Flamengo e Bauru são os grandes favoritos em tudo que disputarem nessa temporada.
Mas vou dizer uma coisa.
O Brasil está muito bem representado na Liga das Américas.
Quem quiser ser campeão, de qualquer coisa... vai ter que passar pelo Mogi.
O jovem Padovani está arrumando o time.
Não é uma equipe fácil de ser dirigida.
Tem muito craque manhoso.
Mas quando eles querem jogar...
O Larry Taylor está voltando a ser o alienígena.
Sua atuação na República Dominicana foi magnífica.
O Shamell, com a cabeça boa, desequilibra.
O Tyrone é top 5 nesse NBB... e na Liga das Américas.
O que mais me impressionou nas 3 vitórias do Mogi na primeira fase da Liga...
foi o amadurecimento do Lucas Mariano.
Ele jogou basquete de gente grande.
O Filipin é ponta firme. Isso não é novidade.
O Vágner é útil. Agora, ele descobriu as assistências.
O Gersão Monstrão... está voltando a ser o rei do garrafão.
O Jimmy é o defensor mais chato do Brasil.
Fica faltando só o Paulão.
Esse é um caso muito especial. Porque não depende só dele. É necessário que a parte tática o favoreça.
Mas a evolução geral é nítida.
Temos tudo para ter um final de temporada eletrizante entre essas 3 equipes... que possuem plantéis para manter volume de jogo com intensidade elevada...
sem falar de outras equipes que, talvez, não possuam tantos craques reunidos num só time...
mas consigam administrar o jogo da maneira que melhor lhes convier.
Afinal, uma partida de basquete dura apenas 40 minutos.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Brasília, menos eficiente, derrota Paulistano, que precisa voltar a sorrir
Quando digo que o basquete é tão complicado quanto a física quântica...
Tenho utilizado os índices de eficiência das estatísticas do NBB para explicar minhas teorias sobre as equipes do Flamengo e do Bauru.
Ontem... assisti Paulistano 75 x 81 Brasília.
Só que o resultado final no quesito eficiência foi: Paulistano 80 x 79 Brasília.
Pode isso, Arnaldo?
Pode o Paulistano ter sido mais eficiente... mesmo perdendo o jogo?
A garotada pira.
Outra coisa que virou 'lugar comum'... é explicar tudo com 'temos que melhorar nossa defesa'.
"Não fizemos nenhuma cesta... se marcarmos melhor, vamos atacar melhor"
Não aguento mais isso!
O Sírio... de Mortari, Oscar Schmidt, Marcel... não marcava ninguém... e fazia 120 pontos por jogo.
O primeiro tempo acabou 36 x 29 para o Brasília.
A doce Giovanna Terezinno entrevistou o Pecos, do Paulistano, que não titubeou:
"Tomar 36 pontos é muito!"
Como assim?
Fazer 29 pontos é que é muito pouco.
Ele queria ter vencido o primeiro tempo por 29 x 28? Ele acha que está jogando mirim?
O que é unanimidade...
é que a atitude do time de Brasília melhorou muito.
O jovem técnico Bruno Savignani encontrou o equilíbrio tão procurado e desejado.
Magic Fúlvio e o craque Deryk dividem a armação.
Gui Giovanonni e Cipolini criam uma enorme confusão no sistema defensivo adversário, alternando ótimas jogadas dentro e fora do garrafão.
O pivô Ronald está amadurecendo. Uma pena que falte outro pivozão para revezar com ele.
O Jeferson Campos é um jogador muito voluntarioso... que ajuda a acelerar o ritmo do time.
O Pilar e o Coimbra jogam em qualquer time.
Só sei que Bauru e Flamengo são franco favoritos a estarem no G4.
Mogi e Brasília caminham para atingirem o mesmo nível.
O Paulistano largou na frente.
Mas perdeu força. Perdeu volume.
O Caio Torres tem que ir mais para a cesta. De preferência, na posição 5. Ali, ele é imarcável.
Valtinho e Dawkins têm que errar mais. Ousar mais. Brilhar mais.
O Gustavinho tem que voltar a sorrir.
Senão...
Sua equipe continuará jogando um basquete eficiente...
mas o vencedor continuará sendo a equipe adversária.
