segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Flamengo de Verdade

Flamengo campeão da Copinha com gol de Patrick... na cobrança de pênaltis.

O Flamengo quase foi campeão com gol de goleiro... mas acho que aí também já era demais.

Tem um importante dirigente do esporte universitário que afirma que... quando esse cronista adota uma equipe... algo de muito especial está para acontecer.

Só sei que o 'Ora, Bolas!' afirmou, na primeira rodada da competição, quando ainda havia 118 equipes jogando...

que esse Flamengo... era o Flamengo de Verdade...

que esse técnico era bom demais...

e que o sistema tático da equipe era diferenciado.

Ao longo do torneio...

afirmamos que nunca vimos uma equipe com tanta volúpia nos 15 primeiros minutos de jogo.

Aconselhamos a ninguém chegar atrasado... porque perderia, no mínimo, a 3 situações reais de gol criadas pelo Flamengo.

Hoje, na final contra o Corinthians...

o Zé Ricardo optou por escalar o Matheus Sávio como titular.

Como já falamos antes... o time ganharia em habilidade... e em posse de bola...

mas perderia em pegada... em marcação.

Foi um horror.

O Matheus Sávio foi jogar lá na ponta-esquerda... e o Cafú se fixou na direita.

O meio-de-campo esvaziou.

O segundo gol corintiano foi o maior exemplo disso.

O Lucas Paquetá, que sempre faz a reposição nos contra-ataques adversários... não conseguiu chegar a tempo de evitar o golaço do Mateus Pereira, do Corinthians.

No intervalo...

era óbvio que tinha que haver mudanças.

Péra aí...

O técnico do Corinthians se chama Osmar Loss...

então o do Flamengo pode ser chamado de Zé Ricardo Winner.

Costumo escrever nas minhas crônicas sobre basquete...

que existem bons técnicos... que só sabem resolver problemas escritos antes da página 10.

O Zé Ricardo, com certeza... conhece o livro inteiro.

Ele mudou tudo... sem mudar nenhum jogador.

Ele colocou o Matheus Sávio na direita... e soltou o Cafú na esquerda.

O segundo gol do Flamengo foi uma tabela entre os dois.

O Cafú, que é o Rei da Cavada... colocou seu parceiro na cara do gol.

O Flamengo voltou para o 2o. tempo... como se estivesse começando o jogo.

Três gols em 15 minutos.

Um deles mal anulado pela arbitragem paulista.

Vi torcedor rubro-negro criticando que a arbitragem era paulista.

Ora, Bolas!

A Copa é São Paulo... e quem organiza é a Federação Paulista.

Vocês queriam o que?

Já achei bom demais a final não ser no Itaquerão.

Nosso craque volante-meia Ronaldo continua recebendo todos os elogios por parte da imprensa.

Mas saio da Copinha com a sensação que ele jogou os últimos jogos lesionado.

Confesso que não entendi muito bem.

A quantidade de passes para trás... e para os lados... foi exagerada.

O Trindade jogou mais do que ele.

Só sei que tenho que agradecer muito à essa garotada...

que me devolveu a vontade de torcer para o Flamengo.

Que resgatou as tradições do clube (até a barra da camisa voltou a ser branca).

Voltei a ver o Flamengo com cãibras.

O zagueiro Denner saiu com cãibras...

o Cafú teve cãibras na volta olímpica.

Assim...

a Nação Rubro-Negra voltará a ter cãibras nos braços de tanto levantar troféus.

PS. Teve muito torcedor de outros clubes do Rio de Janeiro...

torcendo contra o Flamengo, hoje... contra o Corinthians.

Afinal de contas...

foi a uma chance rara de ver o Mengão jogando na segunda.

