamengo. Fomos convidados após conquistarmos o Estadual de Petiz. Quero ser nadadora de ponta. Se possível, conquistar uma medalha olímpica". Eleandro Jannibelli tem uma linda história na natação brasileira. "Minha jornada de técnico começou em 1972 no Olaria, quando ainda era estagiário de natação e pude realizar alguns cursos de especialização. Em 1973, fui convidado para trabalhar na Universidade Gama Filho, sempre orientado pelos excelentes profissionais, José Basilone Neto e Rui Essucy. Em 1974, o professor Alberto Klar, que hoje é meu compadre, me levou para o Flamengo, que sempre foi meu clube de coração. Na Gávea, trabalhei com ícones como Rômulo Arantes, Daltely Guimarães, Alberto Klar, Paulo Rei, entre outros. Durante esse período conquistamos campeonatos estaduais e brasileiros em todas as categorias. Dezenove anos consecutivos de campeonatos estaduais, treze Brasileiros absolutos, a conquista definitiva do Troféu José Finkel, quando tivemos que vencer cinco vezes o Brasileiro de Inverno. Mantivemos uma longa hegemonia e fomos a base das seleções brasileiras. Desse trabalho, surgiram frutos do tamanho de Rômulo Arantes, Marcos Goldenstain, Ricardo Prado, Jorge Fernandes, André Teixeira, Xuxa, Rafael Thuin, Marcelo Jucá, Maria Elisa Guimarães, Paula Amorim, Patrícia Amorim, entre outros, que me levaram a ser incluido na Calçada da Fama do Flamengo". "Hoje, meus netos, Luiza Passos Jannibelli Manso e Hugo Passos Jannibelli Manso seguem nosso caminho e são nadadores do Flamengo", prosseguiu Eleandro. "A natação sempre me trouxe muita felicidade". "Ah! Ia esquecendo do Cesar Ciello, o homem mais rápido do mundo. Do Nicholas Santos e do Edvaldo Valério, também. Trabalhei com atletas inesquecíveis. Cícero Tortelli, Júlio Rebollal, Pedro Monteiro, Roberto Fiuza Neto. A lista não tem fim". Cheio de orgulho, com os olhos marejados, Eleandro falou sobre sua neta: "Ela iniciou o aprendizado na escolinha do Flamengo, há 2 anos atrás, com o professor Fernandinho, que enxergou nela muita aptidão, facilidade de aprendizagem e o gosto por nadar. Ela nem precisou passar pela pré-equipe. O Fernando, excelente técnico de rendimento que, na época, comandava o mirim, a convidou para integrar a equipe. A Luiza tem verdadeira paixão por ele. Ela desenvolveu rapidamente o nado peito e já se destaca não só no Flamengo, como em toda a natação do Rio de Janeiro. O Petiz do Flamengo conquistou o Estadual de Inverno e o clube colocou os atletas para desfilar no gramado do Maracanã. Foi emocionante demais ver minha neta sendo aplaudida por mais de 70.000 rubro-negros. O vovô chorou demais", finalizou Eleandro.

quarta-feira, 11 de junho de 2025

GUERREIRÕES DO HENRIQUE LAGE DERROTAM TORRES GÊMEAS DO RAUL VIDAL E SEGUEM INVICTOS NOS JOGOS ESCOLARES DE NITERÓI

Após um primeiro quarto esplendoroso, muito próximo à perfeição (16 x 01), os guerreirões do basquete masculino da Escola Técnica Henrique Lage pisaram no freio, tiveram dificuldades para conter as torres gêmeas adversárias (os irmãos gêmeos Bryan e Rodrigo Rodrigues, de 1,96m, ambos), sofreram com a reação adversária, mas conseguiram derrotar o C.E. Raul Vidal por 23 x 19. A partida aconteceu no ginásio do Barreto. O Henrique Lage segue invicto nos Jogos Escolares de Niterói após duas rodadas. Os cestinhas do Lage foram os seguintes: Kaoan Velasco (11); Guilherme Francisco (06); Yan Francisco (04); Thadeu Ibraim (02); João Henrique; Davi Victor; Eduardo Henrique; Pedro Luiz; Heros Oliveira; Miguel Matsumoto, Eduardo Correa e Davi Silveira. Técnico: João Carlos. “Na verdade, sou goleiro de futebol, mas também gosto de jogar basquete”, declarou Bryan (17 anos), demonstrando que a altura também passou a ser importante nessa função do futebol. “Sou zagueiro”, completou o irmão gêmeo Rodrigo. Definitivamente, a procura por prospects altos chegou ao futebol. O pivô do Henrique Lage, Guilherme (1,89m) foi quem teve a obrigação de equilibrar a tabela com os gigantes adversários. “Comecei jogando vôlei, mas curto basquete. Eles deram muito trabalho”.
Rodrigo Kanbach, árbitro da partida, é um dos melhores técnicos em basquetebol do Brasil
Jordão Bruno é um ícone do basquete de Niterói MAIS IMAGENS NO INSTAGRAM: @GUIKROLL

terça-feira, 10 de junho de 2025

GUERREIRINHAS DO BASQUETE FEMININO DO HENRIQUE LAGE DERROTAM SÃO VICENTE DE PAULO

Lindsay Louise e Lara Pita
Lindsay Louise e Lara Pita

09 de junho de 2025. Ginásio da Escola Técnica Estadual Henrique Lage.