Tenho utilizado os índices de eficiência das estatísticas do NBB para explicar minhas teorias sobre as equipes do Flamengo e do Bauru.
Ontem... assisti Paulistano 75 x 81 Brasília.
Só que o resultado final no quesito eficiência foi: Paulistano 80 x 79 Brasília.
Pode isso, Arnaldo?
Pode o Paulistano ter sido mais eficiente... mesmo perdendo o jogo?
A garotada pira.
Outra coisa que virou 'lugar comum'... é explicar tudo com 'temos que melhorar nossa defesa'.
"Não fizemos nenhuma cesta... se marcarmos melhor, vamos atacar melhor"
Não aguento mais isso!
O Sírio... de Mortari, Oscar Schmidt, Marcel... não marcava ninguém... e fazia 120 pontos por jogo.
O primeiro tempo acabou 36 x 29 para o Brasília.
A doce Giovanna Terezinno entrevistou o Pecos, do Paulistano, que não titubeou:
"Tomar 36 pontos é muito!"
Como assim?
Fazer 29 pontos é que é muito pouco.
Ele queria ter vencido o primeiro tempo por 29 x 28? Ele acha que está jogando mirim?
O que é unanimidade...
é que a atitude do time de Brasília melhorou muito.
O jovem técnico Bruno Savignani encontrou o equilíbrio tão procurado e desejado.
Magic Fúlvio e o craque Deryk dividem a armação.
Gui Giovanonni e Cipolini criam uma enorme confusão no sistema defensivo adversário, alternando ótimas jogadas dentro e fora do garrafão.
O pivô Ronald está amadurecendo. Uma pena que falte outro pivozão para revezar com ele.
O Jeferson Campos é um jogador muito voluntarioso... que ajuda a acelerar o ritmo do time.
O Pilar e o Coimbra jogam em qualquer time.
Só sei que Bauru e Flamengo são franco favoritos a estarem no G4.
Mogi e Brasília caminham para atingirem o mesmo nível.
O Paulistano largou na frente.
Mas perdeu força. Perdeu volume.
O Caio Torres tem que ir mais para a cesta. De preferência, na posição 5. Ali, ele é imarcável.
Valtinho e Dawkins têm que errar mais. Ousar mais. Brilhar mais.
O Gustavinho tem que voltar a sorrir.
Senão...
Sua equipe continuará jogando um basquete eficiente...
mas o vencedor continuará sendo a equipe adversária.
![]() |
| O armador Deryk está mantendo média de eficiência acima de 20 há vários jogos |
Alessandra aquece o Rio... Jovens talentos sonham ser astronautas
Já que meti a mão no vespeiro...
Sou apaixonado pela Alessandra...
ela sempre deu verdadeiras lições de amor ao basquetebol.
Então, temos a mesma religião. Somos irmãos na fé.
Ela atua no Movimento Máster... nos Jogos Abertos...
nos Jogos Universitários... em peladas de ruas...
basta ter uma bola de basquete... que ela pode estar por lá.
Acho isso sensacional.
Afinal de contas, ela conquistou duas medalhas olímpicas (prata, em Atlanta; bronze, em Sidney).
Essa crônica é motivada por uma questão cultural...
quando eu era uma criança pequenininha... lá em Barbacena...
me ensinaram... que nos Estados Unidos... quando uma pessoa se torna 'olímpica'...
é reverenciada pela sociedade... até o final da sua vida.
Sei lá...
Só sei que sempre quis me tornar um olímpico...
tipo Miguel Ângelo da Luz... e Alessandra.
Será que era melhor sonhar em ser astronauta?
Uma vez... no Paraná...
Cheguei com uma Seleção Carioca de Base...
e o Ubiratan Pereira Maciel (um dos maiores craques brasileiros de todos os tempos)...
Bronze nas Olimpíadas de Tóquio... e Campeão Mundial em 1963...
e membro do Hall da Fama, em Springfield (Massachusetts), Estados Unidos...
dirigia a van... que transportava nossa equipe.
Não achei legal... mas tudo bem, ele estava precisando trabalhar.
Mas será que não havia uma função no basquete para ele ser melhor aproveitado?
Só sei que utilizei ao máximo a oportunidade para que ele passasse sua experiência para a nossa molecada.
