Acabei de ler um manifesto do levantador Bruninho a favor das passeatas de protesto em todo o Brasil...
ele diz que sabe que muitos vão dizer que ele nunca passou dificuldades por nascer filho do Bernardinho...
mas ele disse que não vai se omitir...
achei sensacional!
e os basqueteiros?
quando é que nós vamos nos posicionar em relação à qualquer coisa?
será que os basqueteiros sabem o motivo dos protestos?
existem inúmeros motivos...
mas o embrião de tudo é a corrupção...
é o desvio de dinheiro público...
é a total ausência de qualquer mecanismo de fiscalização...
ainda bem que no basquete brasileiro não existe nada disso
segunda-feira, 17 de junho de 2013
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Os técnicos estrangeiros e a Zona de Conforto
Sempre defendi que o basquete é uma modalidade complicadíssima...
a teoria do basquete envolve a combinação de inúmeros elementos...
sempre que inicio um trabalho, aviso aos meus jogadores...
"é obrigatório haver problemas durante a temporada"...
os Super-Técnicos têm que testar o limiar psicológico dos seus atletas...
descobrir o fundo do poço...
e o melhor é que o poço dos craques parece não ter fundo...
aí é que dá trabalho...
o Super-Técnico Bernardinho batizou de 'Zona de Conforto'...
numa sequência de vitórias, tirar um craque da 'Zona de Conforto' não é para qualquer um...
tem que ser Super-Técnico e ter respaldo da diretoria.
Todos têm que saber o que estão fazendo.
Todos têm que entender de basquete.
Acabei de ler na internet que Fluminense e Universo (GO) estão querendo importar técnicos estrangeiros...
aonde isso vai parar?
tanto o Fluminense, como a Universo atuaram com excelentes técnicos na Super Copa Brasil...
enfim...
Também acabei de ler que o Guerrinha e o Lula estão na Espanha estagiando no Barcelona e no Real Madrid...
esse é o caminho...
vamos capacitar nossos técnicos...
e dar moral para que eles se sintam confiantes para gerar 'Zonas de Desconforto' para nossos craques...
mesmo nas derrotas...
porque só assim haverá crescimento...
nossos dirigentes também têm que se capacitar...
também têm que entender de basquete...
para compreender que o Super-Técnico, obrigatoriamente, é chato...
é exigente...
não é 'amiguinho' dos jogadores...
não é unanimidade...
mas é vencedor.
a teoria do basquete envolve a combinação de inúmeros elementos...
sempre que inicio um trabalho, aviso aos meus jogadores...
"é obrigatório haver problemas durante a temporada"...
os Super-Técnicos têm que testar o limiar psicológico dos seus atletas...
descobrir o fundo do poço...
e o melhor é que o poço dos craques parece não ter fundo...
aí é que dá trabalho...
o Super-Técnico Bernardinho batizou de 'Zona de Conforto'...
numa sequência de vitórias, tirar um craque da 'Zona de Conforto' não é para qualquer um...
tem que ser Super-Técnico e ter respaldo da diretoria.
Todos têm que saber o que estão fazendo.
Todos têm que entender de basquete.
Acabei de ler na internet que Fluminense e Universo (GO) estão querendo importar técnicos estrangeiros...
aonde isso vai parar?
tanto o Fluminense, como a Universo atuaram com excelentes técnicos na Super Copa Brasil...
enfim...
Também acabei de ler que o Guerrinha e o Lula estão na Espanha estagiando no Barcelona e no Real Madrid...
esse é o caminho...
vamos capacitar nossos técnicos...
e dar moral para que eles se sintam confiantes para gerar 'Zonas de Desconforto' para nossos craques...
mesmo nas derrotas...
porque só assim haverá crescimento...
nossos dirigentes também têm que se capacitar...
também têm que entender de basquete...
para compreender que o Super-Técnico, obrigatoriamente, é chato...
