Moro no eixo Rio de Janeiro - Macaé há 8 anos.
Nunca escondi que não gosto do projeto de basquete de Macaé.
A cultura esportiva brasileira prega que não devemos nos importar com a origem dos recursos financeiros investidos no esporte.
Em ano olímpico...
é capaz de ser anti-patriótico falar sobre isso.
Então... deixa para lá... por enquanto.
Ontem, fui ao Juquinha assistir Macaé 88 x 79 Vitória Universo (BA).
Só sei que o time macaense não tem nada a ver com meu sentimento sobre o projeto.
Como jogam o Eddy... o Márcio... e o Mosso.
A equipe macaense estava esfacelada.
Em último na tabela de classificação...
e sem jogadores importantes na rotação do plantel.
O Caleb Brown foi embora...
o Murilo também.
Só que o Vitória fez a pior partida... que poderia fazer.
Tenho falado aqui... que sistema defensivo bom...
é o individual...
sem abusar de dobras alucinantes... de trocas desequilibrantes... e de rotações exaustivas.
Só que isso vale quando se enfrenta equipes de alto rendimento.
Ontem...
foi uma das piores partidas das carreiras de Jason Smith, Calvo, Kojo...
e principalmente...
dos pivôs Renan e Feliz.
Não resta dúvida que a defesa mista macaense funcionou.
mas o que foi o ataque baiano?
Macaé jogou 33 minutos sem pivôs.
E o Vitória conseguiu sair do jogo com apenas 13 assistências (contra 25 de Macaé).
Os gigantes da equipe baiana só recebiam bolas... de costas para a cesta.
Nada de pick'n rolls... nem de movimentações aonde os pivôs recebem a bola de frente... e próximos a cesta.
Em nenhum momento... atuaram os 2 gigantes juntos.
Somente... faltando 8 minutos para terminar o jogo...
foi que o Régis, técnico da Universo... resolveu chutar o balde.
Desistiu dos seus pivôs... e passou a jogar com 5 baixos.
Literalmente... nivelou por baixo.
Foi quando aumentou a produtividade individual dos seus atletas...
e o 4o. quarto terminou 32 x 31 para sua equipe.
Voltando à Macaé...
o Eddy anotou 12 pontos... nos primeiros 5 minutos de jogo.
Ele realizou jogadas espetaculares muito acima da linha do aro...
e está demonstrando maestria nas jogadas em vários tempos.
Dá gosto de ver o Márcio Dornelas jogar.
Mesmo numa noite em que não começou acertando...
ele manteve sua personalidade durante toda a partida...
e cresceu nos momentos decisivos do jogo.
Não posso encerrar esse 'Ora, Bolas!' sem falar da vitória do Basquete Cearense sobre o Flamengo, no Rio.
Já que falei em beleza de projetos...
curto demais o projeto cearense.
O Mago Bial (pedindo licença ao ídolo Rossinho)... está sabendo dirigir com equilíbrio...
um plantel que tem que ser equilibrado.
Audrei (37 minutos em quadra)... Duda Machado (35)... Davi (35)... Toledo (33).
Todos brilhando individualmente.
O time vem se destacando defensivamente (conseguiu fazer o Flamengo anotar somente 66 pontos)...
mas valorizando... e muito... o ataque.
No Flamengo...
Vários craques atuando menos de 20 minutos por jogo.
Ninguém conseguindo brilhar... no aspecto individual...
e um elenco exagerado de mega estrelas...
não conseguindo manter média de 80 pontos por confronto.
Felizmente...
a modernidade não consegue modificar os conceitos básicos do jogo.
Titular sempre será titular...
mas sem cadeira cativa.
Time titular é o que estiver melhor... naquele momento da temporada.
Reserva tem que saber que é reserva... e cumprir funções quando os titulares não estiverem funcionando.
Titular começa e termina a partida.
E cada uma das 5 funções (dividida entre titulares e reservas)...
tem que ter como objetivo...
anotar 20 pontos por jogo...
somando uma média...
de aproximadamente, 100 pontos em cada partida.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Muricy anula Arão... curte carrapatos... e time não incendeia a torcida rubro-negra
Minha decepção com o Muricy é total.
Ele foi colocado como o símbolo maior da reeleição da atual administração azul do Flamengo.
Muito foi dito que ele estava arejado...
que realizou cursos no melhor clube da Espanha.
Mas parece que nada mudou.
Temos que reconhecer que a seriedade aumentou...
que o bonde da Stella anda estacionado em algum lugar escondido...
e que os jogadores estão muito mais comprometidos.
Mas não existe futebol (em 2016)... sem se pensar em parte tática.
Nos primeiros jogos do Flamengo nessa temporada...
foi unanimidade... nas redes sociais rubro-negras...
que o time melhorou muito com a contratação do volante-meia William Arão.
Teve comentarista fera do Sportv...
que chegou a analisar que o Arão era um meia diferenciado...
mas que ainda era um volante limitado.
Esse 'Ora, Bolas!' comentou que o Flamengo não poderia sonhar mais alto...
enquanto jogasse com um volante de contenção.
Analisamos que o Márcio Araújo era jogador de time médio.
E não é que o Muricy surtou ao jogar em São Januário?
Nosso melhor jogador ofensivo nos jogos anteriores...
aquele mesmo que marcou 2 gols contra a Portuguesa...
foi proibido de ultrapassar o meio-de-campo.
O Muricy ficou com medo do Nenê, do Vasco.
Será que só esse "Ora, Bolas!' não vê nada demais no meia vascaíno?
O William Arão foi escalado para ser um carrapato.
O Flamengo jogou com 2 volantes de contenção.
E ainda vai ter gente dizendo que não fazer gols...
é culpa do craque Guerrero.
A equipe de juniores do Flamengo...
deu show na Copinha...
jogando com 2 volantes-meias.
Ronaldo e Trindade se destacavam...
por fazer lançamentos geniais...
por aparecerem em todos os setores do ataque... em momentos decisivos...
e por terem chutes perigosos de fora da área.
Pelo visto...
jamais jogarão nos profissionais.
Eles têm muito futebol... para ficarem jogando de carrapato.
A torcida do Flamengo não merece isso.
Uma torcida que não teve medo de ir à São Januário...
que não tem medo de ir nas padarias no dia seguinte aos jogos...
não merece ter um técnico que escala carrapatos.
Queremos volantes de alto nível.