Para a Alessandra...
acho fantástico estar exercendo a função de voluntária no evento-teste do basquete feminino...
e enxugando a quadra do torneio que aconteceu no Rio...
no final de semana passado.
Se ela quiser um ajudante... estou às ordens.
Mas para a imagem transmitida aos jovens atletas que sonham em se tornar olímpicos...
não acho legal.
Sei lá...
preferiria que ela estivesse numa função mais glamurosa...
exibindo suas medalhas...
demonstrando que, no Brasil, tudo é possível...
e impedindo que jovens talentos passem a sonhar em ser astronautas.
Sou apaixonado pela Alessandra...
ela sempre deu verdadeiras lições de amor ao basquetebol.
Então, temos a mesma religião. Somos irmãos na fé.
Ela atua no Movimento Máster... nos Jogos Abertos...
nos Jogos Universitários... em peladas de ruas...
basta ter uma bola de basquete... que ela pode estar por lá.
Acho isso sensacional.
Afinal de contas, ela conquistou duas medalhas olímpicas (prata, em Atlanta; bronze, em Sidney).
Essa crônica é motivada por uma questão cultural...
quando eu era uma criança pequenininha... lá em Barbacena...
me ensinaram... que nos Estados Unidos... quando uma pessoa se torna 'olímpica'...
é reverenciada pela sociedade... até o final da sua vida.
Sei lá...
Só sei que sempre quis me tornar um olímpico...
tipo Miguel Ângelo da Luz... e Alessandra.
Será que era melhor sonhar em ser astronauta?
Uma vez... no Paraná...
Cheguei com uma Seleção Carioca de Base...
e o Ubiratan Pereira Maciel (um dos maiores craques brasileiros de todos os tempos)...
Bronze nas Olimpíadas de Tóquio... e Campeão Mundial em 1963...
e membro do Hall da Fama, em Springfield (Massachusetts), Estados Unidos...
dirigia a van... que transportava nossa equipe.
Não achei legal... mas tudo bem, ele estava precisando trabalhar.
Mas será que não havia uma função no basquete para ele ser melhor aproveitado?
Só sei que utilizei ao máximo a oportunidade para que ele passasse sua experiência para a nossa molecada.
Para a Alessandra...
acho fantástico estar exercendo a função de voluntária no evento-teste do basquete feminino...
e enxugando a quadra do torneio que aconteceu no Rio...
no final de semana passado.
Se ela quiser um ajudante... estou às ordens.
Mas para a imagem transmitida aos jovens atletas que sonham em se tornar olímpicos...
não acho legal.
Sei lá...
preferiria que ela estivesse numa função mais glamurosa...
exibindo suas medalhas...
demonstrando que, no Brasil, tudo é possível...
e impedindo que jovens talentos passem a sonhar em ser astronautas.
![]() |
| Alessandra deu um enorme exemplo de atitude, humildade e respeito ao basquete. Uma verdadeira lição para muita gente que comanda o esporte e só pensa em se locupletar dele |
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
Carta Aberta ao Ricardo Molina
Eu não consigo ficar calado!
Sei que vou meter a mão no vespeiro... de novo!
mas tenho tantos anos de estrada...
que não dá para ver o barco afundar e todo mundo ficar olhando.
É preciso um pouco de comprometimento.
Na gestão passada... a CBB acabou com o BCN... e ninguém abriu a boca.
Eu sempre dormi tranquilo.
Mesmo sabendo que minhas crônicas custaram a minha carreira no basquete.
Agora, vão querer acabar com Americana.
Eu não aguento isso.
Querido Molina.
O basquete de Americana precisa de você.
Tenho larga experiência no futebol profissional... e afirmo que nunca esperei absolutamente nada de nenhum empresário de jogador.
Eles não são dotados de qualquer tipo de altruísmo... ou ideologia... que não seja financeira.
No basquete não é diferente.
Esqueça o basquete brasileiro.
Seu compromisso é com sua cidade... e com suas jogadoras.
Lute por elas.
Não fique chateado com a Clarissa.
Ela seguiu a Regra do Jogo.
O Dornelas também.
A facção não é fácil. O pai é terrível.
Na verdade, o movimento foi muito bem intencionado...
mas cometeu erros políticos terríveis.
A Associação de Jogadores é que tinha que se posicionar oficialmente...
e as federações tinham que ser envolvidas.
