O isolamento do Rubén Magnano no comando da Seleção Brasileira é visível...
eu jamais critiquei um técnico de basquetebol...
quanto mais um Super-Técnico...
e o Magnano é um Super-Técnico acima de qualquer suspeita...
mas ninguém merece dirigir uma estrutura de um país como o Brasil sem um departamento Técnico atuando com competência...
quem cobra e avalia a Comissão Técnica da Seleção Brasileira?
é impressão minha, ou o assistente-técnico argentino ficou completamente deslocado ao assumir o comando da equipe nos minutos em que o Magnano foi desqualificado?
não percebi ele dar nenhuma instrução, pedir nenhum tempo, nem fazer nenhuma substituição...
o Brasil não compareceu na entrevista coletiva obrigatória após o jogo...
ouvi o nosso Byra Bello, comentarista do Sportv, falar durante a transmissão, que o diretor técnico da CBB, André, não sabia se levava o resultado do jogo contra a equipe eliminada para a próxima fase...
isso não pode ser sério...
estou lendo um monte de desabafos na internet...
todos vindos de pessoas que amam o basquete brasileiro...
ando feliz com o lindo trabalho desenvolvido na Liga Nacional de Basquete...
e reconheço o esforço da Escola Nacional de Técnicos de Basquete...
mas minha luta continua...
me escutem, por favor...
coloquem Técnicos de Basquete no Departamento Técnico da CBB...
contratem assessores com história dentro do Basquete Brasileiro...
o resultado será mais rápido do que vocês imaginam.
domingo, 1 de setembro de 2013
sexta-feira, 12 de julho de 2013
A História Política Recente da FBERJ
Vocês lembram como é que o Álvaro conseguiu se eleger presidente da FBERJ?
Ele concorreu contra o Presidente Pedro Arantes...
o Pedro era aposentado da Petrobrás Internacional e não era grande amante do basquetebol...
mas era um bom administrador e ia todos os dias na Federação...
o Pedro tinha o apoio de todo o basquete do Rio de Janeiro...
Flamengo, Fluminense, Botafogo, Comary, Central, Macaé, Mangueira e todos os demais filiados que faziam basquete de verdade estavam conosco...
o Grego, então presidente da CBB, procurou o Fernando Lima, dirigente decadente de um Vasco quebrado, e foram no Eurico Miranda...
resolveram lançar uma chapa e atacar os presidentes dos clubes...
tudo com promessas vindas da CBB...
que todos sabiam que jamais seriam cumpridas...
pegaram filiados que não tinham direito a voto...
filiados que não faziam basquete...
utilizaram o departamento jurídico do Vasco, que é excelente...
e arrumaram uma confusão na eleição...
a FBERJ ficou quase um ano sem presidente...
um dia arrombaram a porta da federação...
e colocaram o Álvaro sentado na cadeira de presidente da FBERJ...
tirá-lo de lá seria fácil...
mas não era o estilo do nosso grupo.
Aonde está Fernando Lima?
Aonde está Kalil? e aquele seu amigo diretor do Mackenzie?
Aonde está aquele falante diretor do Nova Friburgo C.C.?
Aonde está o Olaria?
Aonde está ACF/Campos?
não sobrou ninguém que colocou o Álvaro naquela cadeira...
acho até que não sobrou nem cadeira...
o Grego se arrependeu de ter me tirado da FBERJ...
o Álvaro, na última eleição da CBB, foi cabo eleitoral contra o Grego...
o nosso pessoal continua fazendo basquete...
e tratando respeitosamente quem não respeita o basquete do Rio de Janeiro.
Ele concorreu contra o Presidente Pedro Arantes...
o Pedro era aposentado da Petrobrás Internacional e não era grande amante do basquetebol...
mas era um bom administrador e ia todos os dias na Federação...
o Pedro tinha o apoio de todo o basquete do Rio de Janeiro...