Amigos da União Rubro-Negra foram ao Pacaembu para ver o Mengão Campeão.
Esse cronista confessa que sentiu uma enorme vontade de estar lá.
A equipe junior resgatando o Flamengo de Verdade

domingo, 24 de janeiro de 2016

Rio Claro prega fogo... Ah! É Zé Boquinha!... Dedé Barbosa ultrapassa a página 11... e os deuses do basquete premiam quem sabe vencer

No Ora, Bolas! de ontem... enalteci o time feminino de Americana que anda obtendo mais de 100 (por jogo) nos índices de eficiência da LBF (que são os mesmos do NBB).

Ontem, na vitória de Rio Claro (62 x 61) sobre Macaé...

a eficiência terminou empatada. 60 x 60.

O jogo foi muito fraco tecnicamente.

Não aguento mais esse papo de defesa forte.

Está virando uma enorme seita. Tipo reverendo Moon.

No intervalo do jogo... nosso craque Gui Deodato foi para o vestiário vencendo por 30 x 29...

e declarou para a Rede TV... que seu time não estava defendendo bem!

Estão querendo surtar esse cronista.

Acho que estão querendo imitar aquele jogo de um determinado Campeonato Europeu que terminou zero a zero.

Só que lá... descobriram que o aro era menor do que a bola.

Voltando à Rio Claro...

e antes que os jovens técnicos mudem o nome do jogo para 'defesabol'...

Continuo minha incursão pelo 'Império dos Sentidos'.

Ontem...

Assisti na Rede TV...

ouvindo a vibrante narração do meu ídolo Léo Mendes, na Rádio Pimba, de Rio Claro.

Quem gosta de basquete... e nunca ouviu uma transmissão radiofônica dessas...

não sabe o que está perdendo.

Normalmente...

tiraria o som da tv... e ouviria apenas o rádio.

Rádio?

Vou confessar uma coisa...

Esse dinossauro que vos fala... fica cada dia mais impressionado.

Até ontem... eu ouvia no computador.

Agora... descobri um aplicativo para celular... e posso ouvir aonde quiser.

Foi sensacional... e fácil demais.

Afinal de contas...

na Rede TV... estava o Cadum Guimarães...

que apesar de ter pouco tempo na função...

já ouso chamá-lo de mestre... como comentarista.

Aliás... o Cadum e o Renatinho... estão superando toda e qualquer expectativa... e demonstrando que talento, aliado ao trabalho... formam craques em qualquer atividade.

O Léo Mendes pregou fogo.

A cada cesta de 3... a cada enterrada de Rio Claro...

ele quase levantava defunto do caixão.

E isso foi muito importante para Rio Claro.

Que é uma cidade que entende de basquete.

Que sabe que... independente do nível técnico do jogo... o que importa 'é que emoções eu vivi'.

Rio Claro jogou sem pivôs.

Daniel Alemão não jogou porque foi suspenso no jogo contra o Flamengo.

Ouvi, na transmissão, que ele tomou duas faltas técnicas.

Péra aí!

Isso suspende?

Para mim, é novidade. O que suspende é a desqualificação.

Enfim, vou perguntar para o meu filhão Enaldo...

que sempre tira minhas dúvidas com muita gentileza.

Espero que ele não esteja chateado comigo porque às vezes (somente às vezes)... eu dou umas palmadas nos árbitros novinhos...

mas faço isso para o bem deles. É assim que amadurecem.

Tenho um orgulho estratosférico do Maurício Serour e do Vander Junior...

mas podem saber que eles levaram muitas palmadinhas quando apitavam conosco na FBERJ.

Voltando... de novo... à Rio Claro...

o Atílio também não jogou.

O Dedé Barbosa teve que jogar com 4 abertos...

e com o Teichmann de pivô.

Esse é um exemplo do que chamo de problema da página 11.

O time capenga na quadra...

e o técnico olhar para o banco e pensar:

"Ruim com eles... pior se mudar!"

Não tenho saudades desse sentimento.

Para piorar a situação...

O Tatú tirou a tarde para fazer todas as doideiras... que vieram em sua mente.

Ele não encontrava soluções.