No organograma, não existe relação direta clube-confederação.
E o pai sabe disso.
Canalize seus sentimentos para captar forças... no sentido de ganhar mais um campeonato brasileiro.
Afinal, isso aqui é Corinthians!
Desfile em carro de bombeiros. Essa é uma resposta legal.
Mestre Vendra merece.
Utilize a parte política para moralizar a Liga Feminina. Como pode uma entidade que tem 6 clubes... ficar contra a posição de 5 deles? Algo está muito errado na escolha da sua liderança.
Converse com a Federação Paulista. Conheço bem o Enyo. Ele é bacana e vai te ajudar.
Esquece a CBB. Ela não tem nada a ver com clubes.
Esquece seleções.
Prioriza a opinião pública.
Prioriza as rivalidades internas.
Prioriza quem te dá valor.
Prioriza esse cronista... que torce muito por você.
Prioriza ser feliz.
Sei que vou meter a mão no vespeiro... de novo!
mas tenho tantos anos de estrada...
que não dá para ver o barco afundar e todo mundo ficar olhando.
É preciso um pouco de comprometimento.
Na gestão passada... a CBB acabou com o BCN... e ninguém abriu a boca.
Eu sempre dormi tranquilo.
Mesmo sabendo que minhas crônicas custaram a minha carreira no basquete.
Agora, vão querer acabar com Americana.
Eu não aguento isso.
Querido Molina.
O basquete de Americana precisa de você.
Tenho larga experiência no futebol profissional... e afirmo que nunca esperei absolutamente nada de nenhum empresário de jogador.
Eles não são dotados de qualquer tipo de altruísmo... ou ideologia... que não seja financeira.
No basquete não é diferente.
Esqueça o basquete brasileiro.
Seu compromisso é com sua cidade... e com suas jogadoras.
Lute por elas.
Não fique chateado com a Clarissa.
Ela seguiu a Regra do Jogo.
O Dornelas também.
A facção não é fácil. O pai é terrível.
Na verdade, o movimento foi muito bem intencionado...
mas cometeu erros políticos terríveis.
A Associação de Jogadores é que tinha que se posicionar oficialmente...
e as federações tinham que ser envolvidas.
No organograma, não existe relação direta clube-confederação.
E o pai sabe disso.
Canalize seus sentimentos para captar forças... no sentido de ganhar mais um campeonato brasileiro.
Afinal, isso aqui é Corinthians!
Desfile em carro de bombeiros. Essa é uma resposta legal.
Mestre Vendra merece.
Utilize a parte política para moralizar a Liga Feminina. Como pode uma entidade que tem 6 clubes... ficar contra a posição de 5 deles? Algo está muito errado na escolha da sua liderança.
Converse com a Federação Paulista. Conheço bem o Enyo. Ele é bacana e vai te ajudar.
Esquece a CBB. Ela não tem nada a ver com clubes.
Esquece seleções.
Prioriza a opinião pública.
Prioriza as rivalidades internas.
Prioriza quem te dá valor.
Prioriza esse cronista... que torce muito por você.
Prioriza ser feliz.
![]() |
| Ricardo Molina é um dos grandes dirigentes do basquete brasileiro e merece ser tratado com todo carinho e respeito |
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Isso aqui é Flamengo!
Confesso que fiquei em dúvida...
mas durante a disputa dos pênaltis... a dúvida foi embora.
Afinal, isso aqui é Flamengo!
Nosso brilhante vencedor do Oscar 2016... o cara que escreveu o regulamento da Copinha...
não só conseguiu classificar o Flamengo antes do jogo começar...
como conseguiu coisa muito pior.
Se vencesse, o Mengão enfrentaria o São Paulo. Perdendo, o adversário seria o América MG. Inacreditável!
O excelente técnico José Ricardo poupou a santíssima trindade.
Ele tirou do jogo a alma do Flamengo. Os volantes-meias rubro-negros (Ronaldo, Trindade e Patrick) não jogaram.
Mas o Flamengo é forte de qualquer jeito.
Principalmente enfrentando uma equipe sub-17 do Bahia... que joga para frente... e que tinha média de mais de 2 gols por jogo na competição.
O Zé Ricardo pode saber muito... mas não sabe escolher jogador para bater pênalti.