Flamengo, Fluminense, Botafogo, Comary, Central, Macaé, Mangueira e todos os demais filiados que faziam basquete de verdade estavam conosco...
o Grego, então presidente da CBB, procurou o Fernando Lima, dirigente decadente de um Vasco quebrado, e foram no Eurico Miranda...
resolveram lançar uma chapa e atacar os presidentes dos clubes...
tudo com promessas vindas da CBB...
que todos sabiam que jamais seriam cumpridas...
pegaram filiados que não tinham direito a voto...
filiados que não faziam basquete...
utilizaram o departamento jurídico do Vasco, que é excelente...
e arrumaram uma confusão na eleição...
a FBERJ ficou quase um ano sem presidente...
um dia arrombaram a porta da federação...
e colocaram o Álvaro sentado na cadeira de presidente da FBERJ...
tirá-lo de lá seria fácil...
mas não era o estilo do nosso grupo.
Aonde está Fernando Lima?
Aonde está Kalil? e aquele seu amigo diretor do Mackenzie?
Aonde está aquele falante diretor do Nova Friburgo C.C.?
Aonde está o Olaria?
Aonde está ACF/Campos?
não sobrou ninguém que colocou o Álvaro naquela cadeira...
acho até que não sobrou nem cadeira...
o Grego se arrependeu de ter me tirado da FBERJ...
o Álvaro, na última eleição da CBB, foi cabo eleitoral contra o Grego...
o nosso pessoal continua fazendo basquete...
e tratando respeitosamente quem não respeita o basquete do Rio de Janeiro.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
O Basquete do Rio penhorado
Muito se fala da atual CBB...
mas o que acontece com a FBERJ beira o insuportável...
todos sabem que fui superintendente técnico da Federação na melhor época da entidade...
tínhamos um site que quebrava recordes de acesso e conseguíamos estar em todos os jogos...
de Paraty à Campos...
tínhamos 4 divisões no basquete feminino e fomos campeões brasileiros juvenil feminino...
realizamos Arena Telemar na Praia de Ipanema...
Copa Eletrobrás Escolar...
Copa Petrobrás para cadeirantes com a presença da atual presidente da empresa, Maria da Graça Foster, em todos os jogos...
Big Days NBA / Spalding em muitas cidades...
todos me viam o tempo todo...
mas nunca assinei um contrato...
ou um cheque...
para isso, tinha o Presidente Pedro Arantes e a tesoureira Sandra Vilas Boas que está até hoje na FBERJ...
quando o basquete do Brasil caiu vertiginosamente...
eu fiquei ao lado do Oscar Schmidt...
e da Hortência, e da Paula, e da Janeth, e do Nenê, e de todo o basquete brasileiro...
o atual presidente da FBERJ preferiu colar no Grego e se ligar no Eurico Miranda...
e aconteceu o que aconteceu...
eles conseguiram me tirar da FBERJ numa sexta-feira a noite...
houve até arrombamento de porta...
trabalhei muito tempo sem receber...
a Justiça do Trabalho reconheceu isso...
isso foi em 2007...
fiquei muito tempo sem executar meus direitos...
pensando no basquete carioca...
mas agora chega!
espero que os clubes sérios não fiquem pagando mensalidades por fora...
espero que a FBERJ me procure para um acordo...
ou que Flamengo, Botafogo, Vasco e Fluminense façam o que é melhor para o basquete carioca.
mas o que acontece com a FBERJ beira o insuportável...
todos sabem que fui superintendente técnico da Federação na melhor época da entidade...
tínhamos um site que quebrava recordes de acesso e conseguíamos estar em todos os jogos...
de Paraty à Campos...
tínhamos 4 divisões no basquete feminino e fomos campeões brasileiros juvenil feminino...
realizamos Arena Telemar na Praia de Ipanema...
Copa Eletrobrás Escolar...
Copa Petrobrás para cadeirantes com a presença da atual presidente da empresa, Maria da Graça Foster, em todos os jogos...