O Teichmann tinha dificuldades para marcar pivôs.

O Dedé Stefanelli marcando dentro do garrafão... lembra o Marcelinho Machado.

O negócio foi marcar zona.

Mas o ataque não funcionou.

Só que... no intervalo do jogo...

Rio Claro homenageou o grande Zé Boquinha, campeão paulista de 1995...

Nessa época, o Campeonato Paulista era mitológico.

O ginásio inteiro gritou: "Ah! É Zé Boquinha!".

Numa entrevista na Rede TV, o Zé Boquinha falou:

"Larguei o basquete em 2006... desde então, é a quarta vez que entro em ginásios brasileiros... as outras três, foi profissionalmente, para comentar. Não tenho prazer em ver os desmandos da CBB".

Ele complementou:

"O basquete brasileiro necessita de uma mesa-redonda de 3 dias. O NBB está legal, mas a base e a formação dos técnicos tem que ser repensada"

Esse cronista aplaudiu em pé.

Pobre basquete brasileiro que permite que personagens como Zé Boquinha se afastem do esporte.

Como Rio Claro não permitiu...

os deuses do basquete fizeram justiça.

Na última bola...

Macaé optou por colocar o Eddy marcando o Tatú.

O armador de Rio Claro seguiu as ordens do Dedé Barbosa... segurou a bola até faltarem 7 segundos... e cortou, com muita facilidade, seu marcador.

Para surpresa geral... a cobertura veio de dentro.

Tatú serviu o Teichmann completamente livre embaixo do aro... que enterrou selando uma atuação heróica numa posição difícil que não é a sua.

Ainda faltavam 4 segundos. Tempo para Macaé.

O técnico macaense orientou para o mismatch. Pediu para que jogassem no desequilíbrio da defesa de Rio Claro.

O que ele não sabia... é que do outro lado tem um grande técnico.

Que apesar de ter sofrido muito durante o jogo... sabe que o mais importante é vencer.

O Dedé Barbosa voltou com uma marcação definida (Dedé Stefanelli e Tatú só marcando os homens de fora)... e tirou qualquer possibilidade de Macaé tentar o chute final.

Léo Mendes empolgou seus ouvintes com sua narração que 'prega fogo' em quem está ouvindo...
e Zé Boquinha emocionou Rio Claro com sua presença no ginásio Felipe Karam



sábado, 23 de janeiro de 2016

Flamengo acelera como sempre... Matheus Sávio recupera verticalidade... e grito de 'É Campeão' está na garganta do cronista

Esse 'Ora, Bolas!' avisou para ninguém chegar atrasado.

Nós avisamos que a equipe júnior do Flamengo cria, em média, 3 situações de gol nos 12 primeiros minutos de jogo.

Ontem, na semifinal contra o América MG, não foi diferente.

A única diferença foi que tomou um gol do habilidoso baixinho Matheusinho, do América, aos 2 minutos de jogo.

Mas acreditem em mim.

Nosso artilheiro europeu, o Felipe Vizeu, já havia perdido um gol inacreditável, no primeiro minuto, com a bola dominada, cara a cara com o goleiro adversário.

O Cafú, aos 6 minutos, perdeu outra chance incrível, na frente do goleiro, após uma cobrança de lateral do Thiago Ennes.

Aos 12... não teve jeito. Num rebote de um chute do Ennes, nosso volante meia Trindade acertou um tiro de três dedos, de fora da área, empatando o jogo.

A partir daí... o Flamengo diminuiu o ritmo.

Continuo afirmando que vi poucos técnicos com tanto domínio tático... como o Zé Ricardo.

Quando o jogo ficou morno...

quando a torcida começou a vaiar...

quando os passes começaram a acontecer só para os lados... e para trás...

ele tirou o Kléber... e colocou o Matheus Sávio.

O Matheus Sávio é o nosso 10. Ele tem menos força... mas tem talento de sobra.

Com a sua entrada... a verticalidade voltou.