Noutro dia, ele escalou o Lucas Paquetá... que perdeu de forma bisonha. Ontem, foi o Cafu. Nem pinta de batedor ele tem.
Só sei que o Flamengo meteu 2 x 0, com tranquilidade, com 2 gols do artilheiro europeu Felipe Vizeu, mesmo com o pênalti desperdiçado.
As jogadas dos gols foram lindas.
Uma pela esquerda... com Cafu, Kléber, Paquetá, para a finalização do Vizeu...
e uma pela direita... com Thiago Ennes, Matheus Sávio, para mais um gol do Vizeu.
Agora, me expliquem uma coisa.
Se o goleiro (que é bom demais) bate pênalti...
se os zagueiros batem pênalti...
se os reservas batem pênalti...
se até o roupeiro bate pênalti (acho).
Por que nosso artilheiro não bate? É algum trauma de infância?
O Flamengo perdeu 2 pênaltis no tempo normal (contra Mogi e ontem)... e perdeu os 2 primeiros, ontem, na disputa decisiva (Léo Duarte e Maicon). Tudo parecia perdido.
Foi quando apareceu o lateral direito Thiago Ennes e personalizou o time. Esse menino tem uma atitude espetacular dentro do campo.
Ele me lembra o Dunga na Copa de 94. O Muricy deveria aproveitá-lo no plantel do profissional.
Ele tem a cara do Flamengo.
Só sei que seria melhor enfrentar o América MG.
Mas isso não é Flamengo.
Flamengo é sinônimo de vitória. Sempre.
Na bola. Nos pênaltis. No grito... contra qualquer adversário.
O Flamengo tem um jogo difícil contra o São Paulo.
Mas o São Paulo tem um jogo mais difícil ainda contra o Flamengo.
Quem vencer... ganha o direito de enfrentar o Bahia.
mas durante a disputa dos pênaltis... a dúvida foi embora.
Afinal, isso aqui é Flamengo!
Nosso brilhante vencedor do Oscar 2016... o cara que escreveu o regulamento da Copinha...
não só conseguiu classificar o Flamengo antes do jogo começar...
como conseguiu coisa muito pior.
Se vencesse, o Mengão enfrentaria o São Paulo. Perdendo, o adversário seria o América MG. Inacreditável!
O excelente técnico José Ricardo poupou a santíssima trindade.
Ele tirou do jogo a alma do Flamengo. Os volantes-meias rubro-negros (Ronaldo, Trindade e Patrick) não jogaram.
Mas o Flamengo é forte de qualquer jeito.
Principalmente enfrentando uma equipe sub-17 do Bahia... que joga para frente... e que tinha média de mais de 2 gols por jogo na competição.
O Zé Ricardo pode saber muito... mas não sabe escolher jogador para bater pênalti.
Noutro dia, ele escalou o Lucas Paquetá... que perdeu de forma bisonha. Ontem, foi o Cafu. Nem pinta de batedor ele tem.
Só sei que o Flamengo meteu 2 x 0, com tranquilidade, com 2 gols do artilheiro europeu Felipe Vizeu, mesmo com o pênalti desperdiçado.
As jogadas dos gols foram lindas.
Uma pela esquerda... com Cafu, Kléber, Paquetá, para a finalização do Vizeu...
e uma pela direita... com Thiago Ennes, Matheus Sávio, para mais um gol do Vizeu.
Agora, me expliquem uma coisa.
Se o goleiro (que é bom demais) bate pênalti...
se os zagueiros batem pênalti...
se os reservas batem pênalti...
se até o roupeiro bate pênalti (acho).
Por que nosso artilheiro não bate? É algum trauma de infância?
O Flamengo perdeu 2 pênaltis no tempo normal (contra Mogi e ontem)... e perdeu os 2 primeiros, ontem, na disputa decisiva (Léo Duarte e Maicon). Tudo parecia perdido.
Foi quando apareceu o lateral direito Thiago Ennes e personalizou o time. Esse menino tem uma atitude espetacular dentro do campo.
Ele me lembra o Dunga na Copa de 94. O Muricy deveria aproveitá-lo no plantel do profissional.
Ele tem a cara do Flamengo.
Só sei que seria melhor enfrentar o América MG.
Mas isso não é Flamengo.
Flamengo é sinônimo de vitória. Sempre.