Queremos que deixem o William Arão atacar...
e que se escalem meias que exerçam a cobertura... e a recomposição... necessária.
Queremos um time que ataque por todos os setores.
Que contagie a torcida durante os 90 minutos.
Queremos um técnico que saiba que não é a torcida que tem que contagiar o time...
e sim...
o time que tem que incendiar a torcida.
Ele foi colocado como o símbolo maior da reeleição da atual administração azul do Flamengo.
Muito foi dito que ele estava arejado...
que realizou cursos no melhor clube da Espanha.
Mas parece que nada mudou.
Temos que reconhecer que a seriedade aumentou...
que o bonde da Stella anda estacionado em algum lugar escondido...
e que os jogadores estão muito mais comprometidos.
Mas não existe futebol (em 2016)... sem se pensar em parte tática.
Nos primeiros jogos do Flamengo nessa temporada...
foi unanimidade... nas redes sociais rubro-negras...
que o time melhorou muito com a contratação do volante-meia William Arão.
Teve comentarista fera do Sportv...
que chegou a analisar que o Arão era um meia diferenciado...
mas que ainda era um volante limitado.
Esse 'Ora, Bolas!' comentou que o Flamengo não poderia sonhar mais alto...
enquanto jogasse com um volante de contenção.
Analisamos que o Márcio Araújo era jogador de time médio.
E não é que o Muricy surtou ao jogar em São Januário?
Nosso melhor jogador ofensivo nos jogos anteriores...
aquele mesmo que marcou 2 gols contra a Portuguesa...
foi proibido de ultrapassar o meio-de-campo.
O Muricy ficou com medo do Nenê, do Vasco.
Será que só esse "Ora, Bolas!' não vê nada demais no meia vascaíno?
O William Arão foi escalado para ser um carrapato.
O Flamengo jogou com 2 volantes de contenção.
E ainda vai ter gente dizendo que não fazer gols...
é culpa do craque Guerrero.
A equipe de juniores do Flamengo...
deu show na Copinha...
jogando com 2 volantes-meias.
Ronaldo e Trindade se destacavam...
por fazer lançamentos geniais...
por aparecerem em todos os setores do ataque... em momentos decisivos...
e por terem chutes perigosos de fora da área.
Pelo visto...
jamais jogarão nos profissionais.
Eles têm muito futebol... para ficarem jogando de carrapato.
A torcida do Flamengo não merece isso.
Uma torcida que não teve medo de ir à São Januário...
que não tem medo de ir nas padarias no dia seguinte aos jogos...
não merece ter um técnico que escala carrapatos.
Queremos volantes de alto nível.
Queremos que deixem o William Arão atacar...
e que se escalem meias que exerçam a cobertura... e a recomposição... necessária.
Queremos um time que ataque por todos os setores.
Que contagie a torcida durante os 90 minutos.
Queremos um técnico que saiba que não é a torcida que tem que contagiar o time...
e sim...
o time que tem que incendiar a torcida.
![]() |
| Torcida do Flamengo não teve medo de São Januário... já o treinador rubro-negro... |
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Pinheiros, com alma sorocabana... e rio-pretense... derrota Sorocaba... que não tinha americanos para marcar americanos
O NBB apresenta uma questão muito interessante.
Temos equipes que representam verdadeiras nações.
O Flamengo, quando vence... alegra milhares de pessoas.
Franca, Bauru, Mogi, Caxias do Sul, Basquete Cearense, Brasília... e todas as outras equipes que possuem grandes comunidades envolvidas nos projetos...
também são capazes de gerar bilheterias, audiências televisivas... e o consumo de muitos objetos personalizados.
Quando fomos campeões brasileiros... com a Telemar...
vivi uma experiência nada gratificante.
Familiares no aeroporto...
e funcionários num prédio da Telemar, no Leblon...
foram os únicos que manifestaram algum tipo de alegria pela nossa conquista.
Isso é bom para o esporte?
Tenho muito orgulho de ter sido supervisor-técnico do E.C. Pinheiros (SP)... por quase 3 anos.
É um dos melhores clubes do Brasil...
e tem no seu quadro associativo... os maiores empresários do país.
Mas sempre faltou uma comunidade numerosa.
Uma torcida quente e interativa.
O ginásio do Pinheiros é delicioso... mas não provoca pressão em ninguém.
Só sei que o Pinheiros se encontrou em Sorocaba.
Adoro o Rinaldo.
Ele foi meu atleta juvenil no Flamengo... e sempre demonstrou um amor fervente ao basquete.
Ele é uma dos personagens mais importantes do nosso esporte.
Com acertos e erros... ele emociona em todos os momentos.
O torcedor sorocabano... ganhando ou perdendo...
volta para casa tendo participado, sempre... de um grande espetáculo.
Liga Sorocaba 63 x 80 Pinheiros, sábado, na Rede Tv.
Os craques norte-americanos, Bennett e Holloway, do Pinheiros...
incorporaram o calor sorocabano.
Bennett, que foi importado para o Brasil... pelo meu querido América, de Rio Preto...
anotou 15 pontos, pegou 8 rebotes... deu 8 assistências, sofreu 7 faltas pessoais... e obteve 20 de eficiência.
Aliás...
é impressionante a capacidade do super-dirigente Marino Manella... de Rio Preto (SP)...
sempre com orçamentos reduzidos...
de acertar na escolha dos seus norte-americanos.
Rashaum (atualmente brilhando no Basquete Cearense)...
Kevin White (que, infelizmente, nenhuma outra equipe brasileira quis apostar)...
e Bennett... são exemplos recentes de casos de sucesso na importação rio-pretense.
Holloway, que brilhou na temporada passada pelo Paulistano...
anotou 18 pontos, deu 5 assistências... e obteve 19 de eficiência.
Nosso ídolo Marcel...
que se diverte muito nos comentários...
e agrega muitos conceitos importantes nas suas intervenções...
testemunhou que... quando brilhou na Itália...
seus técnicos gostavam que norte-americanos... marcassem norte-americanos.
Completou explicando:
"Para marcar americanos... é preciso saber se deslocar lateralmente...
e brasileiro não aprende isso.
Nossos defensores gostam de pular".
Como Sorocaba não tinha americanos para defender...
O armador Neto, de Sorocaba... continua na sua cruzada para ser o cestinha desse NBB.
Não sei não...
time aonde o armador quer ser cestinha...
Ele anotou 25 pontos (e ninguém pode tirar o valor disso)...
mas deu apenas 3 assistências.