O time voltou a jogar para frente.

O passe de primeira que ele meteu para o Lucas Paquetá foi coisa de craque.

O Paquetá tirou do goleiro... e tirou o América MG da Copinha.

E colocou o Flamengo a um passo de consagrar as previsões desse humilde cronista.

PS. Para a glória total desse cronista... continuo aguardando uma atuação consagradora do meia Patrick... que tem a mesma pegada do Lucas Paquetá... e um chute poderoso de fora da área.
Quem sabe se a Santíssima Trindade (Ronaldo, Trindade e Patrick) não brilham no desfecho de uma conquista repleta de méritos desse valoroso time do Flamengo.

Paquetá é o pulmão do Flamengo na Copinha

A Liga não liga... a alegria volta... Unicred e K. Hotel arrasam... Ora, Bolas! lança campanha 'Convocar sem Culpa'... e Venceslau estava no lugar errado, na hora errada

A alegria voltou...

Por isso é que chamo Mestre Vendra de Mestre... com M maiúsculo.

Em menos de 24 horas, ele recuperou o alto-astral da sua equipe.

Ele sabe que viuvez não combina com basquete.

Ontem... nem as faixas de respeito ao basquete feminino estavam colocadas no Centro Cívico.

Isso foi de extrema inteligência.

Isso foi um ato de respeito ao basquete feminino... de Americana.

As faixas contra a CBB também desapareceram.

Aliás...

às vezes...

cito que existe uma facção no basquete brasileiro.

Tipo aquela da Regra do Jogo... da Tv Globo.

Já escrevi um 'Ora, Bolas!' imenso sobre ela.

Só que não publiquei.

Salvei num pen drive.

E escondi bem escondidinho.

Decidi que não era hora de jogar nada no ventilador.

Afinal de contas, estamos num ano olímpico.

Tem verdadeiras fortunas sendo investidas na grande mídia...

então... não é patriótico atrapalhar o sucesso das seleções brasileiras.

Só que vou falar uma coisa que vai surpreender muita gente.

Quando falo em facção... não estou falando de CBB.

A coisa é muito diferente disso.

Voltando ao jogo de ontem...

Americana voltou a vencer a equipe de Presidente Venceslau (82 x 59)...

pela Liga de Basquete Feminina.

Liga de Basquete Feminina?

Tenho um capítulo sobre ela.

Quem elege seu presidente?

No seu release...

diz que é uma competição patrocinada pela Bombril...

e conta com o apoio da Spalding, da LNB... e a chancela da CBB.

Quando o colegiado se posicionou querendo uma reunião na CBB...

a Liga é que tinha a obrigação de agendar esse encontro.

O desgaste seria dela.

Assisti, pasmo, ao presidente da LBF dar entrevista dizendo que não tinha nada a ver com o assunto.

Quer dizer que a Liga não liga para os seus filiados?

Então... ela liga para quê?

Será que ela também só pensa naquilo?

Deixa para lá... por enquanto.

Só sei que os clubes do feminino têm que começar a arrumar a casa pela própria Liga...

Nosso guerreiro Fuminho arrebentou, ontem... mais uma vez.

Como é bom poder assistir aos jogos de Americana pelo seu canal do youtube.

Ele conseguiu algo... que nunca vi nem no NBB.

Propaganda profissional da Unicred nos intervalos entre os quartos do jogo. Sensacional!

Nosso herói César Cielo nadando um revezamento com funcionários da Unicred...

Quem sabe, no futuro, a Unicred não grava um comercial com as heroínas do basquete de Americana?

Tenho certeza que vai ficar show.

A coisa foi tão legal... que tinha até propaganda de Presidente Venceslau na transmissão.

Isso também eu nunca tinha visto.

O K. Hotel, de Venceslau... que apóia o basquete feminino, de forma geral... divulgou sua marca durante a transmissão.

Só sei que, daqui para frente... quem for para a região de Venceslau... e não der preferência para o K. Hotel... vai se ver comigo.