Big Days NBA / Spalding em muitas cidades...
todos me viam o tempo todo...
mas nunca assinei um contrato...
ou um cheque...
para isso, tinha o Presidente Pedro Arantes e a tesoureira Sandra Vilas Boas que está até hoje na FBERJ...
quando o basquete do Brasil caiu vertiginosamente...
eu fiquei ao lado do Oscar Schmidt...
e da Hortência, e da Paula, e da Janeth, e do Nenê, e de todo o basquete brasileiro...
o atual presidente da FBERJ preferiu colar no Grego e se ligar no Eurico Miranda...
e aconteceu o que aconteceu...
eles conseguiram me tirar da FBERJ numa sexta-feira a noite...
houve até arrombamento de porta...
trabalhei muito tempo sem receber...
a Justiça do Trabalho reconheceu isso...
isso foi em 2007...
fiquei muito tempo sem executar meus direitos...
pensando no basquete carioca...
mas agora chega!
espero que os clubes sérios não fiquem pagando mensalidades por fora...
espero que a FBERJ me procure para um acordo...
ou que Flamengo, Botafogo, Vasco e Fluminense façam o que é melhor para o basquete carioca.
Caiu no Horto... Tá morto...
Foi emocionante.
O Galo Mineiro continua invicto no Horto...
e olha que ontem parecia impossível...
a classificação para a Final da Libertadores dependia de um gol do Guilherme...
que nunca marcou em Libertadores...
e que entrou no lugar de um jogador de seleção brasileira...
como é que um técnico substitui um titular de seleção brasileira no momento mais importante da história do clube?
e nos pênaltis?
ficou atrás duas vezes...
os dois reservas do Atlético (Alecsandro e Guilherme) marcaram...
um monte de gente isolou a bola por cima do travessão...
o Luis Carlos Jr. começou a teorizar que, naquele lado do campo, a marca do pênalti estava muito ruim...
até que veio o Ronaldinho Gaúcho...
aí a marca ficou boa...
ele deu um show de cobrança e de comemoração...
o Vítor garantiu a festa...
mas o grande campeão é o Horto...
os clubes do Rio merecem algo assim
padrão FIFA para jogos FIFA...
e padrão HORTO para jogos HORTO.
O Galo Mineiro continua invicto no Horto...
e olha que ontem parecia impossível...
a classificação para a Final da Libertadores dependia de um gol do Guilherme...
que nunca marcou em Libertadores...
e que entrou no lugar de um jogador de seleção brasileira...
como é que um técnico substitui um titular de seleção brasileira no momento mais importante da história do clube?
e nos pênaltis?
ficou atrás duas vezes...
os dois reservas do Atlético (Alecsandro e Guilherme) marcaram...
um monte de gente isolou a bola por cima do travessão...
o Luis Carlos Jr. começou a teorizar que, naquele lado do campo, a marca do pênalti estava muito ruim...
até que veio o Ronaldinho Gaúcho...
aí a marca ficou boa...
ele deu um show de cobrança e de comemoração...
o Vítor garantiu a festa...
mas o grande campeão é o Horto...
os clubes do Rio merecem algo assim
padrão FIFA para jogos FIFA...
e padrão HORTO para jogos HORTO.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
A Espanha exausta
O Brasil é um país movido pelo coração...
e o coração não costuma respeitar a razão...
será que o brasileiro nunca jogou bola se sentindo exausto...
o cerébro pensa...
e as pernas não obedecem...
com o passar dos minutos do jogo...
a gente vai 'emburrecendo'...
a Espanha veio ao Brasil em fim de temporada...
e levou um golpe fatal...
aquele jogo contra a Itália...
120 minutos...
mais a disputa de pênaltis...
num calor absurdo...
acabou com o melhor time do mundo...
quem assistiu a última Copa do Mundo e a Euro do ano passado entende o que estou falando...
é lógico que o Brasil não tem nada a ver com isso...
marcou muito bem...
conseguiu um gol no primeiro minuto do jogo...
outro gol no último minuto do primeiro tempo...
e soube jogar no contra-ataque...
mas fico impressionado com a falta de lucidez da maioria dos comentaristas...
tratam o futebol como se não fosse ciência...
como se não houvesse parte tática...
até ex-jogadores falando bobagens...
a Espanha é o melhor time do Mundo...
domingo, 23 de junho de 2013
A entrevista do Oscar
Esse é meu espaço...
nunca reproduzi fala de ninguém...
mas o que muita gente já se esqueceu...