é exigente...
não é 'amiguinho' dos jogadores...
não é unanimidade...
mas é vencedor.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Basquete quente
Sempre defendi a tese que o basquete é um esporte para gente forte...
física e psicologicamente...
até o roupeiro tem que ser forte...
ninguém pede uma toalha, no meio de um jogo, com delicadeza...
vocês já imaginaram o que acontece quando o motorista do ônibus erra uma rua no caminho para um jogo?
O equilíbrio é a palavra-chave do sucesso de um trabalho...
por isso é que todos vão tentar desequilibrar a sua equipe.
Demorei para escrever essa crônica...
todos sabem da minha ligação afetiva com o basquete do Flamengo...
se escrevesse na época dos acontecimentos, a galera de Uberlândia não iria me perdoar...
mas seria um absurdo o Caio Torres ser excluído das finais pelo que aconteceu após o jogo em São José dos Campos...
assim como não consigo entender porque tem gente querendo punição ao Fúlvio...
defendo as punições pecuniárias...
acho que todos devem ser multados...
exemplarmente!
mas não vi nada naquela confusão que proporcionasse a necessidade de se excluir os principais astros da competição...
teve gente que tentou filosofar...
teve gente que disse que isso não era basquete...
li uma crônica genial do gênio Sérgio Macarrão...
ele defendeu que isso sempre aconteceu, em todos os tempos, no basquete do mundo inteiro...
já foi muito pior.
o basquete é quente...
sempre será quente...
e, o ideal, é que os hipócritas dirigentes entendam isso urgente...
o basquete brasileiro tem que ferver...
com disciplina...
sem agressões...
mas com muito cuidado para não esfriar o jogo.
Quando o time de Brasília foi eliminado...
eu estava em Macaé...
assistindo a Super Copa Brasil...
e comentei que deveria estar acontecendo uma festa contida na Gávea...
o time de Brasília é quente...
não consigo entender essa moda da 'cabeçada'...
o agressor acha que ninguém vai ver...
por isso, não condeno o Fúlvio por se atirar e encenar...
o que deve fazer um atleta que foi ameaçado por uma cabeçada pelo adversário?
melhor do que revidar...
é mostrar ao mundo o que aconteceu.
mas defendo que o que aconteceu foi mínimo...
tudo não passou do calor do jogo e da rivalidade que alavanca o esporte...
ninguém agrediu, de verdade, ninguém...
segue o jogo...
multa neles...
e levanta a bola de novo...
porque a audiência aumentou.
física e psicologicamente...
até o roupeiro tem que ser forte...
ninguém pede uma toalha, no meio de um jogo, com delicadeza...
vocês já imaginaram o que acontece quando o motorista do ônibus erra uma rua no caminho para um jogo?
O equilíbrio é a palavra-chave do sucesso de um trabalho...
por isso é que todos vão tentar desequilibrar a sua equipe.
Demorei para escrever essa crônica...
todos sabem da minha ligação afetiva com o basquete do Flamengo...
se escrevesse na época dos acontecimentos, a galera de Uberlândia não iria me perdoar...
mas seria um absurdo o Caio Torres ser excluído das finais pelo que aconteceu após o jogo em São José dos Campos...
assim como não consigo entender porque tem gente querendo punição ao Fúlvio...
defendo as punições pecuniárias...
acho que todos devem ser multados...
exemplarmente!
mas não vi nada naquela confusão que proporcionasse a necessidade de se excluir os principais astros da competição...
teve gente que tentou filosofar...
teve gente que disse que isso não era basquete...
li uma crônica genial do gênio Sérgio Macarrão...
ele defendeu que isso sempre aconteceu, em todos os tempos, no basquete do mundo inteiro...
já foi muito pior.
o basquete é quente...
sempre será quente...
e, o ideal, é que os hipócritas dirigentes entendam isso urgente...
o basquete brasileiro tem que ferver...
com disciplina...
sem agressões...
mas com muito cuidado para não esfriar o jogo.