Mesmo assim, obteve incríveis 26 de eficiência.
Ele me lembrou o Macaé Basquete... na temporada passada...
aonde a equipe só se tornou vencedora... quando o Jamaal passou a dar assistências.
São craques muito acima da média...
mas não se vence, no basquete... sem armadores armadores.
O Flamengo, da temporada passada... é um grande exemplo disso.
O argentino Laprovittola era o cestinha do NBB... nas primeiras rodadas.
Só que... quanto mais o marcavam...
mais ele fazia o time jogar.
Ele não foi o cestinha geral, no final...
mas foi o MVP da competição...
e o grande campeão... ao término da temporada.
"Estamos correndo mais do que a bola", falou o técnico Rinaldo... numa pedida de tempo.
Gostei demais do Fab Melo...
10 pontos, 10 rebotes... 13 de eficiência... e basquete para jogar em qualquer time do país.
Outro comentário divertidíssimo do Marcel...
foi em relação aos contra-ataques.
"Acho que a Liga deveria autorizar a utilização de capacetes nos contra-ataques"
Tenho que concordar.
Num jogo aonde a emoção ficou aflorada...
numa partida aonde a euforia... e a depressão... jogaram lado a lado...
tocos e faltas mais vigorosas... foram inevitáveis.
Só sei que vi um Pinheiros extremamente competitivo.
Um Pinheiros guerreiro.
Um Pinheiros vencedor, com alma sorocabana.
Temos equipes que representam verdadeiras nações.
O Flamengo, quando vence... alegra milhares de pessoas.
Franca, Bauru, Mogi, Caxias do Sul, Basquete Cearense, Brasília... e todas as outras equipes que possuem grandes comunidades envolvidas nos projetos...
também são capazes de gerar bilheterias, audiências televisivas... e o consumo de muitos objetos personalizados.
Quando fomos campeões brasileiros... com a Telemar...
vivi uma experiência nada gratificante.
Familiares no aeroporto...
e funcionários num prédio da Telemar, no Leblon...
foram os únicos que manifestaram algum tipo de alegria pela nossa conquista.
Isso é bom para o esporte?
Tenho muito orgulho de ter sido supervisor-técnico do E.C. Pinheiros (SP)... por quase 3 anos.
É um dos melhores clubes do Brasil...
e tem no seu quadro associativo... os maiores empresários do país.
Mas sempre faltou uma comunidade numerosa.
Uma torcida quente e interativa.
O ginásio do Pinheiros é delicioso... mas não provoca pressão em ninguém.
Só sei que o Pinheiros se encontrou em Sorocaba.
Adoro o Rinaldo.
Ele foi meu atleta juvenil no Flamengo... e sempre demonstrou um amor fervente ao basquete.
Ele é uma dos personagens mais importantes do nosso esporte.
Com acertos e erros... ele emociona em todos os momentos.
O torcedor sorocabano... ganhando ou perdendo...
volta para casa tendo participado, sempre... de um grande espetáculo.
Liga Sorocaba 63 x 80 Pinheiros, sábado, na Rede Tv.
Os craques norte-americanos, Bennett e Holloway, do Pinheiros...
incorporaram o calor sorocabano.
Bennett, que foi importado para o Brasil... pelo meu querido América, de Rio Preto...
anotou 15 pontos, pegou 8 rebotes... deu 8 assistências, sofreu 7 faltas pessoais... e obteve 20 de eficiência.
Aliás...
é impressionante a capacidade do super-dirigente Marino Manella... de Rio Preto (SP)...
sempre com orçamentos reduzidos...
de acertar na escolha dos seus norte-americanos.
Rashaum (atualmente brilhando no Basquete Cearense)...
Kevin White (que, infelizmente, nenhuma outra equipe brasileira quis apostar)...
e Bennett... são exemplos recentes de casos de sucesso na importação rio-pretense.
Holloway, que brilhou na temporada passada pelo Paulistano...
anotou 18 pontos, deu 5 assistências... e obteve 19 de eficiência.
Nosso ídolo Marcel...
que se diverte muito nos comentários...
e agrega muitos conceitos importantes nas suas intervenções...
testemunhou que... quando brilhou na Itália...
seus técnicos gostavam que norte-americanos... marcassem norte-americanos.
Completou explicando:
"Para marcar americanos... é preciso saber se deslocar lateralmente...
e brasileiro não aprende isso.
Nossos defensores gostam de pular".
Como Sorocaba não tinha americanos para defender...
O armador Neto, de Sorocaba... continua na sua cruzada para ser o cestinha desse NBB.
Não sei não...
time aonde o armador quer ser cestinha...
Ele anotou 25 pontos (e ninguém pode tirar o valor disso)...
mas deu apenas 3 assistências.
Mesmo assim, obteve incríveis 26 de eficiência.
Ele me lembrou o Macaé Basquete... na temporada passada...
aonde a equipe só se tornou vencedora... quando o Jamaal passou a dar assistências.
São craques muito acima da média...
mas não se vence, no basquete... sem armadores armadores.
O Flamengo, da temporada passada... é um grande exemplo disso.
O argentino Laprovittola era o cestinha do NBB... nas primeiras rodadas.
Só que... quanto mais o marcavam...
mais ele fazia o time jogar.
Ele não foi o cestinha geral, no final...
mas foi o MVP da competição...
e o grande campeão... ao término da temporada.
"Estamos correndo mais do que a bola", falou o técnico Rinaldo... numa pedida de tempo.
Gostei demais do Fab Melo...
10 pontos, 10 rebotes... 13 de eficiência... e basquete para jogar em qualquer time do país.
Outro comentário divertidíssimo do Marcel...
foi em relação aos contra-ataques.
"Acho que a Liga deveria autorizar a utilização de capacetes nos contra-ataques"
Tenho que concordar.
Num jogo aonde a emoção ficou aflorada...
numa partida aonde a euforia... e a depressão... jogaram lado a lado...
tocos e faltas mais vigorosas... foram inevitáveis.
Só sei que vi um Pinheiros extremamente competitivo.
Um Pinheiros guerreiro.
Um Pinheiros vencedor, com alma sorocabana.