é que eu comandava, tranquilamente, a parte técnica da Federação de Basquete do RJ...
quando começou uma verdadeira batalha entre o Oscar Schmidt e o então presidente da CBB...
e eu não fugi da luta...
não me omiti...
fiz parte de um grande time...
Oscar, Paula e Hortência...
Nenê e Janeth...
Amarildo, Telmo e Pedro Arantes...
quase todos os clubes do então campeonato brasileiro...
o problema é que poucos ficaram na luta até o final...
e eu fui até o fim...
terminei cheio de cicatrizes...
mas lendo essa entrevista do Mestre Oscar Schmidt...
me convenço que tudo valeu a pena...
e fica um desejo enorme...
que todos leiam a entrevista abaixo:
em tempo: "Oscar: Eu te amo!!!"
O que mudou na vida de Oscar Schmidt (55) desde que descobriu o câncer no cérebro? Pouca coisa. Ele afirma que nem por um momento se deixou abater. “Não posso ficar desanimado. Ganhei de presente uma vida que todo mundo gostaria de ter”, afirmou. A vitória corre nas veias do campeão do basquete brasileiro, maior pontuador do mundo que, em setembro, entra para o Hall da Fama nos Estados Unidos. Sempre bem-humorado, Oscar faz piada até com assunto sério. “Qual o principal conselho que dou aos meus filhos? Nunca fume, nunca beba, nunca se drogue.” Faz pausa e completa, aos risos: “Dá câncer!” .
Pai de Stephanie (22), chef de cozinha, e de Felipe (27), que acaba de assinar contrato para dirigir série na TV sobre o Pan-Americano de 1987 — quando o Brasil venceu os EUA em casa e Oscar era a estrela do time —, o irmão do apresentador da atração global Fantástico Tadeu Schmidt (38) tem sólidos valores familiares. “Quero que meus filhos sejam pessoas decentes, sem vícios, com objetivos, sabendo o que querem da vida.” Após temporada norteamericana, Felipe está de volta ao Brasil e, apesar de não ter seguido carreira no esporte, entra nas quadras apenas para brincar com o pai. Stephanie mima Oscar com o seu prato favorito: estrogonofe.
O astro esportivo está sempre com uma garrafa de água por perto. Sente a boca mais seca por causa do tratamento de radio e quimioterapia, que continua fazendo. Enjoa de vez em quando. Transferiu o futebol com vizinhos de Alphaville, na Grande SP, onde mora, da manhã para a noite. Seu hobby é pescar. Adora aquário, é deste signo no zodíaco, mas... odeia comer peixe! No seu aquário, tem corais e 11 peixes. As cinco palavras-chave que usa em suas palestras motivacionais são visão, de cisão, time, obstinação e paixão. Quer ser o melhor em tudo. Seu ídolo do momento é o jovem Tim Tebow (25), jogador de futebol americano, que recentemente foi para o Patriots, time de outra personalidade que também admira: Tom Brady (35), marido de Gisele Bündchen (32). No basquete, seus ídolos são Kobe Bryant (34) e Ubiratan Maciel.
Católico, não gosta de missa, pois prefere ir sozinho à igreja, e é devoto de São Judas Tadeu. Em raro momento, admite o medo: “A morte é uma coisa que dá medo, né? Mas ela existe, todo mundo vai morrer. Talvez seja melhor mesmo não saber quando. Ser atropelado não dá nem tempo pra pensar”, diz ele.
