quarta-feira, 11 de junho de 2025
GUERREIRÕES DO HENRIQUE LAGE DERROTAM TORRES GÊMEAS DO RAUL VIDAL E SEGUEM INVICTOS NOS JOGOS ESCOLARES DE NITERÓI
terça-feira, 10 de junho de 2025
GUERREIRINHAS DO BASQUETE FEMININO DO HENRIQUE LAGE DERROTAM SÃO VICENTE DE PAULO
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| Lindsay Louise e Lara Pita |
09 de junho de 2025. Ginásio da Escola Técnica Estadual
Henrique Lage.
Segunda rodada do basquete feminino dos Jogos Escolares de
Niterói.
Henrique Lage 18 x 12 São Vicente de Paulo.
Anotaram na vitória das Guerreirinhas do Lage: Lara Pita
(09); Lindsay Louyse (05); Emily Vitória (04); Juliana Costa; Jéssica Oliveira;
Maria Clara; Marina Nascimento; Emanuela Vitória; Maria Luísa; Mariana Silva;
Bhrenda Ferreira e Julie Fernanda. Técnico: João Carlos.
A pivô Lara Pita fez a diferença. A equipe do Henrique Lage
pôde arremessar sem grandes preocupações porque a gigante Lara garantia os
rebotes. Ela foi a principal cestinha da grande vitória.
A armadora Lindsay Louyse também se destacou na partida.
Esbanjando categoria, ela conduziu a bola por toda a quadra e finalizou com a
tranquilidade de saber que contava com a Lara nos rebotes ofensivos.
“É muito bom arremessar sabendo que, se errar, a Lara
corrige. Isso me dá tranquilidade para jogar”, explicou Lindsay.
“Confesso que estava muito nervosa. Meu papel no time é
esse. Corrigir os erros das minhas companheiras. Estou muito feliz em ter sido
a cestinha da partida, mas o mais importante foi ter conquistado a vitória para
dedicar à essa torcida maravilhosa do Henrique Lage”, concluiu Lara.
Mais imagens no Instagram: @guikroll
quarta-feira, 4 de junho de 2025
AS GUERREIRINHAS DO HENRIQUE LAGE, O IMPORTANTE É QUE EMOÇÕES EU VIVI, PAREDÃO IMPORTADA DA LINHA DO HANDEBOL, TORCIDA CAMPEÃ, ROBERTINHO SHOW , O GOL É UM DETALHE E QUASE UM BRASIL X ALEMANHA
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| Guilherme Kroll, João e Robertinho |
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| Maíra, paredão importado da linha do handebol |
segunda-feira, 2 de junho de 2025
CESTA DE OURO, BASQUETE RAÍZ, GINÁSIO LOTADO, PUREZA ESCOLAR, HENRIQUE LAGE BRILHANDO
sábado, 12 de janeiro de 2019
Torcedor erra... Alex e Rogério lutam por mais medalhas... e Bauru trabalha para botar fogo no NBB
e obtivemos 2016 visualizações.
Tínhamos leitores fiéis em todas as cidades basqueteiras do Brasil.
Confesso que estou inseguro em retomar esse hobby.
Mas não custa escrever um para ver o que acontece.
Ontem, fui em General Severiano para assistir Botafogo 74 x 80 Bauru, pelo NBB.
Quando vi o time de Bauru...
custei a acreditar.
Demétrius, Vanderlei, Rogério e Hudson no comando.
Alex, Fúlvio, Lucas, Jeferson, Larry Taylor, Ruiz, Marcão, Gustavo...
Quanto custa esse time?
Escrete para ser campeão.
Me falaram que estão na parte de baixo da classificação.
Custei a acreditar.
Gostei demais do espírito alvi-negro.
A superação física do Botafogo foi evidente.
Talvez resida aí o problema bauruense.
Como escrever um Ora, Bolas sem teorizar?
O Botafogo correu demais... marcou demais...
e só acertou 40% dos seus lance-livres.
Bauru correu de menos... marcou de menos...
mas chegou esbanjando categoria no final da partida.
Nós, jurássicos, temos a dimensão que basket ball... significa bola-ao-cesto.
Quase um tiro ao alvo.
Uma equipe que se desgasta na defesa além da conta...
tem seu índice de acertos comprometido.
O segredo está no ponto X.
Defesa com suprema inteligência...
e ataque mais equilibrado.
Gostei demais do filho do Chuí. O Cauê joga muito.
No Bauru, por incrível que pareça, meu MVP vai para o Gustavo.
Ele corre por ele... e por Bauru inteira.
Sempre considerei o Fúlvio como um dos maiores gênios que já vi jogar.
Mas tem que jogar com felicidade... com soltura.
O Mortari (que golaço da Fox em contratá-lo como comentarista) afirma que o Marquinhos (Flamengo) é o melhor jogador em atividade no país.
Afirmo, sem medo de errar, que o Jeferson é do mesmo naipe que ele. Só que a bola de 3 tem que estar calibrada.
Um torcedor da arquibancada botafoguense errou feio...
quando começou o segunto tempo (ainda existe isso?)...
ele gritou: "Alex, se aposenta!". O Brabo sorriu...
Pensei comigo. Ninguém segura mais ele...
Só sei que tudo mudou.
Um time que tem o Alex em quadra... e o Rogério Klafke no banco... obrigatoriamente é vencedor.
Já imaginou somar as medalhas que os dois têm em casa?