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| Bennett é mais um norte-americano importado pelo América, de Rio Preto... e brilha agora no E.C. Pinheiros (SP) |
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| Fab Melo é jogador para qualquer time do Brasil |
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| Holloway deu uma exibição de gala em Sorocaba |
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| Neto é o cestinha do NBB |
sábado, 13 de fevereiro de 2016
Bial, sério e emocionado... com razão e coração... sem vídeo cassetadas norte-americanas... faz o Carcará voar cada vez mais alto
Dá gosto de ver o Basquete Cearense jogar...
mas antes de falar sobre isso...
o que foi a jogada do Shamell no momento mais decisivo do jogo de ontem... do Mogi contra o Vitória?
Por isso é que digo que existem problemas que não são para serem resolvidos por técnicos iniciantes.
Técnicos que ainda estão estudando o volume 1.
Técnicos que querem resolver seus problemas com suas indefectíveis pranchetinhas.
Aliás...
o Shamell necessita de técnicos com mestrado... e doutorado.
Ele é super craque...
mas é muito complicado.
Não é raridade... ele cometer erros anormais nos momentos decisivos...
e assumir instantes após...
que não poderia ter cometido.
Ontem...
o jogo estava 74 x 70, para Mogi...
e o Shamell puxou... livre... um contra-ataque.
Faltava pouco mais de 1 minuto para o encerramento da partida.
Sua bandejinha sacramentava uma importante vitória para sua equipe.
O que ele fez?
Jogou a bola na tabela... para que o Lucas Mariano, que vinha muito atrás...
desse uma enterrada.
Daquelas que o NBB gosta... para atrair mais espectadores.
O Lucas Mariano pagou o mico desse NBB.
Não só errou a cravada...
como caiu de costas no chão.
O NBB também gosta disso.
As vídeo cassetadas também dão audiência.
Para ser justo...
O Shamell declarou após o jogo...
que "na minha idade, não posso mais fazer isso".
Os deuses do basquete é que não gostam disso.
Eles não vibram com esse excesso de tocos faltosos que a mídia estimula.
Eles gostam é de defesa forte no perímetro.
Por falar em seriedade...
como foi bom assistir ao craque Bial... sério e emocionado...
vendo o projeto mais bonito do NBB... voar.
Bial, antes do jogo... colaborou com a campanha lançada por esse cronista...
que combate essa modernidade que prega... 'defesa a qualquer custo'.
Bial sabe que o basquete se baseia no ataque...
e que um atirador de elite não pode estar ofegante...
na hora de atirar.
Bial declarou que seu time seria "coração na defesa"...
e "razão no ataque".
Seu time conquistou a oitava vitória seguida (Brasília 85 x 92 Solar Cearense)...
e demonstrou que é totalmente possível...
defender bem...
sem comprometer o equilíbrio ofensivo.
É só não abusar de dobras excessivas...
de rotações alucinadas...
e de trocas que desequilibram... o que deve ser equilibrado.
Não dá para comentar esse jogo...
sem frisar que os 2 times jogam sem estrangeiros.
O Bial ainda tem o Rashaum... mas ele já virou brasileiro.
Brasília apostou numa temporada sem norte-americanos...
e está pagando um preço caro por isso.
O jovem técnico do CEUB, Bruno Savignani...
alertava durante toda a partida...
que a transição cearense era fatal.
Mas como evitar isso... sem um time equilibrado na quadra?
Ele tentou jogar sem laterais.
Isso é fatal.
Dois grandes armadores (Magic Fúlvio e Deryk)... e três homens grandes (Cipolini, Pilar e Coimbra)...
para equilibrar a média de estatura do jogo.
Isso não tem como dar certo... nesse momento.
Depois...
vimos o Arthur... e o Diego... jogando de 4.
Foi a festa da velocidade do Carcará.
Na falta de estrangeiros...
vamos americanizar nossos tupiniquins.
Como jogou o Toledo!
23 pontos, 13 rebotes, 8 faltas recebidas... e 33 de eficiência... em 38 minutos jogados.
Ainda bem que o Bial não faz parte dessa geração que pensa...
que jogador de basquete não pode jogar mais de 10 minutos... no primeiro tempo.
Que contrata 3 craques para cada posição...
e não permite que ninguém se destaque individualmente.
Só sei que assim...
o armador Davi pôde se exibir durante 40 minutos.
17 pontos, 5 rebotes, 5 assistências... 9 faltas recebidas... e 20 de eficiência.
O Duda Machado, que a torcida do Flamengo jamais irá esquecer...
continua sendo decisivo...
agora, a favor do Basquete Cearense.
17 de eficiência...
e muita precisão nos momentos mais quentes da partida.
Tiagão, Audrei, Rashaum e Felipe também me impressionaram.
O Davi, após o jogo... declarou:
"Sabíamos que estávamos enfrentando o melhor armador do Brasil (Fúlvio). Tínhamos que tirar a bola dele".
O Magic Fúlvio é tão inteligente...
que percebeu que não dava para armar... sem laterais.
26/31 pontos, 7 rebotes, 8 assistências... 6 faltas recebidas... e incríveis 37 de eficiência.
O Deryk...
que vem mantendo médias de super craque...
descobriu, ontem... que o basquete é mais complicado do que se pensa.
Sem apoio nas laterais... seu jogo não fluiu.
Só sei que o Basquete Cearense está cheio de cabra macho.
O Sportv repetiu, exaustivamente...
que era a primeira vez na história...
que ele entrava no G4 do NBB.
Não sei não...
com tanta razão... com tanto coração...
e com um técnico que é uma das poucas referências no basquete brasileiro...
acho que esse time já pode sonhar mais alto.
mas antes de falar sobre isso...
o que foi a jogada do Shamell no momento mais decisivo do jogo de ontem... do Mogi contra o Vitória?
Por isso é que digo que existem problemas que não são para serem resolvidos por técnicos iniciantes.
Técnicos que ainda estão estudando o volume 1.
Técnicos que querem resolver seus problemas com suas indefectíveis pranchetinhas.
Aliás...
o Shamell necessita de técnicos com mestrado... e doutorado.
Ele é super craque...
mas é muito complicado.
Não é raridade... ele cometer erros anormais nos momentos decisivos...
e assumir instantes após...
que não poderia ter cometido.
Ontem...
o jogo estava 74 x 70, para Mogi...
e o Shamell puxou... livre... um contra-ataque.
Faltava pouco mais de 1 minuto para o encerramento da partida.
Sua bandejinha sacramentava uma importante vitória para sua equipe.
O que ele fez?
Jogou a bola na tabela... para que o Lucas Mariano, que vinha muito atrás...
desse uma enterrada.
Daquelas que o NBB gosta... para atrair mais espectadores.