Apostar no basquete feminino... no mínimo, faz bem para a alma.

Voltando ao jogo... de novo...

Mais um show de eficiência de Americana.

O técnico de Venceslau, Flávio Prado... disse, após o jogo, que esperava mais da sua equipe nos 2 jogos contra Americana.

Acontece que ele estava no lugar errado... na hora errada.

Quinta-feira, o Corinthians / Americana deu um show de foco e eficiência.

Ontem, acrescentou mais um ingrediente: a alegria.

Resultado: 101 de eficiência coletiva. Isso não é comum no feminino.

Damiris, possuída e perfeita, anotou 26 pontos e pegou 5 rebotes.

Noutro dia, disse que minha Seleção Brasileira Olímpica Masculina é Rafael Luz + 11.

No feminino, é Damiris + 11.

Aliás, Damiris, Karla + 10.

Meu amigo Barbosa não declarou que a hora não é de pensar no futuro?

Que a hora é de pensar no que temos de melhor para lutarmos por uma medalha?

A Karla é a melhor atitude do basquete brasileiro. Ele é sinônimo de vitória. Mesmo atuando menos minutos.

Aliás, o "Comer sem Culpa" também patrocina o Fuminho.

Então, vou lançar uma campanha: "Convocar sem Culpa".

Convoquem a Karla. Podem ter certeza que ela resolve quando ninguém estiver resolvendo.

Voltando ao jogo... de novo... novamente...

A Karla obteve 19 de eficiência. A Gil teve 15 (está jogando demais).

A Joice fez uma partida de cinema. Ela impõe um ritmo alucinante e erra muito pouco. 9/9 em pontos tentados e 12 de eficiência.

A Gelis obteve 10 de eficiência.

As talentosas Graetter e Izabella Sangalli não se destacaram tanto, mas sempre demonstram que jogam muito.

Americana continua competitiva... e consciente que, ganhando ou perdendo... sempre será uma grande campeã.

Atitude de Americana foi completamente diferente no jogo de ontem.
A alegria voltou ao rosto das comandadas do Mestre Vendramini

Mestre Vendra comanda, com muita sabedoria, a equipe do Corinthians / Americana

Família do grande Fuminho foi ao Centro Cívico, de Americana,
para prestigiar mais uma grande transmissão da TV Esporte WEB








sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Zé Ricardo, Merlô e Paquetá arrebentam... e Flamengo atinge o G-4 da Copinha

O brilhante jornalista do Globo e do Sportv, Carlos Eduardo Mansur, escreveu...

e o 'Ora, Bolas!', humildemente, concorda...

que um dos grandes destaques da Copa São Paulo de Futebol Junior 2016...

é o técnico Zé Ricardo, do Flamengo.

Na fase quartas-de-final...

(finalmente a competição ganhou uma cara normal...

apesar de suspender jogadores com 2 cartões amarelos... e não zerar os cartões nas fases finais)...

o Flamengo derrotou o poderoso São Paulo por 2 x 0...

com 2 gols do artilheiro europeu Felipe Vizeu...

que é a cara do MC Merlô... da Regra do Jogo, da Tv Globo.

Aliás, esse 'Ora, Bolas!' anda muito orgulhoso de ter cantado a pedra...

lá no começo da Copinha.

Contra o Tricolor Paulista...

o Merlô voltou a cair pelos lados do campo... a recuar para ajudar o meio...

e a marcar os gols decisivos... sabendo chutar com os 2 pés (um de cada vez).

O que corre o Lucas Paquetá... todos nós sabemos.

Mas contra o São Paulo foi demais.

A dupla Banguelê e Foguete (do São Paulo FC) saiu de campo irritada.

Ele saía da lateral esquerda para a ponta direita... num piscar de olhos.

O comprometimento do meio de campo do Flamengo é algo raro no futebol brasileiro.

O mérito do técnico Zé Ricardo é total.