Na bola. Nos pênaltis. No grito... contra qualquer adversário.
O Flamengo tem um jogo difícil contra o São Paulo.
Mas o São Paulo tem um jogo mais difícil ainda contra o Flamengo.
Quem vencer... ganha o direito de enfrentar o Bahia.
![]() |
| Felipe Vizeu (centro) marca o primeiro gol aproveitando excelente cruzamento de Lucas Paquetá |
domingo, 17 de janeiro de 2016
Que torcida é essa?
A torcida do Flamengo voltou a ser a grande protagonista nos jogos de basquete no Tijuca TC.
Quando a atual diretoria passou a cobrar ingressos caros...
e suspender a distribuição das inúmeras cortesias...
o Tijuca TC andou ficando vazio.
A presença maciça da Nação Rubro-Negra devolveu o colorido natural que o basquete campeão de tudo merece ter.
Ontem, na vitória sobre Franca por 83 x 73...
na transmissão, ao vivo, pela RedeTV...
um torcedor apaixonado... e empolgado... perguntou ao craque Cadum...
se o Flamengo... com Shamell e Alex Garcia... seria um Dream Team.
Menos, torcedor... menos.
Esse NBB promete.
O Flamengo tem um plantel fortíssimo.
Tem um técnico que está atingindo um alto grau de maturidade e liderança.
E olha que vai precisar.
Sei que a vida é assim mesmo.
Mas quem contratou o Ronald Ramon deve concordar comigo.
O Flamengo já tinha dois craques para a posição.
Tanto o Robinson, como o Marcelinho, são craques internacionais... e acostumados a pontuar.
Agora, o espaço está reduzido.
Administrar isso não é para qualquer um.
O Robinson jogou demais.
Confesso que não concordei com sua titularidade no início da temporada.
Mas agora reconheço que o Neto acertou.
Por enquanto, o Marcelinho está entrando e jogando.
Mas como fica o Ronald Ramon?
Sei lá!
Talvez saia o Marquinhos...
Péra aí...
O Marquinhos não pode sair...
nem o Olivinha... nem o Meyinsse...
é o Trio do Zika Vírus...
é o Trio que segura o alto astral do plantel.
Aliás... estou achando que o trio virou quarteto.
Acho que agora é 'Quarteto Fantástico'.
O Robinson já está cantando "isso aqui não é Vasco"...
Só sei que... por enquanto está dando certo.
Por enquanto.
O jogo é coletivo...
mas é sustentado em performances individuais.
Quando dei pequenos conselhos para um grande campeão...
afirmei que Bauru necessitava de 6 jogadores com 2 dígitos de eficiência por jogo.
De preferência... 3 com mais de 20.
Ontem, o Flamengo só teve 2 com mais de 10 (JP Batista, 23 e Meyinsse, 14).
Os outros não tiveram sequência de jogo para brilhar.
Será que isso funciona por muito tempo?
Pode ser que sim.
Pode ser que não.
Por enquanto, torço para que o jogo tenha 3 prorrogações para que os craques do Flamengo tenham o tempo de quadra que estão acostumados a ter ao longo das suas brilhantes carreiras.
Quando a atual diretoria passou a cobrar ingressos caros...
e suspender a distribuição das inúmeras cortesias...
o Tijuca TC andou ficando vazio.
A presença maciça da Nação Rubro-Negra devolveu o colorido natural que o basquete campeão de tudo merece ter.
Ontem, na vitória sobre Franca por 83 x 73...
na transmissão, ao vivo, pela RedeTV...
um torcedor apaixonado... e empolgado... perguntou ao craque Cadum...
se o Flamengo... com Shamell e Alex Garcia... seria um Dream Team.
Menos, torcedor... menos.
Esse NBB promete.
O Flamengo tem um plantel fortíssimo.
Tem um técnico que está atingindo um alto grau de maturidade e liderança.
E olha que vai precisar.
Sei que a vida é assim mesmo.
Mas quem contratou o Ronald Ramon deve concordar comigo.
O Flamengo já tinha dois craques para a posição.
Tanto o Robinson, como o Marcelinho, são craques internacionais... e acostumados a pontuar.
Agora, o espaço está reduzido.
Administrar isso não é para qualquer um.
O Robinson jogou demais.
Confesso que não concordei com sua titularidade no início da temporada.