Casado com Maria Cristina Victorino Schmidt (55) há 37 anos, diz que tem a relação perfeita, e que mudou há dois anos, quando fez a primeira cirurgia, sua visão de mundo. “Falei: ‘Não vou guardar mais nada, vou gastar tudo o que eu ganho. Caixão não tem cofre’. (risos) Passei a comprar muito mais presentes para a minha mulher e a viajar mais. Tinha medo do futuro, aquelas coisas de jogador de basquete... Depois, comecei a fazer palestras e vi que não precisava ter medo. Vida de palestrante é boa.” No dia 30 de abril, passou por nova cirurgia, para retirada de um tumor de grau 3. Teme deixar sua família sozinha. “Sou o único provedor da casa, eu morrendo não vai ter mais ninguém e minha mulher vai ter de viver com aquilo que a gente construiu. Dá para viver e bem.” Mas nunca conversou sobre o assunto com Cristina. “Pra quê? Eu estou vivo! Nesse momento estou curado. Se o tumor voltar, eu abro a cabeça de novo e tiro! (risos) Cada vez que voltar, vou abrir e tirar. Vou durar muito ainda. Qual o problema? Uma operação por ano? Beleza, um mês a menos por ano. Mas não vai voltar, não”, afirma, categórico, com uma gostosa gargalhada.
nunca reproduzi fala de ninguém...
mas o que muita gente já se esqueceu...
é que eu comandava, tranquilamente, a parte técnica da Federação de Basquete do RJ...
quando começou uma verdadeira batalha entre o Oscar Schmidt e o então presidente da CBB...
e eu não fugi da luta...
não me omiti...
fiz parte de um grande time...
Oscar, Paula e Hortência...
Nenê e Janeth...
Amarildo, Telmo e Pedro Arantes...
quase todos os clubes do então campeonato brasileiro...
o problema é que poucos ficaram na luta até o final...
e eu fui até o fim...
terminei cheio de cicatrizes...
mas lendo essa entrevista do Mestre Oscar Schmidt...
me convenço que tudo valeu a pena...
e fica um desejo enorme...
que todos leiam a entrevista abaixo:
em tempo: "Oscar: Eu te amo!!!"
O que mudou na vida de Oscar Schmidt (55) desde que descobriu o câncer no cérebro? Pouca coisa. Ele afirma que nem por um momento se deixou abater. “Não posso ficar desanimado. Ganhei de presente uma vida que todo mundo gostaria de ter”, afirmou. A vitória corre nas veias do campeão do basquete brasileiro, maior pontuador do mundo que, em setembro, entra para o Hall da Fama nos Estados Unidos. Sempre bem-humorado, Oscar faz piada até com assunto sério. “Qual o principal conselho que dou aos meus filhos? Nunca fume, nunca beba, nunca se drogue.” Faz pausa e completa, aos risos: “Dá câncer!” .
Pai de Stephanie (22), chef de cozinha, e de Felipe (27), que acaba de assinar contrato para dirigir série na TV sobre o Pan-Americano de 1987 — quando o Brasil venceu os EUA em casa e Oscar era a estrela do time —, o irmão do apresentador da atração global Fantástico Tadeu Schmidt (38) tem sólidos valores familiares. “Quero que meus filhos sejam pessoas decentes, sem vícios, com objetivos, sabendo o que querem da vida.” Após temporada norteamericana, Felipe está de volta ao Brasil e, apesar de não ter seguido carreira no esporte, entra nas quadras apenas para brincar com o pai. Stephanie mima Oscar com o seu prato favorito: estrogonofe.
O astro esportivo está sempre com uma garrafa de água por perto. Sente a boca mais seca por causa do tratamento de radio e quimioterapia, que continua fazendo. Enjoa de vez em quando. Transferiu o futebol com vizinhos de Alphaville, na Grande SP, onde mora, da manhã para a noite. Seu hobby é pescar. Adora aquário, é deste signo no zodíaco, mas... odeia comer peixe! No seu aquário, tem corais e 11 peixes. As cinco palavras-chave que usa em suas palestras motivacionais são visão, de cisão, time, obstinação e paixão. Quer ser o melhor em tudo. Seu ídolo do momento é o jovem Tim Tebow (25), jogador de futebol americano, que recentemente foi para o Patriots, time de outra personalidade que também admira: Tom Brady (35), marido de Gisele Bündchen (32). No basquete, seus ídolos são Kobe Bryant (34) e Ubiratan Maciel.