Quando o time de Brasília foi eliminado...
eu estava em Macaé...
assistindo a Super Copa Brasil...
e comentei que deveria estar acontecendo uma festa contida na Gávea...
o time de Brasília é quente...
não consigo entender essa moda da 'cabeçada'...
o agressor acha que ninguém vai ver...
por isso, não condeno o Fúlvio por se atirar e encenar...
o que deve fazer um atleta que foi ameaçado por uma cabeçada pelo adversário?
melhor do que revidar...
é mostrar ao mundo o que aconteceu.
mas defendo que o que aconteceu foi mínimo...
tudo não passou do calor do jogo e da rivalidade que alavanca o esporte...
ninguém agrediu, de verdade, ninguém...
segue o jogo...
multa neles...
e levanta a bola de novo...
porque a audiência aumentou.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Técnicos estrangeiros
Não posso negar que os técnicos brasileiros estão merecendo...
está havendo um genocídio e ninguém se mexe...
um xenofobismo ao inverso...
um Super-Técnico argentino na Seleção Brasileira...
a Seleção feminina já foi comandada por um estrangeiro...
técnicos estrangeiros no Palmeiras e no Mogi...
Uberlândia, Minas TC e Flamengo já foram comandados por estrangeiros..
o Minas TC quer seguir a tendência...
o Brasília nem pensou duas vezes...
será que eles sabem mais do que os técnicos brasileiros?
o que acontece é o seguinte...
para ser um Head Coach tem que ter personalidade forte...
tem que mexer com o comportamento de gente adulta...
e a gestão passada da CBB não gostava disso...
a atual continua não gostando...
os grandes técnicos brasileiros foram sendo eliminados...
tipo Big Brother...
colocaram tarjas pretas nos grandes técnicos brasileiros...
tipo 'alguém na CBB não gosta desse cara'...
os árbitros cresceram...
os novos talentos estão sofrendo...
por isso escrevo defendendo os novos talentos...
o Neto e o Gustavo, entre outros, são alvos constantes de patrulhamento...
tentam criar uma nuvem para confundir dominação com indisciplina...
um grande técnico tem que ser dominador...
já o estrangeiro não...
ele vem aqui e não questiona nada...
acho que o Brasil encontrou a fórmula mágica para derrotar a Argentina...
não deixando nenhum técnico argentino lá...
mas eles se reproduzem...
assim como os técnicos brasileiros deveriam se reproduzir também...
mas o basquete brasileiro não gosta de técnicos brasileiros...
os que possuem personalidade forte desagradam...
os que não são dominadores, não servem para nada...
e o pior é que todos estão ganhando razão...
os técnicos brasileiros estão tão paralisados...
sendo completamente dominados...
quando deveriam dominar...
que é capaz que até eu concorde que não temos técnicos em quantidade suficiente...
para acompanhar o reerguimento do basquete brasileiro.
está havendo um genocídio e ninguém se mexe...
um xenofobismo ao inverso...
um Super-Técnico argentino na Seleção Brasileira...
a Seleção feminina já foi comandada por um estrangeiro...
técnicos estrangeiros no Palmeiras e no Mogi...
Uberlândia, Minas TC e Flamengo já foram comandados por estrangeiros..
o Minas TC quer seguir a tendência...
o Brasília nem pensou duas vezes...
será que eles sabem mais do que os técnicos brasileiros?
o que acontece é o seguinte...
para ser um Head Coach tem que ter personalidade forte...
tem que mexer com o comportamento de gente adulta...
e a gestão passada da CBB não gostava disso...
a atual continua não gostando...
os grandes técnicos brasileiros foram sendo eliminados...
tipo Big Brother...
colocaram tarjas pretas nos grandes técnicos brasileiros...
tipo 'alguém na CBB não gosta desse cara'...
os árbitros cresceram...
os novos talentos estão sofrendo...
por isso escrevo defendendo os novos talentos...
o Neto e o Gustavo, entre outros, são alvos constantes de patrulhamento...
tentam criar uma nuvem para confundir dominação com indisciplina...
um grande técnico tem que ser dominador...