Mas agora reconheço que o Neto acertou.
Por enquanto, o Marcelinho está entrando e jogando.
Mas como fica o Ronald Ramon?
Sei lá!
Talvez saia o Marquinhos...
Péra aí...
O Marquinhos não pode sair...
nem o Olivinha... nem o Meyinsse...
é o Trio do Zika Vírus...
é o Trio que segura o alto astral do plantel.
Aliás... estou achando que o trio virou quarteto.
Acho que agora é 'Quarteto Fantástico'.
O Robinson já está cantando "isso aqui não é Vasco"...
Só sei que... por enquanto está dando certo.
Por enquanto.
O jogo é coletivo...
mas é sustentado em performances individuais.
Quando dei pequenos conselhos para um grande campeão...
afirmei que Bauru necessitava de 6 jogadores com 2 dígitos de eficiência por jogo.
De preferência... 3 com mais de 20.
Ontem, o Flamengo só teve 2 com mais de 10 (JP Batista, 23 e Meyinsse, 14).
Os outros não tiveram sequência de jogo para brilhar.
Será que isso funciona por muito tempo?
Pode ser que sim.
Pode ser que não.
Por enquanto, torço para que o jogo tenha 3 prorrogações para que os craques do Flamengo tenham o tempo de quadra que estão acostumados a ter ao longo das suas brilhantes carreiras.
sábado, 16 de janeiro de 2016
Pequenos Conselhos para um Grande Campeão
Tenho um carinho todo especial pelo basquete de Bauru.
O projeto é muito especial.
O Paschoalotto merece todo o nosso reconhecimento... e os nossos aplausos.
Ontem, fui novamente convidado pelos meus heróis da Rádio Auri-Verde, de Bauru, para participar de uma transmissão esportiva.
Meu amigo Rafael Antônio viajou, sozinho, quase 1.000 km., para transmitir, ao vivo, Macaé 68 x 101 Bauru/Paschoalotto.
São pessoas assim que nos estimulam a acreditar que a vida com ideologia é muito melhor.
Bauru vive seu momento de decisão.
Bauru precisa resgatar seu alto astral.
A viuvez tem que acabar. É melhor para todos!
Qualquer sucesso obtido por esse time de Bauru... terá o DNA do Guerrinha.
Se Bauru conquistar o Bi das Américas... se vencer o NBB... o Guerrinha também será campeão.
Afinal, foi ele quem montou o time.
Ele é o melhor técnico do Brasil na atualidade. Ponto.
Só que ele saiu de Bauru.
E Bauru soube escolher o substituto.
O Demétrius tem inúmeras qualidades.
Foi um armador cerebral... conviveu com grandes técnicos... também é francano... tem carisma, inteligência, caráter... e está a cada dia melhor.
Bauru alavancou a carreira do Guerrinha... e o conduziu ao degrau mais alto das Américas.
Agora é a vez do Demétrius.
Bauru se tornou um excepcional 'alavancador' de carreira de super-técnicos.
Mas todos têm que pensar assim.
Porque o sucesso, no basquete, só se sustenta no binômio responsabilidade + alegria.
O Demétrius precisa da confiança da torcida, da diretoria, do Seu Jair, do Lanzoni, de todo mundo... sem falar, fundamentalmente, dos jogadores.
Por falar em jogadores...
O Flamengo já tinha o Marcelinho Machado e o Robinson...
e trouxe o Ronald Ramon.
A torcida de Bauru não pode idolatrar, apenas, o Alex Garcia, o Ricardo Fischer e o Hettsheimer.
Eles são monstros... e capazes de vencer qualquer adversário.
Mas para ter sucesso numa temporada inteira... é preciso muito mais.
O primeiro passo é personalizar dois grandes craques: Léo Meindl e Robert Day.
Robert Day era o xodó de Uberlândia. Ele já anotou 50 pontos num Jogo das Estrelas.
O Léo Mendl era o xodó de Franca e é um jogador completo.
Sugiro que os Loucos da Central comecem a gritar 'Day, Day, Day'... cada vez que ele pegar na bola.
Ele precisa meter bola. Ele gosta disso.
Quando erra tiros de 3... se apaga um pouco.
O Mendl tem que se sentir admirado, valorizado.
Apostem nisso.
O resultado será espetacular.