Em cada jogo... um sistema diferente.

Em todos os jogos... várias situações de gol nos 10 primeiros minutos de jogo.

Em jogo do Zé Ricardo... ninguém pode chegar atrasado no estádio.

Contra o São Paulo, o Flamengo jogou recuado.

O meia volante Ronaldo compôs uma linha de 5 bastante recuada.

O São Paulo não encontrou espaços para jogar.

O Flamengo mandou no jogo.

Não sei se o Ronaldo estava cansado, ou lesionado...

só sei que ele não se ofereceu ao ataque.

E o Trindade também foi pouco.

A santíssima trindade não foi acionada.

Aliás, a única coisa que não harmonizo com o Zé... é sobre o Patrick.

Eu o considero um jogadoraço (em formação)... a ponta da santíssima trindade.

O Zé Ricardo anda utilizando ele muito pouco.

É óbvio que deve haver razões para isso. Só quem vive o dia-a-dia é que pode saber.

Então, quem ia era o Paquetá... e o Kléber (que barrou o Matheus Sávio - 10, que é talentoso, mas falta força).

O Flamengo não jogou o futebol vistoso de outros jogos.

Jogou para vencer.

Esse técnico é bom demais.

Faço minha as palavras do Mansur...

e de muita gente boa da internet.

Torcemos pelo sucesso do Muricy...

mas na primeira chance...

o Zé Ricardo merece uma chance nos profissionais de um grande clube.





Fuminho respeita o Basquete Feminino... Americana boicota a alegria... dá show de eficiência... e derrota Venceslau

Não tem crise no basquete feminino que sobreviva à uma transmissão do José Alberto Fuminho.

Ontem, ele estava turbinado.

Pegou todo mundo de surpresa.

Ele conseguiu dar imagem às suas vibrantes transmissões radiofônicas.

Bastava acessar o canal do youtube. Sensacional.

Bem que ele tentou. Mas o jogo parecia um velório.

Para quem não sabe (e não é pouca gente)... o caráter do feminino é completamente diferente do masculino.

Me cortou o coração ver a Gil chorando ao dar uma entrevista após o jogo... ao se referir sobre a situação da Clarissa.

e olha que o Fuminho sempre disse que a Gil é a Clarissa... sem tiara.

Só sei que foi o segundo boicote de Americana.

Primeiro, elas boicotaram a Seleção Brasileira.

Ontem, boicotaram a alegria.

Mas como é feminino, o foco foi total...

e o time jogou muito. Deu gosto de ver.

Corinthians / Americana 87 x 51 Presidente Venceslau

5 jogadoras com 2 dígitos de eficiência.

Gil (18 pontos e 17 de eficiência); Izabela Sangalli (12 pontos e 15 de eficiência); Damiris (20 pontos e 14 de eficiência); Oyanasis Gelis (11 pontos e 12 de eficiência); e Melissa Gretter (5 pontos e 16 de eficiência). Fantásticas.

Somando com a Karla... e com a Chuca... que jogam a vera o tempo todo... o time continua bastante competitivo.

Só que o basquete só se sustenta no binômio alegria + responsabilidade.

E no feminino não é diferente.

Então vai mais um pequeno conselho para um grande campeão.

Nosso bravo Ricardo Molina deu uma lição de altruísmo e de amor ao basquete.

Ele colocou o respeito ao basquete feminino brasileiro acima dos interesses do basquete de Americana.

Ele ensinou que a vitória tem um preço...

e que não está disposto a pagar qualquer preço para vencer.

Bato palmas, em pé, para ele.

Mas o momento exige habilidade.

Do outro lado, existe a facção.

O pai é terrível.

Mas nós podemos vencer.

O grande culpado desse episódio da Clarissa foi o empresário dela.

Os empresários não são esportistas. Eles só pensam naquilo.

A Clarissa é pura. Ela é inocente. Ela é amada por toda a Nação.