O Lucas Mariano pagou o mico desse NBB.
Não só errou a cravada...
como caiu de costas no chão.
O NBB também gosta disso.
As vídeo cassetadas também dão audiência.
Para ser justo...
O Shamell declarou após o jogo...
que "na minha idade, não posso mais fazer isso".
Os deuses do basquete é que não gostam disso.
Eles não vibram com esse excesso de tocos faltosos que a mídia estimula.
Eles gostam é de defesa forte no perímetro.
Por falar em seriedade...
como foi bom assistir ao craque Bial... sério e emocionado...
vendo o projeto mais bonito do NBB... voar.
Bial, antes do jogo... colaborou com a campanha lançada por esse cronista...
que combate essa modernidade que prega... 'defesa a qualquer custo'.
Bial sabe que o basquete se baseia no ataque...
e que um atirador de elite não pode estar ofegante...
na hora de atirar.
Bial declarou que seu time seria "coração na defesa"...
e "razão no ataque".
Seu time conquistou a oitava vitória seguida (Brasília 85 x 92 Solar Cearense)...
e demonstrou que é totalmente possível...
defender bem...
sem comprometer o equilíbrio ofensivo.
É só não abusar de dobras excessivas...
de rotações alucinadas...
e de trocas que desequilibram... o que deve ser equilibrado.
Não dá para comentar esse jogo...
sem frisar que os 2 times jogam sem estrangeiros.
O Bial ainda tem o Rashaum... mas ele já virou brasileiro.
Brasília apostou numa temporada sem norte-americanos...
e está pagando um preço caro por isso.
O jovem técnico do CEUB, Bruno Savignani...
alertava durante toda a partida...
que a transição cearense era fatal.
Mas como evitar isso... sem um time equilibrado na quadra?
Ele tentou jogar sem laterais.
Isso é fatal.
Dois grandes armadores (Magic Fúlvio e Deryk)... e três homens grandes (Cipolini, Pilar e Coimbra)...
para equilibrar a média de estatura do jogo.
Isso não tem como dar certo... nesse momento.
Depois...
vimos o Arthur... e o Diego... jogando de 4.
Foi a festa da velocidade do Carcará.
Na falta de estrangeiros...
vamos americanizar nossos tupiniquins.
Como jogou o Toledo!
23 pontos, 13 rebotes, 8 faltas recebidas... e 33 de eficiência... em 38 minutos jogados.
Ainda bem que o Bial não faz parte dessa geração que pensa...
que jogador de basquete não pode jogar mais de 10 minutos... no primeiro tempo.
Que contrata 3 craques para cada posição...
e não permite que ninguém se destaque individualmente.
Só sei que assim...
o armador Davi pôde se exibir durante 40 minutos.
17 pontos, 5 rebotes, 5 assistências... 9 faltas recebidas... e 20 de eficiência.
O Duda Machado, que a torcida do Flamengo jamais irá esquecer...
continua sendo decisivo...
agora, a favor do Basquete Cearense.
17 de eficiência...
e muita precisão nos momentos mais quentes da partida.
Tiagão, Audrei, Rashaum e Felipe também me impressionaram.
O Davi, após o jogo... declarou:
"Sabíamos que estávamos enfrentando o melhor armador do Brasil (Fúlvio). Tínhamos que tirar a bola dele".
O Magic Fúlvio é tão inteligente...
que percebeu que não dava para armar... sem laterais.
26/31 pontos, 7 rebotes, 8 assistências... 6 faltas recebidas... e incríveis 37 de eficiência.
O Deryk...
que vem mantendo médias de super craque...
descobriu, ontem... que o basquete é mais complicado do que se pensa.
Sem apoio nas laterais... seu jogo não fluiu.
Só sei que o Basquete Cearense está cheio de cabra macho.
O Sportv repetiu, exaustivamente...
que era a primeira vez na história...
que ele entrava no G4 do NBB.
Não sei não...
com tanta razão... com tanto coração...
e com um técnico que é uma das poucas referências no basquete brasileiro...
acho que esse time já pode sonhar mais alto.
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| Davi atuou 40 minutos... e brilhou enfrentando o melhor armador do Brasil |
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Caxias (RS) revive Franca... joga sem moleza... endurece com Bauru... e encanta esse cronista
Foi um dos melhores jogos da história do NBB.
Sábado de Carnaval... na Serra Gaucha... ginásio lotado...
e o Campeão das Américas enfrentando o novato Caxias do Sul.
Jogo transmitido ao vivo... pela Rede TV...
com o ídolo Marcel comentando... e se divertindo.
Esse 'Ora, Bolas!' não teme... ser extremamente crítico...
com a modernidade... que tanto prejudica os conceitos básicos do nosso esporte.
Sempre frisamos que houve um genocídio...
aonde se eliminaram as cabeças pensantes do basquetebol brasileiro.
Reconhecemos os jovens talentos de técnicos...
mas sabemos que faltam referências...
e verdadeiras lideranças.
Em Caxias do Sul...
Caxias 83 x 84 Bauru.
Caxias reviveu Franca... dos grandes tempos.
Uma defesa forte... com muito contato...
e contando com o apoio da sua quente torcida.
Muito tapa no braço...
muita mão na cintura...
e muita vaia quando a arbitragem apitava as faltas mais faltas do jogo.
Nosso Marcel enfrentou muito isso na sua carreira.
Quantas vezes o poderoso Sírio... saiu derrotado de Franca?
Jogar em Franca...
era certeza de sair do jogo cheio de pequenos hematomas nos antebraços.
Isso era Basquete.
Marcel comentou na transmissão:
"Não adianta ficar chorando porque o cara está te batendo...
o atacante tem que saber que está numa guerra".
Hoje...
tem gente que acha que sistema defensivo é alternar individual com zona.
Só sei que amei ver Caxias jogar.
O nome de equipe mais falado na transmissão foi o de Mogi.
Todos afirmando que a equipe mogiana sente muito a ausência do armador Gustavinho.
O Marcel o chama de 'heroico Gustavinho'.
E tem toda razão.
O Marcão é outro jogador muito especial.
Torço muito por ele.
Frequentador assíduo do basquete universitário...
do street ball (que a modernidade chama de basquete 3 x 3)...
Marcão sempre deu aulas de amor ao nosso esporte.
21 pontos no jogo... 6 rebotes conquistados... e 25 de eficiência...
premiaram sua atitude na partida.