Ontem, o primeiro passo já foi dado.
Seis jogadores obtiveram 2 dígitos de eficiência.
Alex (22), Hettsheimer (21) e Jefferson (21), no primeiro grupo.
Léo Meindl (15), Paulinho Boracini (14) e Ricardo Fischer (11), no segundo.
Nesse momento, muito bom.
O Fischer preocupado em armar o time.
No próximo momento... precisaremos que ele volte para a casa dos 20 de eficiência. Todos sabemos que tem basquete e volume para isso.
Resumindo, nota 7 para Bauru contra Macaé.
Afinal, o Robert Day obteve apenas 4 de eficiência... e precisamos dele para conquistarmos tudo nessa temporada.
O projeto é muito especial.
O Paschoalotto merece todo o nosso reconhecimento... e os nossos aplausos.
Ontem, fui novamente convidado pelos meus heróis da Rádio Auri-Verde, de Bauru, para participar de uma transmissão esportiva.
Meu amigo Rafael Antônio viajou, sozinho, quase 1.000 km., para transmitir, ao vivo, Macaé 68 x 101 Bauru/Paschoalotto.
São pessoas assim que nos estimulam a acreditar que a vida com ideologia é muito melhor.
Bauru vive seu momento de decisão.
Bauru precisa resgatar seu alto astral.
A viuvez tem que acabar. É melhor para todos!
Qualquer sucesso obtido por esse time de Bauru... terá o DNA do Guerrinha.
Se Bauru conquistar o Bi das Américas... se vencer o NBB... o Guerrinha também será campeão.
Afinal, foi ele quem montou o time.
Ele é o melhor técnico do Brasil na atualidade. Ponto.
Só que ele saiu de Bauru.
E Bauru soube escolher o substituto.
O Demétrius tem inúmeras qualidades.
Foi um armador cerebral... conviveu com grandes técnicos... também é francano... tem carisma, inteligência, caráter... e está a cada dia melhor.
Bauru alavancou a carreira do Guerrinha... e o conduziu ao degrau mais alto das Américas.
Agora é a vez do Demétrius.
Bauru se tornou um excepcional 'alavancador' de carreira de super-técnicos.
Mas todos têm que pensar assim.
Porque o sucesso, no basquete, só se sustenta no binômio responsabilidade + alegria.
O Demétrius precisa da confiança da torcida, da diretoria, do Seu Jair, do Lanzoni, de todo mundo... sem falar, fundamentalmente, dos jogadores.
Por falar em jogadores...
O Flamengo já tinha o Marcelinho Machado e o Robinson...
e trouxe o Ronald Ramon.
A torcida de Bauru não pode idolatrar, apenas, o Alex Garcia, o Ricardo Fischer e o Hettsheimer.
Eles são monstros... e capazes de vencer qualquer adversário.
Mas para ter sucesso numa temporada inteira... é preciso muito mais.
O primeiro passo é personalizar dois grandes craques: Léo Meindl e Robert Day.
Robert Day era o xodó de Uberlândia. Ele já anotou 50 pontos num Jogo das Estrelas.
O Léo Mendl era o xodó de Franca e é um jogador completo.
Sugiro que os Loucos da Central comecem a gritar 'Day, Day, Day'... cada vez que ele pegar na bola.
Ele precisa meter bola. Ele gosta disso.
Quando erra tiros de 3... se apaga um pouco.
O Mendl tem que se sentir admirado, valorizado.
Apostem nisso.
O resultado será espetacular.
Ontem, o primeiro passo já foi dado.
Seis jogadores obtiveram 2 dígitos de eficiência.
Alex (22), Hettsheimer (21) e Jefferson (21), no primeiro grupo.
Léo Meindl (15), Paulinho Boracini (14) e Ricardo Fischer (11), no segundo.
Nesse momento, muito bom.
O Fischer preocupado em armar o time.
No próximo momento... precisaremos que ele volte para a casa dos 20 de eficiência. Todos sabemos que tem basquete e volume para isso.
Resumindo, nota 7 para Bauru contra Macaé.
Afinal, o Robert Day obteve apenas 4 de eficiência... e precisamos dele para conquistarmos tudo nessa temporada.
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| Tive a honra de comentar o jogo Macaé x Bauru para a Rádio Auri-Verde, de Bauru |
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