Alguém faça alguma coisa.

Conversem com a Babu.

Façam ela pedir desculpas. Primeiro ao grupo.

Não por ter defendido o Brasil. Mas pela provável inabilidade das suas atitudes.

Pela falta de conversa.

Por não ter procurado a Associação de Atletas... que tinha que ter se posicionado.

Afastem esse maldito empresário... que só causa problemas.

Conversem, com habilidade, com o Molina.

Façam ele entender que a intransigência é característica do outro lado.

E que existe uma solução que é boa para todos.

O Fuminho merece.

Mestre Vendra também.





quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

O Melhor Banco do Brasil

Rio Claro bem que tentou.

Realizou um primeiro quarto primoroso.

O trabalho do Dedé Barbosa me enche os olhos.

Apesar de jovem, ele demonstra muita atitude... e conhecimento do jogo.

Seu talento é nato.

Me desculpem alguns jovens esforçados.

Mas o Basquetebol é um esporte elitista. Discriminador. Ele exige talento.

Isso serve para técnicos... atletas... árbitros...

Não basta ser esforçado.

É lógico que estou me referindo ao alto rendimento.

Mas também é lógico que tem que haver esporte para todos.

Voltando à Rio Claro.

Que coisa linda o Ginásio Felipe Karam.

Mesmo sabendo que não dava para vencer... a torcida lotou o ginásio.

Rio Claro ama basquete.

Não sei não...

estou com a impressão que na próxima temporada...

os super-investimentos vão acabar.

E penso que isso vai ser muito bom.

O time de Rio Claro é forte.

Mas o Flamengo exagerou na hora de montar o plantel.

Parece time da NBA.

Quando a coisa estava enroscada... o José Neto trocou os 5...

e o Marcelinho Machado desequilibrou.

Teve um internauta que perguntou se o JP Batista era o melhor 6o. homem do NBB.

Ora, bolas!

Ele é olímpico.

O Flamengo abusa.

O Cristiano Felício saiu do banco direto para o Chicago Bulls.

e o JP Batista vai do banco direto para as Olimpíadas.

Isso é um pouco demais para a cabeça de muita gente.

Aliás...

O Flamengo está se especializando em mexer com a cabeça de gente muito boa.

Jogadores que chegaram no topo das suas carreiras...

jogando 30 minutos por jogo... e mantendo médias altíssimas de eficiência...

estão se acostumando a dividir tempo e espaço em prol do time... tipo NBA.

Só que na NBA... o jogo tem 48 minutos.

Ontem...

Para ilustrar o que estou dizendo...

o Marquinhos atuou 27 minutos, anotou 19 pontos e obteve 22 de eficiência. Excelente.

o JP Batista, que vem tendo números impressionantes... atuou apenas 18 minutos, anotou 15/20 pontos e obteve 17 de eficiência.

o Marcelinho Machado, que foi o grande responsável pela reação rubro-negra, atuou 23 minutos, anotou 13 pontos e obteve 15 de eficiência.

Robinson (11), Rafael Mineiro (11), Rafa Luz (10) e Meyinsse (10) compuseram o grupo de 7 jogadores que conquistaram 2 dígitos de eficiência.

Não posso deixar de registrar os seguintes números:

Robinson e Olivinha atuaram apenas 15 minutos.

O Ronald Ramon atuou 19 minutos, não assinalou nenhum pontos (0/10) e obteve -1 de eficiência.

Só sei que estou de olho.

NBB não é NBA.

Acho que a diretoria do Flamengo exagerou.

Tem titular demais.

O Neto está tentando resolver esse problema com muito ritmo... muito volume... muita marcação.

Talvez...

cansando bastante os caras...

eles não tenham forças para reclamar de nada.

O banco do Flamengo é a grande força da equipe

Torcida de Rio Claro ama o basquete

Marcelinho Machado comandou mais uma grande vitória rubro-negra

Dedé Barbosa é um técnico em constante evolução