O Larry Taylor é monstro. Um monstro elegante...
e o Lucão? Acho que ficou tempo demais no banco.
Sua bola de 3 decisiva premiou seu talento.
Ele faz bolas de pivô que lembram o basquete do meu tempo.
O Botafogo jogou desfalcado de Jamaal, Murilo Becker e Coelho.
Atuou sem armador de ofício...
e logo num dia que havia Larry Taylor e Fúlvio do outro lado.
Jogou na atitude, na superação, na volúpia, no limite.
Gosto demais do comando alvi-negro.
Aliás, aproveito para agradecer ao enorme carinho que recebi de todos.
Vou torcer para que os craques voltem logo.
O Botafogo merece um lugar de destaque nesse NBB.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
Anjos e Demônios em busca de mais Moicanos no Basquete Brasileiro
Ontem, foi aquele dia do ano em que recebo Alberto Bial em Macaé.
O Bial tem uma história no Basquete muito próxima a mim.
Apesar de ser 8 anos mais velho... seguimos uma trilha parecida.
Ele cursou sua fase colegial no Santo Inácio... e eu no Santo Agostinho, ambos no Rio de Janeiro.
Sinceramente, dois dos grandes colégios do Brasil.
Tínhamos pontos para cursar qualquer faculdade que escolhêssemos...
e optamos por fazer Educação Física... na UERJ... que era referência na área esportiva.
Bial foi um dos grandes armadores que vi jogar.
Ele tinha magia no seu jeito de atuar. Ninguém matava bola na sua frente.
Em outro 'Ora, Bolas!' explico o motivo.
O Bial era genial jogando. Ele sempre foi um líder nato.
Ontem, convidei-o para ministrar uma palestra para o recém formado grupo 'Esportes em Macaé'...
que criamos em parceria com a AABB local.
Macaé vive, e respira... futebol.
e o futebol é o esporte mais egocêntico do Brasil.
Quem assistiu a palestra ficou extasiado.
Meus filhos estiveram presentes... e isso não tem preço.
Eles receberam um banho de cidadania, atitude... postura, magia, carisma... e muitas outras valências que nenhuma escola ensina.
Só sei que quem não foi, perdeu.
O Bial é um dos últimos moicanos.
É da escola aonde os 'head coaches'... ou técnicos principais, tinham que ter mestrado em vida, psicologia, didática, pedagogia, comunicação... e muito mais.
Tinham que saber dominar a relação com atletas insatisfeitos (lembrando que um time de basquete é formado por 7 atletas insatisfeitos, e 5 desconfiados)...
com sua própria torcida... com a torcida adversária...
com seus dirigentes... e com os demais comandantes de todas as esferas...
com a arbitragem...
além de pais de atletas... e da mídia em geral.
Um técnico de basquete tem que encantar... dominar.
A Hortência já me disse várias vezes... que, até hoje, ainda treme quando vê a Maria Helena Cardoso, a Rainha Vitória... na sua frente.
Técnico que pede tempo para desenhar a próxima jogadinha numa pranchetinha...
não é técnico de basquete.
As jogadinhas são exaustivamente ensaiadas nos treinamentos.
As pranchetinhas só devem ser utilizadas para um possível improviso.
Uma equipe tem que ter um cartel de opções táticas.
Quem seleciona a próxima opção... é o armador, dentro da quadra.
Ele é quem tem a leitura instantânea do jogo.
O técnico é seu auxiliar.
Sugere a melhor opcção no seu ouvido...
e socorre os demais atletas... aonde eles estiverem errando.
O Bial é um Técnico de Basquete... e de vida.
Montou no Ceará... um dos mais bonitos projetos esportivos do Brasil.
Ele sempre foi referência em todos os lugares por onde passou.
E desenvolver o esporte cearense... foi um dos seus grandes desafios.
A Seleção Brasileira precisa dele.
Nosso basquete CBB está no fundo do poço.
O silêncio dos inocentes basqueteiros está ensurdecedor.
Precisamos do seu carisma... e da sua veia midiática.
Precisamos da sua competência... e do seu amor pelo esporte... e pela vida.
Não sei bem quem está escrevendo essa crônica...
se é meu anjinho... ou se é o diabinho.
Só sei que é o primeiro 'Ora, Bolas!' do mês de dezembro.
O último que escrevi, em novembro... superou a marca das 2.000 visualizações em todo o Brasil.
Nem assim me senti motivado a abrir um pouquinho do tempo que estou dedicando ao futebol.
Só o Bial para despertar isso em mim.
Será que estou me tornando egocêntrico... como fruto de estar trabalhando no futebol?
Ou será que aderi ao silêncio dos inocentes também?
Só sei que acordei com vontade de gritar.
Com vontade de berrar contra aqueles que agrediram o Edvar Simões em São José dos Campos...
com vontade de gritar contra aqueles que agrediram o Bial no jogo contra o Flamengo...
com vontade de lutar contra aqueles que deturparam a cultura esportiva brasileira...
com vontade de escrever contra dirigentes casuístas que se perpetuam com o voto de 14 corruptos...
e com vontade de detonar aqueles que se calam diante do maior escândalo da história do basquete brasileiro...
acreditando que o NBB é suficiente para sustentar a popularidade de um dos esportes mais importantes da nossa sociedade.
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| Bial recebeu o diploma de amigo do Esporte em Macaé |


