Betinho, Rafael Stabile, Alex, Guto, Diego e Vinicius também me impressionaram.
Aliás...
o Diego... que na época da base do Flamengo... era chamado de Moleza...
não deu nenhuma moleza para o Murilo.
Torço muito pelo Rodrigo Barbosa...
Seu trabalho se desenvolve a cada jogo.
Em Bauru...
Alex Garcia... 19 pontos, 10 rebotes, 5 assistências... e 27 de eficiência...
em 39 minutos jogados.
Robert Day... 21 pontos, 6 rebotes... e 23 de eficiência...
em 36 minutos jogados.
Hettsheimer (17 de eficiência), Ricardo Fischer (12) e Jefferson (11)...
também atingiram os dois dígitos de eficiência.
Murilo (16 minutos) e Léo Meindl (14) jogaram pouco.
Teve um momento do jogo...
em que o Demétrius falou para sua equipe:
"Não adianta ficar reclamando da arbitragem...
eles estão permitindo o contato físico...
e isso não vai mudar.
Temos é que fazer a mesma coisa"
Perfeito!
O Demétrius. afinal de contas, também é francano.
Ele cresceu vendo esse tipo de marcação.
E sabe que é assim que se marca.
Ao contrário da tal modernidade...
em que se prega liberdade aos tiros de 3...
e um extermínio às jogadas próximas à cesta.
Para terminar...
fico com mais uma máxima do craque Marcel:
"Teve falta?... sim.
Pode apitar essa falta?... sim.
Deve apitar essa falta?... não"
Esse é o jogo que gostamos... e precisamos.
Forte... longe da cesta...
e com proteção aos atacantes que ganharem posição próximos ao aro.
Sábado de Carnaval... na Serra Gaucha... ginásio lotado...
e o Campeão das Américas enfrentando o novato Caxias do Sul.
Jogo transmitido ao vivo... pela Rede TV...
com o ídolo Marcel comentando... e se divertindo.
Esse 'Ora, Bolas!' não teme... ser extremamente crítico...
com a modernidade... que tanto prejudica os conceitos básicos do nosso esporte.
Sempre frisamos que houve um genocídio...
aonde se eliminaram as cabeças pensantes do basquetebol brasileiro.
Reconhecemos os jovens talentos de técnicos...
mas sabemos que faltam referências...
e verdadeiras lideranças.
Em Caxias do Sul...
Caxias 83 x 84 Bauru.
Caxias reviveu Franca... dos grandes tempos.
Uma defesa forte... com muito contato...
e contando com o apoio da sua quente torcida.
Muito tapa no braço...
muita mão na cintura...
e muita vaia quando a arbitragem apitava as faltas mais faltas do jogo.
Nosso Marcel enfrentou muito isso na sua carreira.
Quantas vezes o poderoso Sírio... saiu derrotado de Franca?
Jogar em Franca...
era certeza de sair do jogo cheio de pequenos hematomas nos antebraços.
Isso era Basquete.
Marcel comentou na transmissão:
"Não adianta ficar chorando porque o cara está te batendo...
o atacante tem que saber que está numa guerra".
Hoje...
tem gente que acha que sistema defensivo é alternar individual com zona.
Só sei que amei ver Caxias jogar.
O nome de equipe mais falado na transmissão foi o de Mogi.
Todos afirmando que a equipe mogiana sente muito a ausência do armador Gustavinho.
O Marcel o chama de 'heroico Gustavinho'.
E tem toda razão.
O Marcão é outro jogador muito especial.
Torço muito por ele.
Frequentador assíduo do basquete universitário...
do street ball (que a modernidade chama de basquete 3 x 3)...
Marcão sempre deu aulas de amor ao nosso esporte.
21 pontos no jogo... 6 rebotes conquistados... e 25 de eficiência...
premiaram sua atitude na partida.
Betinho, Rafael Stabile, Alex, Guto, Diego e Vinicius também me impressionaram.
Aliás...
o Diego... que na época da base do Flamengo... era chamado de Moleza...
não deu nenhuma moleza para o Murilo.
Torço muito pelo Rodrigo Barbosa...
Seu trabalho se desenvolve a cada jogo.
Em Bauru...
Alex Garcia... 19 pontos, 10 rebotes, 5 assistências... e 27 de eficiência...
em 39 minutos jogados.
Robert Day... 21 pontos, 6 rebotes... e 23 de eficiência...
em 36 minutos jogados.
Hettsheimer (17 de eficiência), Ricardo Fischer (12) e Jefferson (11)...
também atingiram os dois dígitos de eficiência.
Murilo (16 minutos) e Léo Meindl (14) jogaram pouco.
Teve um momento do jogo...
em que o Demétrius falou para sua equipe:
"Não adianta ficar reclamando da arbitragem...
eles estão permitindo o contato físico...
e isso não vai mudar.
Temos é que fazer a mesma coisa"
Perfeito!
O Demétrius. afinal de contas, também é francano.
Ele cresceu vendo esse tipo de marcação.
E sabe que é assim que se marca.
Ao contrário da tal modernidade...
em que se prega liberdade aos tiros de 3...
e um extermínio às jogadas próximas à cesta.
Para terminar...
fico com mais uma máxima do craque Marcel:
"Teve falta?... sim.
Pode apitar essa falta?... sim.
Deve apitar essa falta?... não"
Esse é o jogo que gostamos... e precisamos.
Forte... longe da cesta...
e com proteção aos atacantes que ganharem posição próximos ao aro.
![]() |
| Marcão incendiou o ginásio de Caxias do Sul (RS) |
![]() |
| Ricardo Fischer teve que se adaptar à marcação forte de Caxias |
![]() |
| Robert Day atuou 36 minutos e teve bom aproveitamento nos arremessos |
sábado, 6 de fevereiro de 2016
Muricy trabalha... Flamengo melhora... mas volante de contenção impede sonhos mais altos
Comecei essa temporada encantado com o sistema tático do Flamengo...
na Copa São Paulo de Futebol Junior.
No futebol atual...
uma equipe só é poderosa...
se tiver 2 volantes que representem perigo...
ao sistema defensivo adversário.
O Flamengo na Copinha... tinha os volantes-meias... Ronaldo e Trindade...
que armavam, lançavam... e surgiam no ataque com muita força e habilidade.
Com isso...
os meias e os atacantes adversários... eram obrigados a marcar...
correndo o campo todo.
Isso causava danos irreversíveis ao planejamento tático dos outros times.