Segunda rodada do basquete feminino dos Jogos Escolares de Niterói.

Henrique Lage 18 x 12 São Vicente de Paulo.

Anotaram na vitória das Guerreirinhas do Lage: Lara Pita (09); Lindsay Louyse (05); Emily Vitória (04); Juliana Costa; Jéssica Oliveira; Maria Clara; Marina Nascimento; Emanuela Vitória; Maria Luísa; Mariana Silva; Bhrenda Ferreira e Julie Fernanda. Técnico: João Carlos.

A pivô Lara Pita fez a diferença. A equipe do Henrique Lage pôde arremessar sem grandes preocupações porque a gigante Lara garantia os rebotes. Ela foi a principal cestinha da grande vitória.

A armadora Lindsay Louyse também se destacou na partida. Esbanjando categoria, ela conduziu a bola por toda a quadra e finalizou com a tranquilidade de saber que contava com a Lara nos rebotes ofensivos.

“É muito bom arremessar sabendo que, se errar, a Lara corrige. Isso me dá tranquilidade para jogar”, explicou Lindsay.

“Confesso que estava muito nervosa. Meu papel no time é esse. Corrigir os erros das minhas companheiras. Estou muito feliz em ter sido a cestinha da partida, mas o mais importante foi ter conquistado a vitória para dedicar à essa torcida maravilhosa do Henrique Lage”, concluiu Lara.

Mais imagens no Instagram: @guikroll
 

quarta-feira, 4 de junho de 2025

AS GUERREIRINHAS DO HENRIQUE LAGE, O IMPORTANTE É QUE EMOÇÕES EU VIVI, PAREDÃO IMPORTADA DA LINHA DO HANDEBOL, TORCIDA CAMPEÃ, ROBERTINHO SHOW , O GOL É UM DETALHE E QUASE UM BRASIL X ALEMANHA

 

Hoje foi a estreia do futsal feminino da Escola Técnica Estadual Henrique Lage nos Jogos Escolares de Niterói 2025. O adversário foi o forte time do Cejota.
A torcida do Henrique Lage voltou a dar um show a parte. Arquibancada lotada, alegria predominando e pouca importância para o resultado do jogo. O gol era somente um detalhe.
O esporte educacional vivendo seu melhor momento.
Quando o placar anotava, rapidamente, 7 x 0 para o time visitante, com direito a um gol da goleira do Cejota... uma brilhante sacada do técnico da casa: colocou a Maíra no gol. 
Ela é jogadora de linha do handebol...
e, só pelo fato de não ter medo da bola e saber atuar sobre pressão, o jogo mudou. 0 x 0 daí em diante, com direito a trave salvando aquele que seria o famoso gol que o Brasil marcou contra a Alemanha.
O professor Robertinho, ícone do Henrique Lage, foi o destaque da partida. Além de ter seu nome ovacionado pelos alunos locais...
ele parou o jogo no momento em que sua torcida debochou da própria equipe num gol adversário. Atravessou a quadra e, de dedo em riste, ensinou boas maneiras para sua própria torcida.
Haters em jogo escolar, jamais!
 

Guilherme Kroll, João e Robertinho

Maíra, paredão importado da linha do handebol



















segunda-feira, 2 de junho de 2025

MAIS FOTOS E VÍDEOS DE HENRIQUE LAGE 18 X 17 LICEU

 









VÍDEOS










CESTA DE OURO, BASQUETE RAÍZ, GINÁSIO LOTADO, PUREZA ESCOLAR, HENRIQUE LAGE BRILHANDO


Rodada inaugural dos Jogos Escolares de Niterói 2025.
Ginásio da Escola Técnica Estadual Henrique Lage lotado de alunos esbanjando alegria.
Basquete Masculino Sub-16.
Henrique Lage 18 x 17 Liceu, com direito à Cesta de Ouro...
do cestinha de ouro Kaoan Velasco, que anotou mais da metade dos pontos da sua equipe.
Invasão de quadra e comemoração como se fosse de título.
"Muito feliz por viver esse momento histórico. Todo atleta sonha em ser protagonista de uma grande vitória. Não sou diferente", afirmou Kaoan, dono da camisa 14 do Henrique Lage. "Agora é treinar mais para vencer o próximo jogo. Tivemos poucas jogadas em conjunto. Precisamos adquirir mais ataques em duplas. Vamos ganhar entrosamento".