já o estrangeiro não...
ele vem aqui e não questiona nada...
acho que o Brasil encontrou a fórmula mágica para derrotar a Argentina...
não deixando nenhum técnico argentino lá...
mas eles se reproduzem...
assim como os técnicos brasileiros deveriam se reproduzir também...
mas o basquete brasileiro não gosta de técnicos brasileiros...
os que possuem personalidade forte desagradam...
os que não são dominadores, não servem para nada...
e o pior é que todos estão ganhando razão...
os técnicos brasileiros estão tão paralisados...
sendo completamente dominados...
quando deveriam dominar...
que é capaz que até eu concorde que não temos técnicos em quantidade suficiente...
para acompanhar o reerguimento do basquete brasileiro.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Um enorme acerto, com cheiro de coisa errada
O basquete brasileiro ainda comete alguns erros midiáticos imperdoáveis...
vou tentar ajudar...
A Liga Nacional de Basquete acaba de marcar um gol de placa...
aceitar a inclusão do Fluminense (RJ) e do Universo (GO) foi coisa de quem ama o basquete brasileiro...
mas a verdade não pode ficar obscura
Na história do NBB, a franquia sempre imperou...
a LNB assumiu um compromisso saudável com a CBB de aceitar times vindo de uma competição que foi criada com o nome de Super Copa Brasil...
em 2013, criou-se uma condição adicional...
essas equipes teriam que superar os 2 últimos colocados do NBB anterior...
Suzano desistiu e Macaé se classificou...
mesmo sendo, somente, vice-campeão da Super Copa Brasil...
o campeão, que foi o Fluminense, fraquejou no triangular decisivo...
os clubes classificados, por mérito técnico, ainda têm que ser aprovados no Caderno de Encargos...
mas o sistema de franquias continua valendo...
se o Tijuca TC não se classificasse, sua franquia continuaria valendo...
se o Vitória Basquete, do Mestre Alarico, resolver voltar, tem sua franquia garantida...
Fluminense e Universo (GO), que pessoas desavisadas estão chamando de Ajax, pleitearam a compra de franquias...
isso é legal e ético...
o gerente-executivo da Liga já declarou que as franquias para Fluminense e Universo vão custar o dobro do que a do Macaé...
perfeito...
o próximo NBB vai ter 20 ou 21 equipes
Essa é uma disfunção provocada pelo sucesso do NBB...
a Super Liga de vôlei adoraria ter tantas equipes competitivas assim...
cabe agora formatar a competição...
acredito que para o NBB 2014 se deva reduzir drasticamente o número de participantes...
12 seria o ideal...
já imaginaram 12 no NBB...
e 12 na Liga B?
Todos com televisão e suporte logístico
vai ter gente querendo criar a Liga C
parabéns ao comando da LNB e espero ter ajudado a elucidar uma questão que considero um problema...
não permitam que a mídia futebolística deturpe esse momento...
o Fluminense tem o direito de jogar o NBB igual à todos os times que compraram franquias...
nunca soube que o Flamengo se classificou dentro das quadras...
no primeiro NBB, ele comprou uma franquia e jogou...
isso só vai mudar quando houver Liga B...
por enquanto, quem for poderoso tem lugar garantido no cenário maior do basquete brasileiro.
vou tentar ajudar...
A Liga Nacional de Basquete acaba de marcar um gol de placa...
aceitar a inclusão do Fluminense (RJ) e do Universo (GO) foi coisa de quem ama o basquete brasileiro...
mas a verdade não pode ficar obscura
Na história do NBB, a franquia sempre imperou...
a LNB assumiu um compromisso saudável com a CBB de aceitar times vindo de uma competição que foi criada com o nome de Super Copa Brasil...
em 2013, criou-se uma condição adicional...
essas equipes teriam que superar os 2 últimos colocados do NBB anterior...