Os laterais jogavam bem abertos... e avançados.
Tínhamos um meia canhoto (Cafú ou Patrick)... que se deslocava pelos 2 lados...
e eram os responsáveis pelos cruzamentos... e passes cavados...
que proporcionaram a maioria dos gols do time campeão.
O Felipe Viseu saía da área...
e criava espaços para muitos colegas...
que apareciam de surpresa... para finalizar com perigo.
Assisti os profissionais...
contra Atlético MG (2 x 0)...
Boavista (1 x 1)...
e Macaé (2 x 0).
Minha curiosidade tática era enorme...
afinal de contas...
o Muricy foi anunciado como o grande reforço para essa temporada.
Ele ficou alguns meses na Espanha...
e disse que voltou arejado, informado... e extremamente moderno.
Sinceramente...
reconheço a evolução...
mas queria muito mais.
Como disputar um Brasileirão como favorito...
jogando com um volante de contenção?
O Márcio Araújo não participa de nenhuma ação de ataque.
Ele é jogador de Série B.
Jogador de time médio.
Vi uma declaração do Guerrero dizendo que muita coisa mudou.
Que o grupo está mais sério... e trabalhando mais.
Não duvido.
A contratação do William Arão foi excelente.
Ele é um volante-meia que ataca pelo lado direito.
O Alan Patrick está sendo trabalhado para exercer a mesma função...
pela esquerda.
O Emerson Sheik pode ser o meia que atua pelos 2 lados.
O Rodinei (lateral direito) tem força... e ataca com perigo.
O Jorge ainda está tímido.
A jogada do segundo gol contra o Macaé... foi um primor.
Ele roubou uma bola na lateral esquerda...
e se lançou ao ataque... em diagonal.
O Guerrero, que está jogando muito...
abriu para cruzar.
Na sequência do lance...
Nosso lateral-esquerdo realizou uma jogada de craque... na ponta-direita.
Isso tem que ser o Flamengo!
Um grupo melhor...
com mais pegada.
É lógico que, nos juniores...
os volantes podiam ir... porque os meias faziam a recomposição.
O Paquetá corria demais.
É difícil achar que o Sheik... ou o Éverton... vão fazer a mesma coisa.
Isso é problema para o Muricy resolver.
Só garanto que... com um volante que só fica preocupado com a contenção...
jamais teremos um dos melhores times do Brasil.
na Copa São Paulo de Futebol Junior.
No futebol atual...
uma equipe só é poderosa...
se tiver 2 volantes que representem perigo...
ao sistema defensivo adversário.
O Flamengo na Copinha... tinha os volantes-meias... Ronaldo e Trindade...
que armavam, lançavam... e surgiam no ataque com muita força e habilidade.
Com isso...
os meias e os atacantes adversários... eram obrigados a marcar...
correndo o campo todo.
Isso causava danos irreversíveis ao planejamento tático dos outros times.
Os laterais jogavam bem abertos... e avançados.
Tínhamos um meia canhoto (Cafú ou Patrick)... que se deslocava pelos 2 lados...
e eram os responsáveis pelos cruzamentos... e passes cavados...
que proporcionaram a maioria dos gols do time campeão.
O Felipe Viseu saía da área...
e criava espaços para muitos colegas...
que apareciam de surpresa... para finalizar com perigo.
Assisti os profissionais...
contra Atlético MG (2 x 0)...
Boavista (1 x 1)...
e Macaé (2 x 0).
Minha curiosidade tática era enorme...
afinal de contas...
o Muricy foi anunciado como o grande reforço para essa temporada.
Ele ficou alguns meses na Espanha...
e disse que voltou arejado, informado... e extremamente moderno.
Sinceramente...
reconheço a evolução...
mas queria muito mais.
Como disputar um Brasileirão como favorito...
jogando com um volante de contenção?
O Márcio Araújo não participa de nenhuma ação de ataque.
Ele é jogador de Série B.
Jogador de time médio.
Vi uma declaração do Guerrero dizendo que muita coisa mudou.
Que o grupo está mais sério... e trabalhando mais.
Não duvido.
A contratação do William Arão foi excelente.
Ele é um volante-meia que ataca pelo lado direito.
O Alan Patrick está sendo trabalhado para exercer a mesma função...
pela esquerda.
O Emerson Sheik pode ser o meia que atua pelos 2 lados.
O Rodinei (lateral direito) tem força... e ataca com perigo.
O Jorge ainda está tímido.
A jogada do segundo gol contra o Macaé... foi um primor.
Ele roubou uma bola na lateral esquerda...
e se lançou ao ataque... em diagonal.
O Guerrero, que está jogando muito...
abriu para cruzar.
Na sequência do lance...
Nosso lateral-esquerdo realizou uma jogada de craque... na ponta-direita.
Isso tem que ser o Flamengo!
Um grupo melhor...
com mais pegada.
É lógico que, nos juniores...
os volantes podiam ir... porque os meias faziam a recomposição.
O Paquetá corria demais.
É difícil achar que o Sheik... ou o Éverton... vão fazer a mesma coisa.
Isso é problema para o Muricy resolver.
Só garanto que... com um volante que só fica preocupado com a contenção...
jamais teremos um dos melhores times do Brasil.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Em noite de Gruber... Caio Torres não sofre faltas... Paulistano não explora a 'Painted Area'... e sai do Top 3 do 'Ora, Bolas!'
Esse 'Ora, Bolas!' tem realizado previsões 'científicas' sobre o resultado final desse NBB.
Temos enfatizado que Flamengo e Bauru possuem investimento maior...
plantel maior... e volume maior.
Principalmente dentro dos garrafões.
Péra aí...
ainda podemos chamar a área pintada de garrafão?
Do jeito que essa garotada está gostando de utilizar nomenclatura estrangeira...
para tudo que sempre foi feito, em português. no mesmo basquete...
não sei como é que ainda não mudaram o nome do garrafão.
Só sei que a efetividade de produção dentro da 'painted area'...
será determinante no resultado final da competição.
Colocamos, sem pestanejar...
Paulistano, Brasília e Mogi como postulantes ao terceiro lugar do NBB.
Sábado passado, incluímos o Basquete Cearense nesse rol.
Como não somos bobos... nem nada...
enfatizamos que essas equipes estão trabalhando seus plantéis.