Católico, não gosta de missa, pois prefere ir sozinho à igreja, e é devoto de São Judas Tadeu. Em raro momento, admite o medo: “A morte é uma coisa que dá medo, né? Mas ela existe, todo mundo vai morrer. Talvez seja melhor mesmo não saber quando. Ser atropelado não dá nem tempo pra pensar”, diz ele.
Casado com Maria Cristina Victorino Schmidt (55) há 37 anos, diz que tem a relação perfeita, e que mudou há dois anos, quando fez a primeira cirurgia, sua visão de mundo. “Falei: ‘Não vou guardar mais nada, vou gastar tudo o que eu ganho. Caixão não tem cofre’. (risos) Passei a comprar muito mais presentes para a minha mulher e a viajar mais. Tinha medo do futuro, aquelas coisas de jogador de basquete... Depois, comecei a fazer palestras e vi que não precisava ter medo. Vida de palestrante é boa.” No dia 30 de abril, passou por nova cirurgia, para retirada de um tumor de grau 3. Teme deixar sua família sozinha. “Sou o único provedor da casa, eu morrendo não vai ter mais ninguém e minha mulher vai ter de viver com aquilo que a gente construiu. Dá para viver e bem.” Mas nunca conversou sobre o assunto com Cristina. “Pra quê? Eu estou vivo! Nesse momento estou curado. Se o tumor voltar, eu abro a cabeça de novo e tiro! (risos) Cada vez que voltar, vou abrir e tirar. Vou durar muito ainda. Qual o problema? Uma operação por ano? Beleza, um mês a menos por ano. Mas não vai voltar, não”, afirma, categórico, com uma gostosa gargalhada.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
O árbitro invisível
Acabei de ler uma postagem de um dos melhores árbitros do Brasil...
ele comemorou a arbitragem da final da NBA...
o grande indicativo foi a invisibilidade...
ninguém percebeu que tinha alguém apitando...
ao contrário do Brasil...
a começar pelos famigerados microfones na lapela...
pelas vídeo-aulas na hora do jogo, as custas do espetáculo...
pelo som ambiente nada agradável...
e pela super exposição que atrapalha o desenvolvimento do basquete como um todo.
Comentarista de arbitragem também é algo duvidoso...
acho que só existe no Brasil...
pelos mesmos motivos descritos acima...
enfim...
narrador enaltecendo o fato do comentarista ter apitado finais olímpicas o tempo todo é muito para minha cabeça...
tenho muito orgulho do nosso Renatinho...
mas ele só conseguiu apitar essas finais porque o Brasil despencou no cenário internacional...
na Copa das Confederações de futebol, mesmo sendo no Brasil...
não tem árbitro brasileiro...
o basquete brasileiro tem que ser repensado o tempo inteiro...
os árbitros brasileiros têm muita qualidade...
mas necessitam trabalhar para se tornarem invisíveis.
ele comemorou a arbitragem da final da NBA...
o grande indicativo foi a invisibilidade...
ninguém percebeu que tinha alguém apitando...
ao contrário do Brasil...
a começar pelos famigerados microfones na lapela...
pelas vídeo-aulas na hora do jogo, as custas do espetáculo...
pelo som ambiente nada agradável...
e pela super exposição que atrapalha o desenvolvimento do basquete como um todo.
Comentarista de arbitragem também é algo duvidoso...
acho que só existe no Brasil...
pelos mesmos motivos descritos acima...
enfim...
narrador enaltecendo o fato do comentarista ter apitado finais olímpicas o tempo todo é muito para minha cabeça...
tenho muito orgulho do nosso Renatinho...
mas ele só conseguiu apitar essas finais porque o Brasil despencou no cenário internacional...
na Copa das Confederações de futebol, mesmo sendo no Brasil...
não tem árbitro brasileiro...
o basquete brasileiro tem que ser repensado o tempo inteiro...
os árbitros brasileiros têm muita qualidade...
mas necessitam trabalhar para se tornarem invisíveis.
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