Suzano desistiu e Macaé se classificou...
mesmo sendo, somente, vice-campeão da Super Copa Brasil...
o campeão, que foi o Fluminense, fraquejou no triangular decisivo...
os clubes classificados, por mérito técnico, ainda têm que ser aprovados no Caderno de Encargos...
mas o sistema de franquias continua valendo...
se o Tijuca TC não se classificasse, sua franquia continuaria valendo...
se o Vitória Basquete, do Mestre Alarico, resolver voltar, tem sua franquia garantida...
Fluminense e Universo (GO), que pessoas desavisadas estão chamando de Ajax, pleitearam a compra de franquias...
isso é legal e ético...
o gerente-executivo da Liga já declarou que as franquias para Fluminense e Universo vão custar o dobro do que a do Macaé...
perfeito...
o próximo NBB vai ter 20 ou 21 equipes
Essa é uma disfunção provocada pelo sucesso do NBB...
a Super Liga de vôlei adoraria ter tantas equipes competitivas assim...
cabe agora formatar a competição...
acredito que para o NBB 2014 se deva reduzir drasticamente o número de participantes...
12 seria o ideal...
já imaginaram 12 no NBB...
e 12 na Liga B?
Todos com televisão e suporte logístico
vai ter gente querendo criar a Liga C
parabéns ao comando da LNB e espero ter ajudado a elucidar uma questão que considero um problema...
não permitam que a mídia futebolística deturpe esse momento...
o Fluminense tem o direito de jogar o NBB igual à todos os times que compraram franquias...
nunca soube que o Flamengo se classificou dentro das quadras...
no primeiro NBB, ele comprou uma franquia e jogou...
isso só vai mudar quando houver Liga B...
por enquanto, quem for poderoso tem lugar garantido no cenário maior do basquete brasileiro.
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Voltei a acreditar no basquete brasileiro...
Eu também quero...
venho assistindo ao desenvolvimento clubístico do basquete brasileiro com enorme fascínio...
Uberlândia, Baurú, Franca, São José dos Campos, Sorocaba, Macaé, Vila Velha, Rio Claro, Piracicaba, Caxias do Sul...
o Miguel Palmier brilhando em São José do Rio Preto...
o Marcus Hygino descobrindo o potencial de Ponta Grossa...
o NBB aceitando a inscrição de duas futuras potências (Fluminense e Universo-GO)...
a Liga B sendo estruturada por gente altamente capacitada...
a Liga de Desenvolvimento bombando...
eu também quero!
Afinal de contas, fui homenageado com a inclusão do meu nome na 'Calçada da Fama' do Flamengo, na Galeria 'Grandes Mestres'...
desenvolvi projetos vencedores em Jales, Santo André, São Caetano, Uberlândia, Uberaba e Macaé...
todos frutificaram...
infelizmente, o cenário do basquete brasileiro, na época, não me ajudou...
na minha última experiência, fomos campeões dos Jogos Abertos Brasileiros dirigindo Cabo Frio...
e vários jogadores se revelaram ali...
o basquete sempre foi minha vida...
mas não vou mentir...
qualquer relacionamento com a atual CBB não me interessa...
mas a Liga é outra coisa...
voltei a acreditar no basquete brasileiro...
e torço para que o basquete brasileiro volte a acreditar em mim
venho assistindo ao desenvolvimento clubístico do basquete brasileiro com enorme fascínio...
Uberlândia, Baurú, Franca, São José dos Campos, Sorocaba, Macaé, Vila Velha, Rio Claro, Piracicaba, Caxias do Sul...
o Miguel Palmier brilhando em São José do Rio Preto...
o Marcus Hygino descobrindo o potencial de Ponta Grossa...
o NBB aceitando a inscrição de duas futuras potências (Fluminense e Universo-GO)...
a Liga B sendo estruturada por gente altamente capacitada...
a Liga de Desenvolvimento bombando...
eu também quero!