Se conseguirem desenvolver formações táticas alternativas...
se mantiverem o volume de jogo durante todas as partidas do play off...
e se melhorarem seus sistemas ofensivos...
conquistando alto grau de eficiência nos padrões tradicionais do jogo...
em vez de se vangloriarem com defesas mirabolantes...
que prejudicam o equilíbrio do ataque...
Esses times podem sonhar mais alto.
Ontem, fui ao Ginásio Juquinha... assistir Macaé 75 x 84 Paulistano.
Tenho assistido à todos os jogos midiáticos desse NBB.
Foi, com certeza... um dos jogos de menor intensidade.
O primeiro quarto (11 x 9, para o Paulistano)... me assustou.
O Macaé atuou sem pivôs.
Reconheço que o Eddy e o Márcio Dornelles estão jogando demais.
Mas sempre reconheci no Caio Torres o melhor pivô do Brasil.
Ontem, sem nenhum pivô de peso para atrapalhá-lo...
não encontrou um local confortável para jogar.
Está parecendo que a posição 5... é uma espécime em extinção.
Quem ler as estatísticas do jogo...
Vai ver que ele anotou 20 pontos... pegou 9 rebotes... e obteve 25 de eficiência.
Para nós, foi muito pouco.
9 pontos foram marcados em tiros de 3.
Ele foi muito pouco acionado na posição 5.
Quando falo sobre isso... sempre enfatizo que os critérios atuais de arbitragem...
estão prejudicando demais o trabalho dos pivôs.
Muita falta, falta... está deixando de ser apitada.
Muito toco faltoso... está virando top 10 do Sportv.
Mas ontem... nem isso teve.
O Caio só sofreu 3 faltas pessoais.
Isso não tem explicação.
Por causa disso...
estou suspendendo, temporariamente...
o Paulistano da minha lista de favoritos ao Top 3... do 'Ora, Bolas!'.
Agora, Flamengo e Bauru ficam no Top 2...
e Brasília, Mogi e Basquete Cearense disputam o Top 3.
O Paulistano só volta quando o Caio Torres sofrer mais de 8 faltas por jogo.
PS. Foi a melhor partida que vimos o Gruber atuar.
Ele chamou o jogo e tentou 42 pontos.
Foi o jogador com maior volume do jogo.
Ele anotou 18 pontos e pegou 7 rebotes... em 26 minutos jogados... porque cometeu 4 faltas pessoais.
O armador Arthur Pecos anotou 19 / 21 pontos...
e ajudou a desmontar a zona macaense.
Dawkins fez um último quarto sensacional.
Ele me pareceu mais adaptado ao mau humor do Gustavinho...
e foi protagonista nos momentos decisivos do jogo.
Valtinho, Jhonatan e Toyloy tiveram atuações, no mínimo, irreconhecíveis.
Temos enfatizado que Flamengo e Bauru possuem investimento maior...
plantel maior... e volume maior.
Principalmente dentro dos garrafões.
Péra aí...
ainda podemos chamar a área pintada de garrafão?
Do jeito que essa garotada está gostando de utilizar nomenclatura estrangeira...
para tudo que sempre foi feito, em português. no mesmo basquete...
não sei como é que ainda não mudaram o nome do garrafão.
Só sei que a efetividade de produção dentro da 'painted area'...
será determinante no resultado final da competição.
Colocamos, sem pestanejar...
Paulistano, Brasília e Mogi como postulantes ao terceiro lugar do NBB.
Sábado passado, incluímos o Basquete Cearense nesse rol.
Como não somos bobos... nem nada...
enfatizamos que essas equipes estão trabalhando seus plantéis.
Se conseguirem desenvolver formações táticas alternativas...
se mantiverem o volume de jogo durante todas as partidas do play off...
e se melhorarem seus sistemas ofensivos...
conquistando alto grau de eficiência nos padrões tradicionais do jogo...
em vez de se vangloriarem com defesas mirabolantes...
que prejudicam o equilíbrio do ataque...
Esses times podem sonhar mais alto.
Ontem, fui ao Ginásio Juquinha... assistir Macaé 75 x 84 Paulistano.
Tenho assistido à todos os jogos midiáticos desse NBB.
Foi, com certeza... um dos jogos de menor intensidade.
O primeiro quarto (11 x 9, para o Paulistano)... me assustou.
O Macaé atuou sem pivôs.
Reconheço que o Eddy e o Márcio Dornelles estão jogando demais.
Mas sempre reconheci no Caio Torres o melhor pivô do Brasil.
Ontem, sem nenhum pivô de peso para atrapalhá-lo...
não encontrou um local confortável para jogar.
Está parecendo que a posição 5... é uma espécime em extinção.
Quem ler as estatísticas do jogo...
Vai ver que ele anotou 20 pontos... pegou 9 rebotes... e obteve 25 de eficiência.
Para nós, foi muito pouco.
9 pontos foram marcados em tiros de 3.
Ele foi muito pouco acionado na posição 5.
Quando falo sobre isso... sempre enfatizo que os critérios atuais de arbitragem...
estão prejudicando demais o trabalho dos pivôs.
Muita falta, falta... está deixando de ser apitada.
Muito toco faltoso... está virando top 10 do Sportv.
Mas ontem... nem isso teve.
O Caio só sofreu 3 faltas pessoais.
Isso não tem explicação.
Por causa disso...
estou suspendendo, temporariamente...
o Paulistano da minha lista de favoritos ao Top 3... do 'Ora, Bolas!'.
Agora, Flamengo e Bauru ficam no Top 2...
e Brasília, Mogi e Basquete Cearense disputam o Top 3.
O Paulistano só volta quando o Caio Torres sofrer mais de 8 faltas por jogo.
PS. Foi a melhor partida que vimos o Gruber atuar.
Ele chamou o jogo e tentou 42 pontos.
Foi o jogador com maior volume do jogo.
Ele anotou 18 pontos e pegou 7 rebotes... em 26 minutos jogados... porque cometeu 4 faltas pessoais.
O armador Arthur Pecos anotou 19 / 21 pontos...
e ajudou a desmontar a zona macaense.
Dawkins fez um último quarto sensacional.
Ele me pareceu mais adaptado ao mau humor do Gustavinho...
e foi protagonista nos momentos decisivos do jogo.
Valtinho, Jhonatan e Toyloy tiveram atuações, no mínimo, irreconhecíveis.
![]() |
| Gruber teve sua noite de MVP, ontem, contra Macaé |
![]() |
| Os pivôs do Paulistano levaram muita vantagem física sobre o time de Macaé |
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