Afinal de contas, fui homenageado com a inclusão do meu nome na 'Calçada da Fama' do Flamengo, na Galeria 'Grandes Mestres'...
desenvolvi projetos vencedores em Jales, Santo André, São Caetano, Uberlândia, Uberaba e Macaé...
todos frutificaram...
infelizmente, o cenário do basquete brasileiro, na época, não me ajudou...
na minha última experiência, fomos campeões dos Jogos Abertos Brasileiros dirigindo Cabo Frio...
e vários jogadores se revelaram ali...
o basquete sempre foi minha vida...
mas não vou mentir...
qualquer relacionamento com a atual CBB não me interessa...
mas a Liga é outra coisa...
voltei a acreditar no basquete brasileiro...
e torço para que o basquete brasileiro volte a acreditar em mim
sábado, 1 de junho de 2013
O Melhor Técnico do NBB 2013
Eu já vinha anunciando que não tinha mais prazer em escrever minhas opiniões sobre basquete...
e o término do Clipping do Basquete aumentou minha convicção em parar...
Mestre Alcir Magalhães afirmou que o Clipping trouxe mais desgostos do que soluções...
concordo plenamente...
mas, hoje, me sinto na obrigação de escrever...
afinal de contas, minha luta pela classe dos técnicos brasileiros não vai terminar nunca...
a Final do NBB foi sensacional...
só tenho elogios...
mas a votação de melhor técnico da temporada...
adoro o Lula...
mas ninguém pode tirar do Neto o prêmio de melhor técnico do NBB
O Flamengo foi impecável
Qual time pode perder um Marcelinho Machado na primeira rodada e manter a força durante toda a competição?
quem foi encontrar na contratação de um atleta paraguaio a solução para esse problema?
quem manteve a força do elenco mesmo com mais desfalques?
quem manteve a magia do basquete dentro de um cenário político complicado dentro do Flamengo?
quem conquistou a nova diretoria, que teima em execrar a diretoria anterior...
que foi quem o contratou e montou esse elenco, mesmo sem patrocínio?
quem bateu o recorde de jogos invictos dentro do NBB?
quem manteve a torcida do Flamengo inflamada durante toda a competição?
O Lula realizou um bom trabalho e merece ser citado...
o Hélio Rubens levou Uberlândia à grande final, que foi um feito histórico...
Brasília e Pinheiros fracassaram na pior hora da temporada...
mas o Neto realizou no Flamengo um dos melhores trabalhos da história do basquete clubístico brasileiro...
ele tem que receber todos os prêmios que forem decididos por quem entende de basquete.
e o término do Clipping do Basquete aumentou minha convicção em parar...
Mestre Alcir Magalhães afirmou que o Clipping trouxe mais desgostos do que soluções...
concordo plenamente...
mas, hoje, me sinto na obrigação de escrever...
afinal de contas, minha luta pela classe dos técnicos brasileiros não vai terminar nunca...
a Final do NBB foi sensacional...
só tenho elogios...
mas a votação de melhor técnico da temporada...
adoro o Lula...
mas ninguém pode tirar do Neto o prêmio de melhor técnico do NBB
O Flamengo foi impecável
Qual time pode perder um Marcelinho Machado na primeira rodada e manter a força durante toda a competição?
quem foi encontrar na contratação de um atleta paraguaio a solução para esse problema?
quem manteve a força do elenco mesmo com mais desfalques?
quem manteve a magia do basquete dentro de um cenário político complicado dentro do Flamengo?
quem conquistou a nova diretoria, que teima em execrar a diretoria anterior...
que foi quem o contratou e montou esse elenco, mesmo sem patrocínio?
quem bateu o recorde de jogos invictos dentro do NBB?
quem manteve a torcida do Flamengo inflamada durante toda a competição?
O Lula realizou um bom trabalho e merece ser citado...
o Hélio Rubens levou Uberlândia à grande final, que foi um feito histórico...
Brasília e Pinheiros fracassaram na pior hora da temporada...
mas o Neto realizou no Flamengo um dos melhores trabalhos da história do basquete clubístico brasileiro...
ele tem que receber todos os prêmios que forem decididos por quem entende de basquete.
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